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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

JOAQUIM E OS FRUTOS. Alimentação saudável.

Imagem google

Joaquim é o filho mais novo de D. Clotilde e também o que dá mais trabalho a ela na hora do almoço. Sabem por que? Porque ele não gosta de comer verduras e legumes... 
E, na hora do almoço ou da janta, viiixee!!! É aquele problemão. 
 _ Joaquim, olha que cenourinha tão bonitinha, ela está enfeitando seu pratinho, mas se você a comer, você ficará mais forte, mais coradinho!... – dizia sua mãe 
 Argh! Que coisa ruim. Não sei pra que existe isso... – respondia o menino, retirando as rodelas de cenoura e as jogando no chão!! Sua mãe o repreendia, então, dizendo se não as comesse, ao menos no chão não deveria jogar, porque chão não é local de lixo e comida não se desfaz assim... 
Mas o menino... Ah! Ele nem estava aí... Ele não queria saber de batata, alface, espinafre, nada nadinha... 
E ainda por cima vivia pegando a batata da cesta e a chutando como se fosse bola de futebol! Sua mãe vivia lhe dizendo sobre quem criou as verduras, os legumes, as frutas, os alimentos.... Vocês sabem quem foi? Isso mesmo, foi Deus e Ele os criou para nos auxiliar, pois através da alimentação saudável ficamos fortes, crescemos e auxiliamos nossa inteligência a se desenvolver também através dos alimentos. Por isso não devemos estragar os alimentos. O Joaquim, no entanto, ah que menino danado! Nem liga para o que a mamãe explica. Um dia, Joaquim estava brincando no quintal e viu seu pai pegar uma porção de carocinhos e enterrá- los na terra. 
E pensou: _ Por que será que papai enterrou aqueles carocinhos? Iixee... acho que ele ficou biruta!!!!! Joaquim gostava muito de jogar bola com seus irmãos no quintal de casa, mas um dia... beeem, um dia, estava chovendo muuuuito e eles não puderam brincar de bola no quintal e Joaquim olhava pela janela para o quintal e pensava: _ Que chuva mais chata! Só serve para estragar nossa brincadeira! Não vale pra nada! No dia seguinte, de manhãzinha... Joaquim pegou sua bola, foi para o quintal e... 
Oh! Surpresa! Que era aquilo ?! No lugar onde o papai enterrara os carocinhos, naquele outro dia, agora tinha uma porção de plantinhas! Ele correu para dentro , chamando o paizão: _ papai, ô Pai!! Corre! Vem ver! Lá no quintal ta cheio de matinho! Vem!!! 
Papai, então, foi com Joaquim no quintal e explicou: _ Quando a gente come uma maçã, uma uva, melancia e outras frutos, verduras ou legumes que tenham caroços, se a gente pegar seus carocinhos e enterrar, com a ajuda do sol e da chuva, esses carocinhos viram uma plantinha, que mais tarde vai dar frutos para gente comer e ficar forte, forte! 
 _ Nossa, pai, que trabalhão para nascer um frutinho! 
 _ Para você ver, filhão. Você me ajuda a cuidar dessas plantinhas, para vermos o fruto que nascerá?
 _ Essa eu quero ver! Ajudo sim! E Joaquim cuidou das plantinhas do quintal, cuidou, cuidou ... até que um dia... _ 
Nossa! Que linda!!! (Que será que tinha nascido!!! Vamos ver? _ Isso, filho – comentou papai – é uma abóbora e é muito gostosa. Vamos leva- la pra mamãe cozinhá- la e nós comermos? _ Vamos! Essa abóbora acho que vou comer– responde Joaquim – parece deliciosa e, depois, foi um trabalhão pra ela nascer , crescer, ficar gordinha e eu não posso jogá- la fora. 
Tanto trabalho pra nada? Esta errado né pai? 
Papai sorriu, concordando com a cabeça. Joaquim, a partir desse dia, passou a comer tudo que sua mãe colocava no seu prato. Ele tinha aprendido a respeitar a natureza, pois viu o trabalhão da mãe natureza pra fazer os frutinhos nascerem, e ele até não mais reclamou da chuva, porque sabia que ela também era importante pras plantinhas. (fonte: AME- JF) 

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Uiiiiii, que mãos tão sujas!

Fonte da imagem:
https://pixabay.com/pt/pessoas-ativos-transporte-crian%C3%A7a-2941987/

Eu conheço duas mãos, a Manela e a Marta; elas são duas irmãs que andam sempre juntinhas e que se ajudam muito uma à outra! Não passam uma sem a outra! Quando é preciso martelar um prego, a Manela segura no martelo e a Marta, no prego; quando é preciso lavar a cabeça, as duas esfregam muito bem o cabelo para este ficar cheiroso; quando é preciso barrar manteiga no pão, a Manela segura no pão e a Marta barra a manteiga…São realmente as melhores amigas!!!
Mas estas irmãs não gostam de estar paradas e estão sempre a inventar coisas para fazer.
Certo dia, fui apanhá-las a mexer num pedaço de barro e a criar uma peça fantástica. É claro que estavam todas sujas…
_Ah, brincar com o barro é tão bom….segura neste bocado, Marta, para eu fazer esta asa da chávena. – dizia a Manela.
_ Já estou a segurar, Manela! Tens muito jeito para as artes, sabias?
_ Oh, então e tu? Não estás a fazer a chávena de barro também? Tens tanto jeito como eu, ora! – exclamou a Manela.
Estavam as duas muito divertidas porque adoravam sujar-se e sentir a argila .
Quando o dia terminou estavam as duas tão cansadas que nem se lavaram, debaixo da torneira, como costumavam fazer. Foram para a cama sem se lavarem.
Pois é, quando as mãos não são lavadas aparecem sempre o Tico e a Teca, que são dois germes muito mauzinhos, porque só gostam de fazer malandrices!
Nessa noite, o Tico e a Teca foram morar nas nossas duas irmãs Manela e Marta. E claro, fizeram das suas! Das mãos foram para a boca e da boca, foram para o estômago. Coitado do estômago, sentiu-se tão mal que começou a doer muito.
_ Ai, ai que dor – queixava-se o estômago – esta dor é muito forte!
_ Então? – perguntaram as mãos – O que te aconteceu?
_ Não sei bem, mas hoje comecei a sentir-me mal e doente…doí-me tudo!
_ Deves ter comido alguma coisa estragada. Já falaste com a boca para saber o que é que ela comeu? – perguntaram Manela e Marta, preocupadas.
_ Já, mas ela não comeu nada estragado!
A boca que estava a ouvir, respondeu – O que comi estava tudo bom, o melhor é perguntar aos olhos se eles viram alguma coisa….
_ Nós, os olhos, vimos que as mãos estavam um pouco sujas…- disseram os olhos.
E a língua exclamou – Pois, eu também senti um sabor diferente quando as mãos vieram à boca!
_ Bem, então está tudo dito – disse o estômago – as mãos não se lavaram e eu tenho dentro de mim o Tico e a Teca, aqueles marotos dos germes que só sabem fazer estragos!
O que vale é que a mão Manela foi buscar um remédio, para dar à boca, para a boca dar ao estômago. E tudo ficou bem.
Em conclusão vos digo, meninas e meninos, lavem sempre bem as mãos com água e sabão.

Fonte:https://www.historias-infantis.com/uiiiiii-que-maos-tao-sujas/

Tema: higiene.

Para colorir:





sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pedrinho disse não! Diga não às drogas!!

Fonte da imagem: http://www.publicdomainpictures.net/?jazyk=PT

 Pedrinho tem dez anos e é um garoto muito esperto. Uma tarde, ele estava indo para casa, quando dois meninos da escola o chamaram.
 - Ei, garoto, vem cá! - Logo eles estavam andando ao lado de Pedrinho.
 - E aí, cara, tudo bem? - disse um deles.
 - Tudo bem. - respondeu e continuou andando.
 - Cara, temos uma coisa legal aqui. Dá uma sensação ótima. Você quer experimentar? - disse o outro.
 - Não, obrigado. - disse Pedrinho, muito sério.
 - É de graça - insistiu - e você vai gostar. E mostraram algo como um cigarro.
 Pedrinho disse que não queria experimentar. Os garotos riram dele.
 Disseram que ele era careta, covarde. Mas o menino seguiu andando para casa sem dizer mais nada.
 À noite, contou ao seu pai o que havia acontecido.
 - Você agiu muito bem, meu filho. Eles lhe ofereceram um tipo de droga. Você lembra que já conversamos sobre isso?
 O menino lembrava. Foi uma conversa muito séria, quando seu pai explicou sobre as drogas e os prejuízos que elas trazem: fazem mal a saúde do corpo e do espírito; atrapalham a vida escolar; e, com o tempo, esse erro leva a não conseguir mais viver sem as drogas; então as pessoas brigam, roubam e, às vezes até matam para manter o vício.
 - É uma realidade muito triste das pessoas que seguem esse caminho, pois é um caminho muito ruim e de difícil retorno. Não devemos nem experimentar.
 Usar drogas é pisar em um chicle. Fica aquele grude ali, é difícil de tirar. É melhor não pisar, não usar drogas.
 Existem vários tipos de drogas: cigarro, bebidas alcóolicas e outras que destroem famílias, causam violência e morte. Drogar- se é como comer lixo.
 Pedrinho concordou, mas achou difícil dizer não, já que os garotos insistiram e riram dele. Ao que o pai explicou:
 - Sei que pode ser difícil dizer não, mas é o correto. Seja firme. Você é um bom filho - disse o pai, e abraçou o menino. - Continue estudando, brinque, faça amizades com outros garotos que também desejam seguir na estrada da saúde e do bem.
 Pedrinho, ainda no colo do pai, prometeu a si mesmo continuar estudando, sempre longe dos maus amigos e das drogas. Porque drogas não é uma atitude inteligente!

Claudia Schmidt




Atividade:

Levar cartolina ou papel pardo e dividir ao meio. Através de recortes de revistas ou desenhos, colocar de um lado tudo que faz bem à saúde e do outro o que prejudica o corpo. Ex: cigarros, imagens de drogas, bebidas, comer muito doces e refrigerantes, e como saudável legumes, frutas, legumes, exercícios físicos.

domingo, 3 de abril de 2016

Falando sobre drogas com crianças e adolescentes.

O corpo como presente de Deus a ser preservado.

Navegando pela internet encontrei o vídeo abaixo e logo lembrei de postar aqui no blog. 
Quando era evangelizadora, o assunto drogas não entrou nas conversas porque eles eram pequenos, a maior parte do tempo trabalhei com crianças até 11 anos, e um assunto assim delicado não se deve antecipar como vocês vão ler no artigo relacionado abaixo.
Pesquisei na internet porque como já citei antes, minha formação é o magistério, embora seja autoditata em psicologia infantil através de livros que li durante muitos anos e coloquei na prática nas aulas com as crianças. 
Portanto a pesquisa é para dar credibilidade ao assunto que é sério.
Todavia, pode-se abordar o assunto de forma indireta como sempre fiz.
Como um dos temas do programa era O corpo e cuidados com o corpo, sempre abordei as normas de higiene e boa alimentação, assim como necessidade de exercícios, evitando ficar muito tempo em frente à televisão e computador.
Nas conversas bem informais, os próprios evangelizandos citavam casos de avós que bebiam (socialmente como se diz) e fumavam. Sempre notei que eles naturalmente achavam aquilo errado, e aconselhava que aconselhassem com educação a qualquer pessoa da família com maus hábitos que aquilo não era certo. 

Para falar sobre drogas com adolescentes, clique AQUI
Magnífico artigo AQUI

NUGGETS
O "prazer" em relacionar, comer, sexual, por leitura, esportes, por uma prática espiritual, em viajar para muitos lugares, em estar sempre triste (sim há os que se comprazem nisso)... Enfim, muitas coisas em nossas vidas giram em torno da busca da satisfação e não há a priori mal algum nisso. O problema surge quando não suportamos lidar com os transtornos da vida, queremos prolongar o prazer como forma de compensação emocional, ou vivemos apenas em função de uma motivação que vise o prazer. Quando fazemos isso, "tudo pode virar droga". E é uma tolice acreditar igualmente que o crescimento e a auto-realização aconteçam sem esforços, sacrifícios, renúncia e frustrações. "A compensação emocional é seu maior inimigo. Quando vocês começam a compensar emocionalmente, sua inteligência, seu crescimento, sua amplitude, sua elevação, sua altitude, tudo vai embora. É como viver bêbado. - Yogi Bhajan Os comportamentos que sustentam os vícios e compensações, são movidos por forças subconscientes que criam um automatismo e roubam de cada um a realidade e a consciência de si mesmos, da realidade, e isso atrai para o convívio de quem se perde nestas repetições, pessoas e situações na mesma frequência, que na verdade nem percebem a nossa existência e singularidade, pois convivem com a nossa compensação, nosso vício ou hábito. Estão ao nosso lado por compartilharem da mesma loucura. Quando entramos no ciclo de qualquer vício estamos mergulhando numa destrutiva solidão, onde o ego se torna um tirano que se eleva enquanto o "espírito" está sendo rebaixado. Não conseguimos mais escutar a nossa voz interior muito menos o outro. Precisamos "de" a qualquer custo. E os Ciclos viciosos e de compensação emocional trazem ainda o elemento opressor da exploração. Quando a consciência fica anestesiada por qualquer vício, seja ela qual for, alguém possivelmente explorará Você e em seguida fará surgir algo tão nefasto quanto o próprio vício. A Vítima ou o consumidor insaciável daquilo que esteja definido como uma possibilidade de bem-estar surge e passa a dominar nossa realidade. Segundo a tradição do Kundalini Yoga, entende-se que podemos ser explorados de oito maneiras: Sexualmente, sensualmente, fisicamente, pessoalmente, mentalmente, monetariamente, socialmente e psiquicamente. Os viciados, compulsivos e que estão em compensação, criam um nicho de mercado e todos querem Você. Vejo as postagens com muitos likes na internet. "Faça ele correr atrás de Você", "Seque a barriga com estes "x" segredos revelados, "abra agora o seu negócio com as dicas que vamos dar, e realize seus sonhos; "Faça isto e tenha uma família harmônica", "Faca o processo X e em 10 sessões terá as respostas de sua vida"... Não importa que as promessas sejam verdadeiras ou não, mas é esta busca pelo mágico, maravilhoso que alimenta a grande oferta de soluções para conquistar o prazer e nos aprisiona ainda mais nos infernos em que vivemos. A animação que ilustrei este texto me faz pensar ainda em outro elemento. A curiosidade que surge no caminho. Há coisas que acabamos por experimentar, pois elas simplesmente estão lá, surgiram como que do nada, talvez sejam presentes do destino, o que custa experimentar apenas uma vez? (um empréstimo, um ato indigno, uma traição, um alucinógeno, um desvio da rota,...) São tantas distrações e ofertas no caminho... Tenho entendido como aluna da vida (e é como aluna que escrevo), que há um "prazer" que os orientais relacionam ao dharma, que também podemos experimentar quando vencemos alguns obstáculos, resistimos a algumas "tentações" que aparecem em nossa trajetória e realizamos com consciência os nossos compromissos, tais "manás" que aparentemente caem dos céus, como aconteciam com os hebreus quando vagavam pelo deserto, surgem no entanto muitas vezes quando de fato nos colocamos num caminho que tenha um propósito superior e quando topamos atravessar nossos desertos. O que escrevo aqui, são apenas algumas ideias... No dejejum de cada dia, alimento o corpo, mas também a mente e emoções com elementos que possam me sustentar integralmente os meus passos no caminho, administrar as surpresas e por vezes escrevo e partilho. Estejamos atentos a cada passo, e procuremos seguir livres de vícios, afinal... "Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo". Carl Gustav Jung
Publicado por Florescer Feminino em Segunda, 28 de março de 2016

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Dudu o menino curioso. Historinha com atividades.

Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/menino-crian%C3%A7a-primavera-natureza-1312756/

Era uma vez um menino chamado Eduardo, seu apelido era Dudu. Um dia, ele foi passear em uma chácara, onde moravam os avós de seu amigo Pedro. Era um lugar muito bonito, com muitas árvores, flores, e também muitos e diferentes animais.
Havia animais que ele nunca tinha visto tão de perto: galos, galinhas, porcos, cavalos e até um sapo verde, que pulava pelas redondezas. Quando ele conheceu o galo, ficou encantado e ao mesmo tempo curioso para saber se o galo podia se comunicar. O som que ele emitia era diferente da maneira como Dudu falava, pois o galo tinha um jeito próprio de se expressar, que era mais ou menos assim (perguntar às crianças como é que o galo fala):

- Có, có, có...

Em seguida, Dudu passou pelo pato, que também falava, mas de outra maneira (perguntar às crianças como é que o pato fala):

- Quá, quá, quá...

Dudu começou então a imitar os animais, e se divertiu muito (perguntar que animais as crianças conhecem e pedir que façam o som de cada animal citado).

Depois, Dudu perguntou para sua mãe:

- Mãe, todos os animais se comunicam?

- Sim – respondeu a mãe.

- E todos ele têm nariz, boca e olhos?

- Todos os bichos foram criados por Deus, que é um Pai muito bondoso.

Todos os bichos que você viu: galos, galinhas, porcos, cavalos e o sapo possuem boca para falar e ouvem os sons com suas orelhas. Também tem nariz para respirar e sentir o cheiro das coisas. E como nós, têm olhos para ver esse mundo lindo criado por Deus. Porém as crianças, os homens e as mulheres têm mãos para pegar os objetos e senti-los e os animais possuem patas que fazem a mesma coisa. Tudo isso são presentes de Deus para com seus filhos, que somos todos nós.
- Puxa vida! Quanta coisa para agradecer a Deus... Se eu não tivesse boca como eu ia comer? Como é que eu ia falar? E se não tivesse ouvidos para ouvir, não poderia escutar a conversa dos bichos. Se não tivesse nariz, como eu ia respirar? Como sentir o cheiro das flores e da comida gostosa que a vovó faz? E os olhos? Como são importantes... Se não tivesse olhos não poderia ver o mundo todo... E se não tivesse mãos, como iria pegar as coisas, carregar os brinquedos, e pegar na sua mão para atravessar a rua?
- Pois é, meu filho, não esqueça de agradecer a Deus o corpo físico que você possui. Ele é um presente de Deus.
História: Mara Winsh e Claudia Schmidt
Tema: comunicação, cuidados com o corpo.


Responsabilidade: Grupo Espírita Seara do Mestre

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O meu corpo é meu. Preparando as crianças para a autodefesa.

Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/western-irm%C3%A3s-ver%C3%A3o-crian%C3%A7as-1322375/

Em tempos de pedófilos e pela vulnerabilidade infantil com a internet, pais e educadores devem estar atentos para preparar os filhos e assim ensiná-los a se proteger, porque as crianças devem estar preparadas para a vida e não super protegidas.

1. O MEU CORPO É MEU.

2. Eu sou a Clara e tenho algo de muito especial: o meu corpo. Pertence-me só a mim.
3. Quando era bebé, claro que o meu corpo era muito diferente.
4. Eu não paro de crescer. O meu corpo e eu mudamos.
5. Tenho orgulho em mim e no meu corpo.
6. Às vezes gosto de estar junto de alguém. Então os nossos corpos tocam-se.
7. É bom quando o papai pega em mim ao colo. Gosto de me aconchegar a ele.
8. Sinto-me confortável no colo da minha avó! Ficamos muito juntinhas.
9. Não é nada fácil segurar um bebé! Quando lhe seguro nas mãos, ficamos muito próximos.
10. Quando faço cócegas ao meu amigo, tocamo-nos e rimo-nos muito.
11. Tocar-se é algo de muito especial. Só eu é que decido se quero que me toquem e por quem.
12. Porque às vezes não quero que me toquem.
13. Não acho nada engraçado quando alguém me faz cócegas com muita força. Eu não quero.
14. Acho desagradável quando alguém me lambuza com beijos. Também não quero.
15. Também não gosto que um cão me lamba com a sua língua molhada.
16. Sinto-me presa quando alguém me agarra com muita força. Não quero.
17. Sempre que alguém me toca e eu não gosto…
18. … digo: “Deixa-me. Não me toques. Não quero.”
19. Quando me dizem que devo tocar em alguém e eu não quero, digo que não:
20. “Não me apetece tocar-te! Não quero!”
21. Ora tenta lá TU dizer em voz alta: “Não quero que me agarres!” e “Não, não quero agarrar-te!”
22. É bom tocar-se quando os dois querem. Contigo também é assim?
23. Mas, se não me sinto bem com isso, não deixo que me toquem. E digo: “Não!” Só eu é que decido quem toca em mim e quando. E tu também.
24. Por vezes há pessoas que não param quando dizes “Não” e continuam. Tens mesmo de te defender contra elas! Se sozinha não consegues, então conta a alguém em quem confies e deixa que te ajudem.
25. Pensa nisto: O teu corpo é só teu. É algo de muito especial.

Família Mein Körper gehört mir! Binlach,Loewe Verlad, 2008


Dinâmica: 

Tem uma dinâmica bem legal que já usei e deve ser usada para estabelecer limites, mas pode servir para o tema de hoje
Não recordo o nome, mas consiste em formar duplas.
Uma criança será o escultor, a outra a escultura.
O escultor sem tocar no parceiro, deverá com as mãos, a uma boa distância e sem falar, executar comandos com o corpo do outro de maneira que mude a posição. 
Por exemplo, aproxima as mãos da cabeça inclinando para um lado, levanta um braço e assim por diante. Tudo será feito em silêncio.
Após as crianças invertem o papel de modo que cada um experimente as duas sensações. 

Após perguntar o que sentiram e caso surja alguma dúvida, utilizar o texto para exemplificar. 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Escolinha do Mar (História Infantil de Ruth Rocha)

Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/peixinho-peixes-koi-carp-30837/

A escola de dona Ostra fica lá no fundo do mar.
Nesta escola, as aulas são muito diferentes.
O Dr. Camarão, por exemplo, dá aulas aos peixinhos menores:
- Um peixe inteligente presta atenção àquilo come minhoca com anzol dentro. Nunca!
O peixe elétrico ensina a fazer foguetes:
- Quando nosso foguete ficar pronto, vamos à terra.
Os homens não vão a Lua?
E o maestro Villa-Peixes ensina aos alunos lindas canções:

“Como pode o peixe vivo
Viver fora d’ água fria...”

Os alunos desta escola não são apenas peixes.
Há, por exemplo, Estela, a pequena estrela-do-mar, tão graciosa, que é a primeira aluna da aula de balé.
Há Lulita, a pequena lula, que é a primeira em caligrafia porque já tem, dentro dela, pena e tinta.
E há o siri-patola, que só sabe andar de lado e por isso nunca acompanha a aula de ginástica.
Mas nem todos os alunos são bem-comportados.
Quando o Dr. Camarão se distrai, escrevendo na concha, Peixoto, o peixinho vermelho, solta bolhas tão engraçadas que os outros riem, riem.
O Dr. Camarão se queixa:
- Estes meninos estão ficando muito marotos, fazem estripulias nas minhas barbas!
No fim do ano, Dona Ostra, que é uma professora muito moderna, leva seus alunos para uma excursão pelo fundo do mar.
Naquele ano, os preparativos para a excursão foram animadíssimos.
Vocês sabem, o melhor da festa é esperar por ela.
Um grande ônibus foi contratado para levar os alunos e professores.
Ônibus marítimo, é claro, puxado por cavalos-marinhos.
No dia da partida, todas as mamães foram despedir-se dos filhinhos e todas faziam muitas recomendações:
- Veja lá, hein? Não vá chegar à beira do ar, e cuidado com as gaivotas!
- Meu filho, não chegue perto do peixe-elétrico quando ele estiver ligado. É muito perigoso!
- Adeus, adeus, boa viagem, aproveitem bem!
E eles aproveitaram mesmo.
Que beleza é o fundo do mar!
E como aprenderam!
- Veja, dona Ostra, que peixão tão grande, dando de mamar ao peixinho!
- Aquilo não é peixe, não, é uma baleia. As baleias são de outra família. Aparentadas com o homem. Por isso dão de mamar aos filhotes.
E aprenderam muitas outras coisas.
Viram os peixes-voadores, que davam grandes mergulhos no ar; viram os golfinhos, que são parentes das baleias, inteligentíssimos.
E os tubarões, muito emproados, que andam sempre com seus ajudantes, os peixes-pilotos.
O mais emproados de todos é o Barão Tubarão.
Mora num grande castelo de madrepérola, com seu filho, o Tubaronete.
Naquela noite, acamparam perto do castelo do Barão.
Todos ajudaram a armar o acampamento e, quando tudo ficou pronto, juntaram-se e começaram a cantar;

“Roda, roda, roda,
pé, pé, pé.
Caranguejo só é peixe
Na enchente da maré...”

Ouvindo aquela cantoria, o Tubaronete veio espiar o que havia.
Ele era um peixe muito mal-educado, não ia á escola, nem nada, era um verdadeiro “play-peixe”.
Começou a caçoar de todos, a imitar o jeito de cada um, que é uma coisa muito feia.
Dona Ostra ficou aborrecida.
- Olhe aqui, menino, se você quiser, pode ficar, mas tem que se comportar direitinho, como os outros.
Tubaronete era mesmo muito mal-educado.
Avançou para dona Ostra, vermelhinho de raiva:
- Eu não preciso de vocês, seus peixes de água doce, seus peixes de lata!
E arrancou a pérola de dona Ostra e fugiu, espirrando água para todos os lados.
Dona Ostra se pôs a chorar:
- Ai, minha pérola! Como é que vou passar sem ela? Já estava tão acostumada...
- Ah, dona Ostra, não se aflija, não - disse Peixoto, que, apesar de pequenininho, era muito valente.
- Eu vou já ao castelo buscar a pérola. Se ele não devolver, falo com o pai dele!
Dona Ostra empalideceu:
- Ai, não vai não! Eu tenho tanto medo de tubarão, ainda mais de tubarão barão.
- Eu vou, sim. Se a gente ficar de braços cruzados, sua pérola não volta nunca mais.
Chegando ao palácio do Barão, Peixoto bateu as barbatanas com toda a força:
PLAC, PLAC, PLAC!
Veio atender ao portão uma senhora enguia, de uniforme preto e touquinha branca na cabeça.
- Boa noite, dona Cobra, diga ao Tubaronete que aqui está o Peixoto, que quer falar com ele sem demora – disse o peixinho.
- Cobra, não! Dobre a língua, ouviu? Meus patrões não têm tempo a perder com senhores Peixotos...
E foi entrando, sem querer escutar o que Peixoto estava dizendo.
Mas Peixoto não desanimou.
Rodeou a casa até que encontrou uma janela meio aberta e foi entrando, mesmo sem convite.
Lá estavam o Barão e o Tubaronete jantando.
Peixoto, com o coração batendo muito, adiantou-se:
- Desculpe, seu Barão, eu ir entrando assim, mas tenho umas contas a ajustar aqui com o seu filho. Cadê a pérola de dona Ostra? Devolva já, já!
Tubaronete até engasgou de susto:
- Eu ia devolver, eu ia, sim! Tome a pérola, eu estava brincando...
O Barão Tubarão levantou-se, furioso:
- De que é que vocês estão falando? Pelo que vejo, o senhor meu filho já aprontou mais uma das suas! É a vergonha da família Tubarão!
Vou-lhe aplicar um castigo tremendo!
Peixoto ficou com pena de Tubaronete:
- Olhe, seu Barão, eu acho que o Tubaronete é assim, por que ele não sabe nada. Por que é que ele não vai á escola como os outros peixes?
O Barão não disse nada, mas, no ano seguinte, Tubaronete foi o primeiro aluno que se matriculou na escola de dona Ostra.
Faz muito tempo que essa história se passou.
Tubaronete já não é mais aquele peixe sem educação que era naquele tempo.
Ele, agora, é aluno de dona Ostra, dos mais aplicados.
É ele quem apaga a concha para os professores, e é agora o melhor amigo do Peixoto.
Os dois combinaram que, quando se formarem, vão ser sócios.
Vão fundar uma grande agência de turismo, para fazerem sempre outras viagens pelo fundo do mar.

Temas: a importância do estudo, respeito ao professor, honestidade.

Perguntas:

Para quem o Dr. Camarão dá aulas?

O que ele ensina aos seus alunos?

Quem ensina a fazer foguetes?

Quem são os alunos da Escolinha do Mar?

Todos os alunos são bem comportados? E Você como se comporta na escola?

Porque Tubaronete era mal comportado?

Você acha que Tubaronete aprendeu a lição?

E você, o que aprendeu com essa historinha?



Assim como o Dr. Camarão ensina que os peixes inteligentes não comem minhoca com anzol dentro, criança inteligente obedece aos pais, tem alimentação saudável e bons hábitos de higiene.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Alice no país das Maravilhas - autoconhecimento - atividades divertidas!!!

Iniciar a atividade do dia lendo os posts anteriores sobre o Livro Alice no País das Maravilhas

clicando http://virtudesaqui.blogspot.com.br/search/label/Alice%20no%20pa%C3%ADs%20das%20maravilhas


Alice fala consigo mesma:

E ontem as coisas estavam tão normais! O que será que mudou à noite? Deixe-me ver: eu era a mesma quando acordei de manhã? Tenho a impressão de ter me sentido um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu”?”Ah! esta é a grande confusão!”

Perguntas: 

Você é sempre o mesmo, ou acha que está mudando a cada dia?

Podemos mudar para melhor, amadurecer, ter responsabilidades sobre nossos atos e isto é muito fantástico!!

Atividade:

Faça a sua linha do tempo com os fatos mais importantes da sua vida. Exemplo:
                                                                                                                                                                       /                              /                                           /
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Dia/Mês/Ano                    
Do nascimento / entrei na escola / conheci meu melhor amigo/                      nasceu meu                                                                                                                               irmão/irmã


Cada um fará sua linha do tempo comentando depois as mudanças que aconteceram entre um fato e outro.

Quem sou eu?

Tentar explicar e depois fazer um desenho de como você é e como quer ser.
Se os desenhos forem diferentes nas características físicas, falar sobre aceitar o seu corpo, e os cuidados com o corpo, porque cada um tem o corpo necessário à sua evolução.

Deus nos deu um corpo novinho ao nascer para que ele sirva à nossa evolução.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O carneiro revoltado. Linda historinha para trabalhar o corpo.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=41754&picture=o-casaco-de-pele-2

“Certo carneiro, muito inteligente, mas muito indisciplinado, reparou os benefícios que a lã espalhava em toda parte e, desde então, julgou-se melhor que os outros seres da Criação, passando a revoltar-se contra a tosquia”.
 - Se era tão precioso - pensava -, por que aceitar a humilhação daquela tesoura enorme?
Experimentava intenso frio, de tempos a tempos, e, despreocupado das ricas rações que recebia do redil, detinha-se apenas no exame dos prejuízos que supunha sofrer.
Muito amargurado, dirigiu-se ao Criador.
 - Meu Pai, não estou satisfeito com a minha pelagem. A tosquia é um tormento... Modifique-me, Senhor!...
- Que deseja que eu faça?
 Vaidosamente, o carneiro respondeu ao Criador: - Quero que minha lã seja toda de ouro.
A rogativa foi satisfeita. O carneiro tornou-se todo de ouro.
Assim que o orgulhoso ovino se mostrou cheio de pêlos preciosos, várias pessoas ambiciosas atacaram-no sem piedade. Arrancaram-lhe, violentamente, todos os fios, deixando-o em chagas. Infeliz, a lastimar-se, correu para o Altíssimo e implorou: - Meu Pai mude-me novamente! Não posso exibir lã dourada... encontraria sempre salteadores sem compaixão.
- Que quer que eu faça?
O carneiro, com mania de grandeza, suplicou: - Quero que minha lã seja lavrada em porcelana primorosa.
E o carneiro teve sua lã transformada em porcelana.
Logo que o carneiro tornou ao vale, apareceu no céu enorme ventania que lhe quebrou todos os fios, dilacerando-lhe a carne. Aflito, queixou-se ao Todo-Misericordioso: - Pai renove-me!... A porcelana não resiste ao vento... Estou exausto...
 - Que deseja que eu faça?
O carneiro nem pensou e foi dizendo:- Para não provocar ladrões nem me ferir com porcelana, quero que minha lã seja feita de mel.
O Criador satisfez o pedido.
A lã do carneiro tornou-se do mais puro mel. Mas, logo que o pobre se achou no redil, bandos de moscas asquerosas cobriram-no em cheio e, por mais que corresse campo afora, não evitou que elas lhe sugassem os adocicados.
O mísero voltou ao Altíssimo e implorou: - Pai modifique-me... as moscas deixaram-me em sangue!
 - Que quer que eu faça?
O carneiro pensou, pensou e considerou: - Eu seria mais feliz se minha lã fosse semelhante às folhas de alface.
Atendido, voltou à planície, na caprichosa alegria de parecer diferente dos demais.
Quando alguns cavalos puseram os olhos no carneiro, ele não conseguiu melhor sorte que de outras vezes. Os eqüinos prenderam-no com dentes e, depois de lhe comerem a lã, abocanharam-lhe o corpo. O carneiro correu na direção do Juiz Supremo, gotejando sangue das chagas profundas, e, em lágrimas, gemia: O Todo-Compassivo, vendo que ele se arrependera com sinceridade, observou:
 - Meu Pai, não suporto mais!...Não pretendo a superioridade sobre meus irmãos.
- Reanime-se, meu filho! Que pede agora?
O carneiro infeliz pediu em pranto: - Pai quero voltar a ser um carneiro comum, como sempre fui.
E terminou: - Quero ser simples e útil, qual o Senhor me fez.
- Hoje sei que meus tosquiadores são meus amigos. Nunca me deixaram ferido e sempre me deram de beber e de comer.
O Pai sorriu bondoso, abençoou-o com ternura e falou: - Volte e siga o seu caminho em paz. Você compreendeu, enfim, que meus desígnios são justos. Cada criatura está colocada, por minha Lei, no lugar que lhe compete, e, se você pretende receber, aprenda a dar.
Então o carneiro, envergonhado, mas satisfeito, voltou para o vale, misturou-se com os outros e daí por diante foi muito feliz”.

Do livro Alvorada Cristã, Neio Lúcio - Francisco Cândido Xavier, cáp. 21


Moral da  história: 

Deus nos deu um corpo perfeito para nossa evolução, por isto devemos cuidar do nosso corpo comendo comida saudável, praticando exercícios, tendo uma boa higiene, e cuidando também tudo o que lemos e assistimos na televisão, porque devemos também cuidar da mente com o mesmo carinho dedicado ao corpo.

Atividades:

Perguntas: o carneiro estava feliz com o seu corpo?

Porque ele achava que era superior?

O que aconteceu quando Deus satisfez seus desejos concedendo outras pelagens?

Qual a lição que ele ficou para pedir que voltasse a ser novamente como os outros carneiros?

Como podemos evoluir para agradecer a Deus pelo nosso corpo? - fazer o bem.

Quais atitudes demonstram gratidão a Deus pelo meu corpo físico?

Amando o nosso corpo físico do jeito que Deus nos deu, pois ele é instrumento de nosso aprendizado na Terra. Tendo bons pensamentos: os bons pensamentos nos propiciam bons sentimentos que nos farão realizar boas ações.

Citar exemplos de boas ações: 


ser amigo, falar sempre a verdade, obedecer aos pais e professores, estudar, ser pacífico (não brigar), ajudar quando solicitado ou mesmo sem ser solicitado, pedir desculpas, perdoar, respeitar o próximo, compartilhar as coisas boas, falar palavras bonitas. 

O que acontece conosco quando praticamos boas ações? 


Quando praticamos boas ações nós nos sentimos bem, fazendo com que estejamos sempre em harmonia, trazendo bem estar e saúde para o nosso corpo físico. 

Dinâmica – colocando em prática o que aprendeu.

         Nesse momento o educador poderá escolher alguma dinâmica em que todos possam participar para posteriormente após o termino da mesma, conversar com as crianças sobre a conclusão que chegaram sobre o assunto da aula.

         Sugestão usada nessa aula: carinhas felizes e tristes pregadas na ponta de palitos de churrasquinho.

         O educador  deverá formular frases que sugestionem o comportamento da criança através da apresentação das carinhas. 

         Cada criança  deverá escolher duas carinhas: uma feliz, outra triste e ir apresentando como respostas para as perguntas do educador.


         Sugestão de perguntas:


         Quando ajudo minha mãe nos afazeres domésticos fico...

         Quando estudo para tirar notas boas na prova fico...

         Quando brigo com meu irmão(a), fico...

         Quando divido meus brinquedos com meus colegas fico...

         Quando ajudo alguma pessoa que esta precisando de ajuda fico...

         Quando falo mentiras fico...

Fonte de pesquisa: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/corpinstespirito3.htm

Idade sugerida: cinco, seis, sete e oito anos.

sábado, 29 de agosto de 2015

O meu corpo. Cuidados com o corpo.

Fonte:https://pixabay.com/pt/crian%C3%A7a-menina-kambotscha-649021/



Essa atividade é para evangelizadores mas pode ser adaptada. A ideia é falar do corpo, da importância de cuidarmos do corpo evitando comer "porcarias", manter a higiene, comer frutas e legumes. 
Sem o corpo saudável não podemos interagir na sociedade usando todo o nosso potencial mental e espiritual. 
As crianças podem criar seus textos a partir das ideias.
Cada página deverá ser ilustrada com lápis de cor.
Ao final grampear e formar um livrinho. Eles adoram!!!!