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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Uma relação tóxica entre pais deixa sequelas em crianças.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/ass%C3%A9dio-moral-crian%C3%A7a-dedo-sugerir-3362025/

Quem quer que maltrate psicologicamente seu parceiro, que chantageia, deprecia, humilha e aniquila a auto-estima, também está exercendo um abuso indireto, mas hediondo, contra seus próprios filhos . Porque ser testemunha constante de um relacionamento tóxico transforma as menores em vítimas primárias , em tristes repositórios de um legado emocional marcado por sequelas, às vezes irreversíveis.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fórum Econômico Mundial (FEM), as doenças mentais já são as principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo . Muitos deles, por mais curiosos que pareçam, têm origem em relações tóxicas ou abusivas e no impacto psicológico que têm sobre a pessoa. Por sua vez, indicadores como estresse pós-traumático, depressão, transtornos de ansiedade, dor crônica, asma e até mesmo diabetes são marcas silenciosas e persistentes desse tipo de vínculo disfuncional.
“Eu não consigo pensar em qualquer necessidade de infância tão forte quanto a necessidade de proteção dos pais”
-Sigmund Freud-
As instituições sociais e de saúde apontam a necessidade de “capacitar” as vítimas deste tipo de abuso físico ou psicológico no casal e não estigmatizá-las . Com “capacitar”, referem-se a fornecer a essas pessoas, homens ou mulheres, recursos adequados e estratégias de enfrentamento para se reavaliarem psicológica e emocionalmente, e serem reintegrados mais tarde a suas vidas normais.
No entanto, o que é frequentemente negligenciado, esquecido ou deixado de lado é a figura das crianças que, desde muito cedo, testemunharam dinâmicas tão nocivas, essas atmosferas tóxicas. Esses pequeninos internalizaram silenciosamente cada átomo, cada gesto, som, choro, palavra e cada lágrima derramada em suas mentes quentes e inocentes sem saber muito bem que impacto isso pode ter em suas vidas amanhã.
Porque não podemos esquecer que o círculo de violência é como um uróboro que morde a própria cauda e que perpetua repetidamente os mesmos fatos, a mesma dinâmica. Talvez, aquelas crianças que hoje testemunham um relacionamento tóxico amanhã sejam novas vítimas ou novos carrascos.

Testemunhar um relacionamento tóxico também nos torna vítimas

“Não, eu nunca levantei minha mão contra meus filhos ou contra meu parceiro . ” Esta é certamente uma reação infelizmente comum entre os agressores ou executores de que o abuso psicológico , onde nenhuma marca, onde nenhum socos evidenciando cada prejuízo sofrido cada violação e atos ilícitos realizados em privado e o microcosmo de uma casa.
No entanto, por mais curioso que pareça, o fato de não haver um golpe ou machucado óbvio torna a situação ainda mais complexa. Nestes casos, as vítimas, longe de verem esse comportamento como um abuso óbvio, tendem a se culpar.
Agora, essa culpa ou auto-projeção de responsabilidade não é apenas gestada na vítima, mas a própria criança, testemunha de cada dinâmica, também tende a experimentar o mesmo sentimento. Porque o pequenino é um companheiro de viagem naquele trem de dor, desse modo que leva todos ao mesmo destino.
Não podemos esquecer que, como explicou Piaget em sua teoria do desenvolvimento cognitivo da criança , entre 2 e 7 anos elas mantêm essa abordagem egocêntrica onde o mundo gira em torno de sua pessoa. Portanto, a criança sentirá que a dor do pai ou da mãe, como os gritos ou brigas, é o resultado de algo que ela própria deve ter causado de alguma forma.
Portanto, e isso é importante ter em mente, no coração de qualquer relacionamento tóxico onde há crianças, elas também são vítimas. Não importa que elas estejam atrás de uma porta e que não vejam nada, não importa que elas ainda não saibam andar, ler, pedalar uma bicicleta ou dizer o nome das constelações que aparecem à noite antes. As crianças sentem e escutam, as crianças interpretam o mundo à sua maneira e, portanto, poucas coisas podem ser mais devastadoras para a infância do que crescer em um ambiente cujo substrato emocional é tão patológico, tão devastador.

Sobrevivendo ao relacionamento abusivo de nossos pais

Às vezes, essa relação tóxica é encorajada pelos dois membros do casal. Há pessoas incapazes de construir um ambiente de estabilidade psíquica e emocional. São perfis caracterizados por aquelas oscilações onde carinho e agressividade, proximidade e chantagem criam um tecido altamente disfuncional para si, e especialmente para as crianças que moram com o casal.
Uma das melhores coisas que pode acontecer com você na vida é ter uma infância feliz”
-Agata Christie
Existem muitos tipos de relacionamentos abusivos, em muitas formas e em qualquer escala social. No entanto, as verdadeiras vítimas nesses labirintos afetivos são as crianças. Porque construir sua própria identidade em um contexto marcado por abuso muitas vezes faz com que o ponto de partida para o ciclo de violência seja recomeçado. Não podemos esquecer que as pessoas tendem a repetir os padrões psicológicos e comportamentais conhecidos.
Portanto, é comum que, longe de sobreviver à relação tóxica de nossos pais , nos tornemos – possivelmente – novas vítimas ou novos executores porque internalizamos essa mesma linguagem afetiva. Para amortecer esse impacto e o ciclo de abuso em si, precisamos, portanto, de mecanismos adequados. É necessário que as crianças que testemunharam essas dinâmicas recebam apoio social e terapêutico, juntamente com seus pais.
Porque se há algo que todos os pequenos merecem é a possibilidade de viver em um ambiente não violento. É ser capaz de fazer o bem por meio de uma educação baseada na coerência e no respeito e, acima de tudo, pela proximidade dos pais sábios nos afetos, habilidosos no amor.

Artigo escrito por Valeria Sabater e publicado no site https://lamenteesmaravillosa.com/relacion-toxica-padres-secuelas-hijos/
Fonte:https://www.pensarcontemporaneo.com/uma-relacao-toxica-entre-pais-deixa-sequelas/

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A baleia azul não tem culpa.

Como sempre falo por aqui, esse blog é voltado à educação integral da criança através da contação de histórias como exemplos e incentivo.
A minha causa é a infantil, meu desejo é um mundo preparado para acolher a nova criança e permitir que cresça e evolua naturalmente e sendo criança como deveria ser. 
É uma utopia, vocês sabem, todavia, vocês que andam por aqui e são comprometidos com o mesmo ideal, não desistam. 
Seguindo o meu coração, iria fazer um texto sobre o lamentável caso do jogo baleia azul, mas encontrei uma imagem perfeita, que diz tudo de uma forma que eu não conseguiria. Não sei a fonte da imagem, está circulando pelo face, mas creio que o autor não vai se importar que ela seja muito divulgada.
Vamos agir meus amigos, o momento exige. Bjs 💜💛💚💙


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Educação pelo exemplo.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=139332&picture=a-vara-da-familia

É voz corrente que as crianças adoram os avós. Seja porque eles lhes fazem as vontades ou porque lhes dispensam mais tempo, considerando que, normalmente, o tem mais livre, por estarem aposentados.
Enfim, os netos adoram ficar com os avós. Por isso, em muitas famílias, existe até uma programação específica, durante o mês, para um ou outro final de semana em que os netos se instalam na casa deles.
O pequeno Gabriel, nos seus quatro anos, não era exceção. Com sua mochila, com tudo e mais um pouco do que poderia precisar, passava alguns finais de semana na casa dos avós.
Eram sempre dias um tanto tumultuados porque o pequeno parecia um furacão. Adorava jogar bola com as mãos, com os pés. E, por vezes, atingindo lustres e abajures.
Na hora de dormir, desejava ouvir histórias contadas pelo avô. Histórias do tempo em que ele era criança. Gostava de ouvir aquelas coisas que o avô fazia, na sua infância, que parecia perdida nos anos.
Algumas brincadeiras um tanto diferentes das suas: subir em árvores, jogar bolinha de gude, pescar no riacho perto de casa...
Tudo isso deliciava, especialmente, o avô, o mais falante, o que mais interagia com o pequeno.
Foi na hora do café da manhã, que tudo aconteceu. O avô ofereceu uma fruta ao neto, que a rejeitou. Também a outra não foi aceita.
Desejando que o menino se servisse de algo saudável na primeira refeição do dia, o avô apanhou uma caneca, que trazia os dizeres: Para o meu sobrinho mais querido.
Como um grande ator, ele traduziu, entusiasmado, os dizeres:
Então, vamos tomar um leite com chocolate nesta caneca espetacular, que comprei especialmente para você?
Aqui está escrito: Para o meu neto querido, Gabriel, com todo meu amor.
Naturalmente, as intenções daquele avô eram as melhores possíveis.
No entanto, o garoto se mostrou desconfiado.
Deixe eu ver, vô, pediu ele. E tomou o utensílio em suas pequenas mãos.
Como um especialista, inspecionou, devagar, todos os símbolos e sinais escritos nela e indagou:
Vô, me diga uma coisa. Onde está o G e depois o A para fazer GA, de Gabriel? Eu não estou vendo nada disso aqui. Eu sei como se escreve meu nome.
Como a situação se resolveu, não nos foi contado. Não sabemos se o avô admitiu sua aparentemente inocente mentira, e o que se desenrolou na sequência.
No entanto, é bom pensarmos quantas vezes, em nossa vontade de acertar, erramos.
Ou seja, quantas vezes, faltamos com a verdade para com os nossos pequenos? Verdade que, cedo ou tarde, eles descobrem.
Diante disso, é de nos questionarmos com que direito lhes desejamos ensinar que devem dizer a verdade, que devem ser honestos, que não devem enganar a ninguém?
Se os desejamos homens de bem, que no futuro poderão ocupar cargos na política, no empresariado, no comércio, na ciência, nas artes, no que for, primemos pela sua correta educação.
Se os exemplos falam muito mais alto do que as palavras, é bom repensarmos as nossas atitudes. Afinal de contas, todos somos educadores: pais, avós, professores, tios, primos.
Educamos para as coisas positivas ou não. Educamos com nosso exemplo, com nossa forma de ser.
Tenhamos isso em mente antes de tentarmos distrair-lhes as mentes ou lhes conquistar os corações com invenções tolas ou inverdades.
Pensemos nisso. Os pequenos têm os olhos postos em nós, a todo momento e aguardam a melhor condução para as suas vidas.


Redação do Momento Espírita.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

“O Verdadeiro Sentido do Natal” Atividades e reflexões para crianças.

“O Verdadeiro Sentido do Natal”

O que significa Natal?
Significa Nascimento.
Desenho de bebê.



Quem é o aniversariante tão ilustre?
J E S U S!
Desenho de Jesus.


Como é comemorado pela maioria das pessoas?
Desenho de árvore de natal, presentes, Papai Noel e comida.

E como todos nós deveríamos comemorar?
Com Jesus nascendo em nossos corações todos os dias.
Desenhos de 07 corações, cada um com o nome de um dia da semana.

De que forma?
Praticando os principais ensinamentos transmitidos por Jesus: “Amar ao próximo como a ti mesmo” e “Fazer ao outros, o que gostaríamos que nos fizessem”.
Desenhos de situações amorosas, solidariedade, caridade.

Deus, em sua bondade e misericórdia, nos enviou Jesus para nascer em nossos corações, fazendo reinar a Paz, o Amor e a Solidariedade.
Desenhos de situações de paz, amor e solidariedade.

Que o Natal seja percebido, seja vivido por nós a cada mês do ano!!
F E L I Z     N A T A L!!!
Desenho de Jesus nos abençoando.


P A R A     R E F L E T I R:

 Pois, que temos nós ofertado ao Divino Amigo?

 Será que o fazemos sorrir? Ou chorar?

 Nossas mãos estão vazias porque nos despojamos de egoísmo e somos mais fraternos, mais dados à compaixão, mais caridosos material e moralmente, ou por que nada nos comove?

 Temos hoje nova visão do Natal, ou permanecemos nas velhas ilusões do desperdício, da matança dos animais, das bebedeiras, da alegria exterior?

Compartilhamos com o próximo, de qualquer condição social, o júbilo íntimo, os bens e os talentos?

 No nosso Natal, o Cristo está presente?

 Que temos feito de nossos talentos e de nossas vidas?

 Como será, quem sabe, nossa prestação de contas?

 Temos buscado nos tornar dignos de tantas bênçãos?


 Que tal incluirmos nos projetos para o Natal e Ano Novo – para todos os Natais e Anos Novos que virão – espaço para as lições que Ele nos trouxe há mais de dois mil anos?

domingo, 20 de novembro de 2016

A separação e os filhos.

Imagem do Google.

Ao se constituir a parceria conjugal, cada um traz seu modo de ser e ver o mundo, que se traduz nas atitudes e decisões cotidianas. O nascimento dos filhos inaugura a família nuclear.  Os filhos sofrem as influências dos valores dos pais tendo como norteador os seus comportamentos. Quando há muitas diferenças e poucas negociações, instala-se uma guerra de poder, na qual os filhos se confundem.
No momento em que surge a necessidade de separação do casal, a família se transforma em duas, as quais denominamos de uniparentais ou monoparentais, ou seja: mãe e filhos e pai e filhos.
Normalmente, encontramos jovens que têm dificuldade de afirmarem sua identidade, sofrendo por não poderem atender às expectativas paternas e não ter clareza dos seus desejos. Os filhos gostam dos seus pais e por mais aliança que tenham com um deles sentem-se presos ao sentimento de lealdade que se estabelece ao longo do desenvolvimento do ciclo familiar. Isto pode se agravar quando após a separação os pais mantêm rivalidades.
Na separação, a reorganização das relações é fator decisivo para o equilíbrio emocional de todos os membros, principalmente dos filhos. O estabelecimento das fronteiras, estar separado como homem e mulher e estar cooperando como pais, é crucial para que os filhos possam seguir em frente sem ter que estar entre os pais. É necessário abandonar a antiga estrutura e estabelecer outra mais funcional. Isto implica em superar os ressentimentos e, muitas vezes, abandonar a esperança de reunificar.
Ter duas casas pode ser uma coisa positiva para os filhos, na medida em que o pai e a mãe possam desenvolver relacionamentos independentes e definir regras e papéis claros e nítidos, sem disputas e atritos. Desta forma, facilitando aos filhos poderem ir e vir sem grandes problemas.
Os filhos anseiam por uma relação natural com o pai e a mãe e nada é mais pernicioso do que as críticas da outra parte. O filho em contato com cada um, sem a intervenção do outro, conseguirá construir a sua relação com cada um dos pais de forma saudável e ter equilíbrio para escolhas e decisões de caminhos.
Enfim, pesquisas demonstram que  os  efeitos do divórcio sobre os filhos variam  de acordo com a faixa etária destes na época da separação e tempo de casamento, no entanto o ajustamento dos filhos após a separação está relacionado ao ajustamento dos pais, ou seja, se os pais enfrentarem bem a situação o mesmo se dará com os filhos.
Norma Emiliano

Fonte:

Lita L. Schwartz e Florence W. Kaslow. As dinâmicas do divórcio, Uma perspectiva de ciclo vital, 1995.

Retirado do blog Pensando em família da amiga Norma. Vale a pena conhecer o blog da Norma, tem ótimos conteúdos 😃

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O VIOLINO MÁGICO.

Dário era um bom mocinho, alegre e esperto, estimado por todos que o conheciam.
Um dia despedindo-se de sua família e de seus amigos, saiu de casa, para ganhar honradamente a vida. Ele era o mais velho dos cinco filhos que tinha o tio Pedro; e como a miséria lhes batia à porta, forçoso foi que o moço saísse, para não sobrecarregar o pai, em prejuízo dos irmãos menores, e também para ver se melhorava de sorte.
Ao despedir-se, o pai lhe dera por toda fortuna uma moeda de prata; e ele julgou-se rico, porque não conhecia o valor do dinheiro.
Caminhava alegremente pela estrada que conduzia à cidade, quando encontrou um velhinho, abrigado à sombra de uma árvore, gemendo e chorando.
Dotado de excelente coração, Dário tratou desveladamente do enfermo, e deu-lhe a sua única moeda de prata.
O velhinho, agradecido, disse:
– Já que foste tão caridoso, vou fazer-te um presente. Aqui tens este violino. Todas as vezes que o tocares, quem o ouvir não poderá resistir ao desejo de dançar.

Dário saiu satisfeito com o presente, e pouco adiante, encontrou-se com um judeu, homem avarento, que espoliava todo o mundo, emprestando dinheiro a altos juros, em troca de bons e valiosos penhores de prata, ouro e pedras preciosas, que nunca mais entregava aos respectivos donos.
Naquele mesmo instante o judeu acabava de perder um vintém, e procurava-o aflitamente, como se se tratasse de imensa fortuna.
O moço ofereceu-se para ajudá-lo; e, como tinha boa vista, enxergou a moeda de cobre caída no meio dos espinhos. Ia apanhá-la, mas o avarento não o consentiu, pensando que Dário fosse capaz de roubá-la.
– Ah! Judeu, disse Dário consigo mesmo: desconfias de mim! Deixa estar que me pagarás...
Esperou sentado; e, assim que viu o miserável dentro dos espinhos, começou a tocar o violino.
O judeu, escutando aqueles harmoniosos sons, começou a dançar; e quanto mais Dário tocava, tanto mais ele saltava, quase sem fôlego, rasgando a roupa, ferindo-se nos espinhos.
– Para!... Para!... Cessa esse violino do diabo! Para, que já não posso mais! Berrava o judeu, desesperado, sempre a dançar.
O rapaz, porém, continuava sempre a vibrá-lo.
– Pelo amor de Deus, para com essa música, que te darei uma bolsa de ouro!... Disse, enfim, o avarento.
– Ah! Isso é outro modo de falar! Respondeu o mocinho, emudecendo o mágico violino, depois que o judeu atirou a bolsa.
No dia seguinte, chegando à cidade, Dário foi preso. O judeu tinha ido queixar-se que havia sido roubado por ele.
O moço foi condenado à morte.
No momento em que subia para a forca, pediu que lhe permitissem tocar pela última vez o violino.
O avarento, que estava ao pé do cadafalso, gritou logo:
– Não o deixem tocar mais!... Não o deixem tocar!...
O juiz, porém, que não via razões para recusar, acedeu.
Dário começou a vibrar o violino, e imediatamente todos – juiz, carrasco, soldados, homens, mulheres, velhos e crianças – todos começaram a dançar.
– Basta! Gritava o juiz.
– Basta! Gritava o povo.
Dário cessou a música. O juiz convenceu-se que o rapaz não era criminoso, perdoou-o, e mandou enforcar o judeu.


Fim. 

Atividades:

Desenhos para pintar:





quinta-feira, 26 de maio de 2016

De criança diferente a adulto consciente.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=75218&picture=handprints-coloridos

Nasci e quando comecei a crescer, mamãe descobriu que havia algo diferente em mim. Os sons iam ficando cada vez mais distante e os médicos diziam que um dia eu não poderia mais ouvir o canto dos pássaros, o latido do cachorro, a música e nem mesmo a voz da mamãe.
Fui crescendo como toda criança e um dia minha mãe me ensinou que eu era diferente de outras crianças porque não podia ouvir sons iguais a elas.
Acho que fiquei triste porque ela me pegou pela mão e me falou: “Quando Deus criou as pessoas desejou que cada uma nascesse com uma característica diferente da outra, é isso que faz com que elas sejam únicas e assim Ele as reconheceria facilmente”.
Ela me disse ainda: “Algumas pessoas não podem ver o mundo e são chamadas de cegas ou deficientes visuais, outras não podem andar e são conhecidas como deficientes físicas. Você não pode ouvir e por isso quando alguém a chamar de “surda” ou “deficiente auditiva” não estará desejando-lhe mal, apenas tratando-a por sua característica única”.
Meu papai não acreditava que eu era diferente e meu irmão sempre achou que eu era especial para ele, por isso me levava com ele para todos os lugares aonde ia e me apresentava a todos os seus amigos.
Cresci acreditando que poderia fazer tudo o que meu coração desejasse fazer, pois se não conseguisse era apenas por não ter habilidades para aquilo, sabia bem que ser surda não era desculpa para desistir dos meus ideais.
A escola era meu lugar preferido, os livros, as revistas. Mamãe me ensinou a ler e escrever quando tinha apenas cinco anos e todos ficavam admirados com minha fluência para ler e escrever.
Fiquei muito triste quando virei adolescente porque começaram a me achar diferente e não me convidavam mais para fazer parte da turma. Não me deixavam participar dos grupos de trabalho. Minha mãe disse que quando somos crianças temos um coisa chamada inocência que não nos deixa enxergar as diferenças, para as crianças todas as pessoas são iguais, elas não veem diferenças. Ela me falou que quando começamos a ficar grandes temos dificuldades em aceitar algumas pessoas, mas que eu era perfeita, pois Deus me criou assim então eu deveria me amar como eu era, que se eu gostasse de mim mesma, todos também gostariam.
Superei aquela fase, mas por onde passei as pessoas que me conheceram diziam que eu servia de inspiração para suas vidas, pois estava sempre feliz e sorridente e que eu sempre desafiava as dificuldades.
Quando cheguei à faculdade minha mãe foi estudar junto comigo. Ela sempre falou que foi para me ajudar, mas que eu a ajudei mais do que ela a mim. Ela dizia para as pessoas que eu lhe mostrei que mesmo que pensarmos que somos velhos demais para fazer alguma coisa, devemos tentar, pois não há limites de idade para vivermos.
A profissão que escolhi foi a Pedagogia. Eu queria poder ensinar crianças para mostrar a elas desde pequenas que elas deveriam acreditar que poderiam fazer qualquer coisa desde que desejassem muito isso e que as diferenças não são defeitos ou problemas, mas um jeito novo de realizar as coisas.
Já participei de muitas atividades, viajei, conheci pessoas, lugares… Continuo estudando, faço parte de uma ONG que cuida de crianças com diferenças sociais extremas, faço parte de uma igreja que me aceita como sou e me da oportunidades de cantar, falar e viver como todos os outros ali.
Meu pai entendeu o meu jeito de viver e investiu em mim. Meu irmão continua me amando e me admirando, ele fala que sempre busca inspiração em mim quando acha que as coisas estão difíceis. Minha mãe diz que ele tanto me amou que encontrou uma namorada que tem muitas das minhas características.
Eu nasci e quando comecei a crescer descobri que ser diferente é ser uma pessoa contente.
E você? Como usa suas diferenças?


Fonte: http://www.historias-infantis.com/de-crianca-diferente-a-adulto-consciente/

domingo, 21 de fevereiro de 2016

10 verdades sobre castigos infantis que talvez você não Conheça...


Autor: Jon Talber.

Uma pedagogia doente só é capaz de produzir mais doença...

"Se vistos com olhos imparciais, na verdade, os problemas são apenas testes de campo para comprovar nossa acuidade criativa..."

Um castigo que não é ao mesmo tempo educativo e disciplinador, trata-se de um deformador do caráter...

Em primeiro lugar, um comportamento infantil indesejável raramente é espontâneo. Isso quer dizer que ele não nasceu como parte integrante da criança. Na maioria das vezes são inspirações herdadas, assimiladas, a partir da própria mesologia, seja no ambiente doméstico ou de convivência do portador.
Outro ponto importante são as atitudes dos adultos em relação aos indisciplinados, uma vez que a reação imediata são os ineficazes gritos, ou os castigos que ao invés de educarem deseducam. E não são raros os casos onde o pequeno infrator, além de não se corrigir, se corrompe ainda mais, o que acaba por criar um verdadeiro círculo vicioso, onde o educador agora se torna co-autor naquele processo de acentuação da deformidade comportamental da criança problemática.
Por isso mesmo, saber castigar é preciso. Não basta ter boa intenção, é necessário conhecer uma técnica, que além de educar seja incapaz de criar traumas e patrocinar mais problemas. Apenas lembrando que, o castigo deve ter sempre como objetivo o esclarecimento cognitivo, de modo que a criança se conscientize, de forma pedagógica e prática, da falha pessoal que deve ser reparada.
Criança não é burra, apenas imatura. Logo, exceto nos casos onde exista uma demência confirmada ou tenha idade inferior a três anos, já é capaz de compreender o que é errado ou certo. Mas irá precisar de um adulto consciente e disposto a informá-la sobre essas coisas.
Eis a seguir uma pequena lista de dicas, abordagens educativas, que embora tenham aparência de castigos, poderão se tornar eficientes práticas cognitivas na formação da personalidade infantil. O objetivo das orientações é ajudar a corrigir os comportamentos patológicos, que se desprezados podem evoluir para a delinquência.
Claro que as dicas poderão ser ampliadas ou adaptadas para cada caso.

Eis a lista.

Se não quiser que a criança brigue com seu irmão, diga para ela o que você deseja que faça, ou seja: “Cuide bem do seu irmão.” Para uma criança, o “não pise na grama” é um convite à prática da infração. Já a expressão: “Pise fora do gramado”, também funciona como um convite à prática do procedimento correto.

O tradicional castigo onde o pequeno infrator é colocado sentado em um local do qual não poderá se ausentar por um período de tempo, este, embora ainda largamente aplicado, é dos mais ineficazes. Ali não há o sentimento de punição, e em pouco tempo a criança adquire resistência, e ainda não muda de atitude.

Para que o castigo seja eficaz é preciso que a criança tenha a certeza de que vai perder alguma coisa, a exemplo de uma conquista ou privilégio que já possui. O castigo do cativeiro não representa uma perda de fato, mas apenas a privação temporária de sua liberdade, que será restaurada tão logo o tempo de reclusão acabe. Por isso tem um efeito apenas simbólico, mas sem nenhuma eficácia educativa ou corretiva.

E o único castigo positivo é o corretivo. E corretivo quer dizer didático, esclarecedor, que acrescente alguma coisa à cognição da criança; algo útil à sua personalidade. Não se enquadrando em nenhuma dessas condições, não é positivo. Lembre-se, o castigo não é uma punição, e sim uma forma inteligente de ensinar alguma coisa aos que não conseguem assimilar através do aprendizado tradicional.

Não existe nenhuma mágica, é um simples fato, uma criança motivada é naturalmente disciplinada...

E como a intenção do castigo é forçar a criança a prestar atenção a uma orientação, que de outro modo ela não o faria, o processo só terá o êxito pretendido se ela tiver receio de perder algum benefício concreto que já possui, como, por exemplo, limitação do uso do computador, ou do tempo diante da televisão. Assim, suspender o uso do equipamento por algumas horas, ou durante um dia inteiro, é uma boa prática.


Privá-la de brincar com os amigos, ou de assistir seus vídeos favoritos, e em casos mais extremos, até de comer sua sobremesa favorita, também tem seu valor. Com criatividade podemos ampliar a lista de “punições” cognitivas para uma infinidade de procedimentos, sem causar grandes traumas.

Importante também é não fazer que aquilo pareça um ato de vingança pessoal, sem motivos. Devemos ainda ficar atentos para os casos onde, entre irmãos, diante de uma mesma infração, penas diferenciadas são atribuídas. Nesse caso, o efeito ao invés de educativo se tornará negativo, e tende a criar revolta e antagonismos dentro do ambiente doméstico.

Esclarecer, de forma clara e convincente, sobre os motivos do castigo, e o mais importante, numa linguagem que a criança seja capaz de compreender, faz parte do processo. Histórias pessoais ou fábulas edificantes (tem bastante aqui no blog galera) poderão ser usadas como exemplos. Se coloque no lugar de cobaia, relate episódios de sua vida que possam ser usados como ilustrações. No exemplo pessoal, não aconselhamos o modelo comparativo, onde outra criança é usada como referência ou espelho de boa conduta, ou o seu inverso.


Lembre-se, a criança problemática já convive com conflitos pessoais sérios, muitos deles relacionados com a autoestima, e a comparação tende a acentuar ainda mais seu quadro psicopatológico. Por outro lado, esclarecer sobre as possíveis conseqüências de um ato negativo, tem grande valor. Mas, nada se compara com os esclarecimentos sobre os eventuais e benéficos desdobramentos de um ato positivo.

Outro ponto importante: não devemos cair na armadilha de confundir com castigo as obrigações e deveres naturais de cada um, tais como, arrumar a própria cama, ajudar em pequenas tarefas domésticas, ou acordar cedo para ir à escola. Se agirmos dessa forma, estaremos ensinando à criança que o ato de trabalhar ou de cumprir com os deveres necessários e obrigatórios, representam um castigo, uma espécie de calvário ou martírio.



Finalmente, não se limite aos conselhos que acaba de aprender; 

use sua própria imaginação e criatividade no exercício de sua pauta disciplinadora ou magistério doméstico. Afinal de contas, o centro de convivência caseira ainda é o melhor ambiente para se educar sem traumatizar.

Acrescento o indispensável exemplo dos pais, sem os quais nada vai funcionar, pois que as crianças são atentas a tudo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

“Para que ficar bravo, se basta ser inteligente?” Reflexões e atividades para a Paz!

11º Plano de aula
1-Citação as semana:
“Para que ficar bravo, se basta ser inteligente?”.
2-Meditação da semana:
Planeta 14-Meditação para a paz.
3-História da semana:
Exercício de paciência
4-Música da semana:
Adolescente:Cidade Negra- Soldado da paz
Criança: Paz,paz, paz (EVH vol. 2 música 31)
5-Atividade Integrada da semana:
Frase curiosa

1-Citação as semana:

“Para que ficar bravo, se basta ser inteligente?”.

Mensagem reflexão:

A PAZ NASCE NO LAR.

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas
múltiplas faces, nascem dentro dos lares?
Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou
virtuosos.
Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor.
Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: “filho meu não traz desaforo para casa”; “se apanhar na rua, apanha em casa outra vez”!
Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a
receita do revide: “faça o mesmo com ele”. “vingue-se”, “não deixe por menos”.
Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo:
“tire dele, você é mais forte”, “não seja bobo”! Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.
O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos
agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.
Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como:
perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, não passe recibopara a agressividade, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposiçãoíntima.
Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro
colorido à sociedade da qual fazem parte. Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.
A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos, e isso só
acontecerá investindo-se na educação da infância.
Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios
também são adquiridos portas à dentro dos lares.
É o pai incentivando o filho a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.É a mãe vestindo a filha com roupas que despertam a sensualidade, a vaidade, a leviandade.
Meninas, desde os três anos, já estão vestidas como se fossem moças, com roupas e maquiagens que as mães fazem questão de lhes dar. Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.
Então veremos o político agredindo o colega em frente às câmeras, medindo forças e perdendo a compostura.
Veremos a mulher vulgarizada, desvalorizada, exibindo o corpo para ser
popular.
Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e
continuam semeando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.
Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito e tomar atitudes para mudar essa triste realidade. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.
Pense nisso!
Jesus, nosso Irmão Maior, trouxe-nos a receita da paz. Com Ele poderemos erguer-nos, da treva à luz.
Da ignorância à sabedoria. Do instinto à razão.
Da força ao direito. Do egoísmo à fraternidade.
Da tirania à compaixão. Da violência ao entendimento.
Do ódio ao amor. Da extorsão à justiça.
Da dureza à piedade. Do desequilíbrio à harmonia.
Do pântano ao monte. Do lodo à glória.
Pensemos nisso!

2-Meditação da semana:
Planeta 14-Meditação para a paz.

3-História da semana:

O Exercício da Paciência.

Esta é a historia de um menino que tinha um mau caráter. Seu pai lhe deu um saco de pregos e lhe disse que cada vez que perder a paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta.
No primeiro dia, o menino pregou 37 pregos atrás da porta. As semanas que seguiram, a medida que ele aprendia a controlar seu gênio, pregava cada vez menos pregos atrás da porta. Com o tempo descobriu que era mais fácil controlar seu gênio que pregar pregos atrás da porta.
Chegou o dia em que pode controlar seu caráter durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu caráter. Os dias se passaram e o jovem pode finalmente anunciar a seu pai que não havia mais pregos atrás da porta.
Seu pai o pegou pela mão, o levou até a porta e lhe disse:
- Meu filho, vejo que tens trabalhado duro, mas veja todos estes buracos na porta.
Nunca mais será a mesma.
Cada vez que tu perdes a paciência, deixa cicatrizes exatamente como as que vê aqui. Tu podes insultar alguém e retirar o insulto, mas dependendo da maneira como fala poderá ser devastador e a cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha como uma ofensa física.
Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir adiante. Nos escutam com atenção e sempre estão prontos a abrir seu coração.

4-Música da semana:

Cidade Negra - Soldado Da Paz

não há perigo
que vá nos parar
se o bom de viver é estar vivo
ter amor, ter abrigo
ter sonhos, ter motivos pra cantar...
armas no chão
flores nas mãos
mas se o bom de viver é estar vivo
ter amor, ter abrigo...
vivendo em paz, prontos pra lutar...
o soldado da paz não pode ser derrotado
ainda que a guerra pareça perdida
pois quanto mais se sacrifica a vida
mais a vida e o tempo são os seus aliados
armas no chão
flores nas mãos...
o soldado da paz não pode ser derrotado
ainda que a guerra pareça perdida
pois quanto mais se sacrifica a vida
mais a vida e o tempo são seus aliados
não há perigo
que vá nos parar
se o bom de viver é estar vivo
ter amor, ter abrigo
ter sonhos, ter motivos para cantar...

Música crianças:

Paz,paz, paz
Paz, paz, paz, paz na terra
Paz, paz, paz, para todo o Universo
Alegria, alegria, alegria, alegria na terra
Alegria, alegria, alegria, para todo o Universo
Amor, amor, amor, amor na terra
Amor, amor, amor, para todo o Universo
(EVH vol. 2 música 31)

5-Atividade Integrada da semana:

A FRASE CURIOSA.

1- Todos os participantes estão sentados em forma circular, com uma folha e lápis.
2- Por ordem do professor, cada qual escreverá um nome, quer o seu próprio, quer um outro nome qualquer.
3- Uma vez escrito, todos devem dobrar a folha, para esconder o nome escrito, passando a folha para o vizinho da direita.
4- A seguir, todos devem escrever agora um adjetivo positivo , dobrando novamente a parte, para esconder o adjetivo, passando novamente a folha para o seguinte.
5- Em continuação, escreverão um verbo, um advérbio, um nome, um adjetivo positivo, dobrando e passando a folha como a primeira vez.
6- No final todos lerão a sua folha, estabelecendo a sequência  necessária, e observarão as frases mais curiosas.
(Livro Dinâmicas de Recreação Atividade 03)



Fonte: http://www.projetovaloreshumanos.com.br/planos_de_aula/11_para_que_ficar_bravo_se_basta_ser_inteligente.pdf

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ninguém é igual a ninguém. Aceitando as diferenças 2 - mais atividades.

Hoje continuo com mais atividades para a postagem de ontem sobre aceitar as diferenças. As imagens e sugestões do site que pesquisei são ótimas, porque fazem com que as crianças ao mesmo tempo em que comecem a perceber as diferenças e como lidar com elas, também iniciem uma análise de seu comportamento e o que tem que mudar para viver e conviver melhor. Quisera que adultos também recebessem esses ensinamentos, quantas vezes precisamos não é mesmo? 
Contudo, essa é a proposta do blog, educar crianças mais livres de condicionamentos que não deram certo, e prontas para enfrentar a vida munidas de recursos internos sólidos. :)))











Fonte: http://pt.slideshare.net/andreaperez1971/ninguem-a-igual-a-ninguem?related=5