Mostrando postagens com marcador fábulas com moral da história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fábulas com moral da história. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2019

A SERPENTE E O VAGALUME. Linda fábula sobre a inveja.


Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume. 
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada... 
 No terceiro dia, ja sem forças o vagalume parou e perguntou à cobra: 
 - Posso lhe fazer três perguntas? 
 - Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar... 
 - Pertenço a sua cadeia alimentar ? 
 - Não. 
 - Eu te fiz algum mal? 
 - Não. 
 - Então, por que você quer acabar comigo? 
 - Porque não suporto ver você brilhar... 

Fonte: http://www.antroposofy.com.br/forum/download/contos_e_lendas/A%20serpente%20e%20o%20vagalume.pdf

Moral da história: 

Algumas pessoas querem destruir o que não conseguem ser, mas você acha justo?
Qual o nome desse sentimento?
Você acha um bom sentimento?

Através do diálogo concluir que podemos ser melhores e aumentar o nosso brilho sem precisar prejudicar aqueles que julgamos ser melhores do que nós.

Atitudes para ser uma pessoa melhor:

Cultivar a educação, fazer o bem, estudar, ler e se instruir, ajudar nas tarefas de casa, ajudar os colegas de escola com algum tipo de dificuldade.
A seguir pedir sugestões de outras ações no bem. 

Atividade:

Origami de cobra:




Imagem Google.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O Leão e o Rato.

Fonte da imagem: google.

Estando o Leão dormindo, alguns Ratos brincavam em torno dele. Em dado momento, pularam em cima, acordando-o. O Leão pegou um deles com a intenção de matá-lo, mas como o Rato pedia insistentemente, acabou soltando-o. Passado pouco tempo, o Leão caiu em uma rede que os caçadores haviam armado, ficando preso apesar de suas forças. O Rato, sabendo do ocorrido, foi até a armadilha e com muito empenho começou a roer as cordas, até que, rompendo a armadilha, o Leão ficou livre, como recompensa pela misericórdia que tivera.

Esopo.

Moral da história: agradecer o bem com o bem. 

Origami de rosto de rato.


Imagem google.

domingo, 27 de janeiro de 2019

O VELHO CÃO DE CAÇA.


Houve um velho cão de caça que tinha trabalhado muito durante longos anos; estava velho, cansado e doente. Mas seu dono insistia em levá-lo para caçar.

               Aconteceu que durante uma exaustiva caçada pelas montanhas, o velho cão conseguiu apanhar um grande veado; agarrou-o por uma das patas, mas seus dentes já velhos e estragados não conseguiram segurar o ágil animal.
               Desesperado, o dono ficou furioso e começou a bater com chicote no pobre cão. O fiel animal disse-lhe tristemente:
               - Senhor, tenha piedade! não bata no seu antigo servo; eu de boa vontade continuaria a servir-lhe como antes, mas estou velho e faltam-me forças. Se hoje não sou de grande utilidade, lembre-se dos bons tempos em que lhe prestei todos os serviços solicitados.
.
MORAL DA HISTÓRIA

         Hoje muitas pessoas desprezam os velhos pela sua fraqueza e falta de energia. Não é justo que se esqueçam dos bons tempos que dedicaram ao trabalho em benefício da família e da sociedade. 

Uma fábula de Esopo 
Por Nicéas Romeo Zanchett 

Fonte: http://asfabulasdeesopo.blogspot.com/

quarta-feira, 9 de maio de 2018

O cachorro e a sombra.


Um cachorro, ao cruzar uma ponte sobre um riacho carregando um pedaço de carne na boca, viu sua própria imagem refletida na água e pensou que fosse outro cachorro com um pedaço com o dobro do tamanho do que carregava.Ele então largou sua carne, e, ferozmente atacou o outro cachorro para tomar-lhe aquele pedaço que era bem maior que o seu. Agindo assim ele perdeu ambos; Aquele que tentou pegar na água, pois era apenas um reflexo; e o seu próprio que caiu no riacho e foi levado pela correnteza.
Moral da História:
Quem desiste do certo pelo duvidoso é um tolo duas vezes imprudente.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Os dois Alforjes (La Fontaine).

Imagem google.

Um dia Júpiter convocou os animais para comparecerem diante dele, a fim de que, comparando-se uns com os outros, cada animal reconhecesse o próprio defeito ou a própria limitação. Assim, Júpiter poderia corrigir as imperfeições.
E os animais, um a um elogiavam a si próprios, gabavam-se de suas qualidades e só relatavam os defeitos alheios. O macaco, ao ser questionado se estava feliz com seu aspecto, respondeu:
— Mas claro que sim! Cabeça, tronco e membros, eu os tenho perfeitos. Em mim, praticamente, não acho defeitos. É pena que nem todo mundo seja assim... — Os ursos, por exemplo, que deselegante!
O urso veio em seguida, mas não se queixou de seu aspecto físico, até se gabou de seu porte. Fez críticas aos elefantes: orelhas demasiadamente grandes; caudas insignificantes. Animais grandalhões, sem graça e sem beleza.
Já o elefante pensa o oposto e se acha encantador; porém, a natureza exagerou, para o seu gosto, quanto à gordura da baleia.
A formiga, ao falar da larva, franze o rosto:
— Que pequenez mais triste e feia!

Moral da história:

Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes: no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o alforje com os próprios males.
De tal modo que são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergam com nitidez os defeitos dos outros.

La Fontaine.

Analisando a fábula: através de perguntas, levar à conclusão:

Um  dos problemas dos homens, consiste em ver o mal dos outros, antes de ver o mal que está em nós. Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: Que pensaria eu, se visse alguém fazer o que faço?

sábado, 15 de abril de 2017

A MARGARIDA FRIORENTA.

Fonte: Google

 Era uma vez uma margarida em um jardim.
 Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.
Fonte: Google


 Ai passou a Borboleta Azul.
 A borboleta parou de voar.
 - Por que você esta tremendo?
 - Frio!
 - Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
 A Margarida deu uma espiada na noite.
 E se encolheu nas suas folhas. A Borboleta teve uma ideia:
 - Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
 -Psiu, acorde!
 - Ah? E você, Borboleta? Como vai?
 - Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
 - O que e que ela tem?
 - Frio, coitada!
 - Então já sei o remédio. E trazer a Margarida para o meu quarto.
 - Vou trazer já.



A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
 - Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
 Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem.
 Ana Maria abriu a porta para eles. E deu um biscoito para Moleque.
 A Margarida ficou na mesa de cabeceira.
 Ana Maria se deitou. Mas ouviu um barulhinho. Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo.
 - Que e isso?
 - Frio!
 - Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
 Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum. E vestiu o casaquinho na Margarida.
 - Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos. Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria. A Margarida continuou a tremer.
 Ana Maria acordou com o barulhinho.
 - Outra vez? Então já sei. Vou arranjar um a casa para você!
 E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida. Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho.
Era a Margarida tremendo.
 Então Ana Maria descobriu tudo.
 Foi lá e deu um beijo na Margarida.
 A Margarida parou de tremer. E dormiram muito bem a noite toda.
 No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
 Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
 E a Borboleta respondeu:
 - Ah! Entendi!


 Autoria: Fernanda Lopes de Almeida.  

Fonte: http://www.cvdee.org.br/evangelize/pdf/3_0382.pdf

Temas: Solidariedade, Carinho, afeto, amor à natureza e aos animais.

terça-feira, 28 de março de 2017

Os Carneiros e o Açougueiro.

Alguns Carneiros estavam juntos num redil quanto entrou um Açougueiro. Permaneceram quietos e nem fizeram caso disso. O Açougueiro pegou um deles e o matou. Nem vendo o sangue daquele temeram o outros. Assim foi em seguida, matando o Açougueiro um a um até que o último, vendo-se nas mãos dele, disse: 
- Com razão devemos sofrer, pois vendo aquilo que seria mal para todos não quisemos entender. No princípio, quando éramos muitos, mesmo que fosse com cabeçadas, poderíamos nos defender e não o fizemos. Agora, pensando nisso, estou só e não posso me preservar, dessa maneira acabamos todos.

Esopo.

Moral da História: como diz o ditado popular, a união faz a força.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O melhor e o pior. Texto sobre comunicação, a força das palavras.

O rei chamou um dos seus criados e disse-lhe:
— Vai por todas as cidades e aldeias do meu reino e traz-me a coisa melhor que encontrares.
Pouco tempo depois, o criado regressava com uma língua numa bandeja. E disse ao rei:
— Majestade, a língua é a melhor coisa. Com ela os crentes louvam a Deus, os namorados falam de amor, os educadores ensinam, os bons políticos fazem acordos de paz, os que fizeram o mal dizem palavras de perdão, os bondosos dizem palavras de amor.
Ao ouvir isto, o rei ficou com curiosidade para saber qual era a pior coisa que existia no reino. Disse então ao mesmo criado:
— Percorre de novo o meu reino e procura a coisa pior que encontrares.
Ele regressou rapidamente e, com grande surpresa do rei, trouxe de novo uma língua. O rei ficou surpreendido. Mas ele explicou:
— Majestade, a língua destrói o amor entre as pessoas, espalha mentiras, insulta, cria ódios, incita ao crime. O rei ficou contente por ter um criado tão sábio.

A língua, de fato, é a melhor coisa e a pior coisa. Sentimo-nos tristes quando a ouvimos a dizer mentiras, insultos e calúnias. Mas alegramo-nos sempre que a escutamos a pronunciar palavras de amor e de perdão.

Autor desconhecido.



Atividades:

Colorir e refletir:


Snoopy está bravo na imagem. 
Diga com suas palavras o motivo. 
Será que ouviu boas palavras ou palavras de rancor, más palavras. Escreva 5 palavras bonitas que deixam você feliz e 5 palavras más que você não gosta.
Prometa a si mesmo cuidar com o que a sua língua vai dizer daqui para a frente. 


Olhando para esse cachorrinho, você acha que ele te diria boas palavras?
Você acha que ele está feliz? Por quê?
Vale a pena cuidar dos seus sentimentos para ser uma pessoa melhor? Por quê?

Postagens semelhantes:







quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A Chuva do Elefante.

Imagem Google.

Em um escaldante deserto africano, onde a lua esquenta a noite como o sol esquenta o dia, moravam bichos de todos os tipos. Todos eram amigos, mas dois em especial: um passarinho amarelinho muito sabido e um elefante muito divertido, amigo leal. O passarinho era super tagarela, vivia piando suas histórias de viajante aventureiro. Certo dia encontrou um amigo, um grande amigo - grande mesmo - e bem pesado, o elefante. Só havia um probleminha, o pobre elefante vivia gripado, sempre resfriado, uma virose que nunca sarava. 
Já viu um elefante gripado? Já imaginou o que aquela tromba gigante é capaz de fazer quando espirra? Pois é!
Mas os dois amigos formavam uma dupla perfeita. O passarinho pousava no lombo do seu amigo, bem atrás de suas enormes orelhas. Lá piava suas histórias e se protegia dos espirros do amigo. O elefante que não fazia ideia do que havia no mundo além do deserto. Ficava encantado com todas as histórias de seu amigo. O passarinho lhe contava sobre a variedade de bichos, árvores, frutos, mares, rios e muitas outras coisas que existem pelo mundo a fora. Mas uma história chamou a atenção do elefante mais que todas as outras: Era sobre um lugar chamado floresta tropical, seu clima e chuvas que caiam do céu sem parar. O elefante fechou os olhos e sonhou com a chuva caindo no deserto, e era maravilhoso.
Então decidiu fazer seu sonho se tornar realidade e ir até a floresta tropical para trazer um pouco da chuva para o deserto. Chamou todos os bichos para anunciar sua decisão. Todos ficaram animados e fizeram uma festa de despedida. E, junto de seu amigo aventureiro, saiu pelo mundo à procura da tal floresta tropical. O passarinho voava e lhe mostrava o caminho, e assim o elefante ia espirrando e fungando. Por onde passava, conhecia novos bichos, novas árvores, novos frutos. Até que finalmente chegaram a uma grande floresta tropical. Sentiu as gotas da chuva sobre seu couro seco e enrugado, era uma sensação maravilhosa.
Esticou sua tromba para o céu até alcançar uma nuvem e sugou cada gotinha de chuva que pôde.  E com seu amigo passarinho como guia, percorreu todo o caminho de volta com muito cuidado. Foram muitos dias de viagem, mas o elefante estava empolgado e foi levando as gotinhas de chuva em sua tromba. Quando chegou até sua casa, lá estavam todos os bichos do deserto esperando ansiosos e curiosos para saber da tal chuva.
O elefante não se conteve de tanta emoção. Estava muito feliz de ter conhecido tudo o que viu e estava muito satisfeito de ter chegado a seu lar. A felicidade era tanta que cresceu uma vontade grande de espirrar e, antes que pudesse segurar, deu o maior espirro de sua vida:
- ATCHIIIIIIIIIIMMM!!!!! 
E toda água da chuva que trouxera com tanto cuidado fugiu disparado de sua tromba para bem alto, foi até o céu e caiu sobre toda a África como uma chuva em terras tropicais.
A bicharada logo sentiu a chuva cair e ficaram encantados. Fizeram festa e aproveitaram para se refrescar. Os passarinhos voavam e dançavam no céu. Os hipopótamos corriam para brincar nas poças de água. Os leões, pela primeira vez, ficaram de jubas murchas. As girafas, com aqueles pescoções longos, serviram de escorregadores para os macacos. Foi pura diversão, todo o deserto estava em festa com a chuva da tromba do elefante.
Dizem que foi assim que começou a chover no deserto, se é verdade ou apenas história de passarinhos amarelinhos, talvez nunca saberemos, mas uma coisa é certa: quando seguimos nossos sonhos, podemos realizar tudo, até fazer chover no deserto.

Fonte: Blog Coruja Garatuja

Colorir:



Historinhas semelhantes:





sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O leopardo e a raposa.

Imagem Google.

Uma raposa e um leopardo estavam deitados descansando depois de um laudo jantar e se distraíam falando da própria beleza. O leopardo tinha muito orgulho de sua pele lustrosa e toda pintada, e dizia à raposa que ela era completamente sem graça. A raposa se orgulhava da bela cauda estufada com a pontinha branca, mas tinha o bom senso de reconhecer que não chegava aos pés do leopardo em matéria de aparência. Mesmo assim, continuou com suas brincadeiras, fazendo troça do outro só pelo prazer da discussão e para não perder a prática. O leopardo já estava quase perdendo a paciência quando a raposa levantou bocejando e disse:
- Você pode ter um pelo muito requintado, mas estaria mais bem servido se tivesse um pouquinho mais de requinte dentro da cabeça e menos ao redor das costelas, como eu. Para mim, beleza de verdade é isso.

Moral: Nem sempre bela embalagem anuncia belo recheio.


Esopo.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O Último Pedido Da Minhoca.

Imagem google.

Em um solo seco e arenoso, surgiu um buraquinho. Neste solo raramente chovia e nada nascia, saiu do buraquinho uma minhoca fraquinha que mal conseguia rastejar.
Naquele solo não havia vegetação, e para viver quase não tinha condição. Com muito esforço, a minhoca percorria persistente atrás de um novo chão.
O lugar mais seguro para uma minhoca é em baixo da terra, do lado de fora existem perigos de montão. Mas isso não desmotivava a pequena minhoca que parecia frágil, mais tinha muita determinação em procurar um novo chão.
Do solo seco de onde a minhoca saiu, todos os vizinhos repetiam sempre a mesma coisa:
- Não seja atrevida, aqui você é minhoca, mas lá fora é comida!
Imagina! A minhoca só procurava uma vida mais tranquila, e no solo seco ela mal sobrevivia. O que há de mal buscar uma nova vida?! Apesar dos riscos, agora do lado de fora ela vivia! Muitas vezes a gente precisa pensar diferente e seguir em frente, para ser feliz, para ficar contente!
Conforme a minhoca se rastejava, um mundo em sua frente se formava e ela ia aprendendo sobre tudo o que encontrava. Fez amizade com vários animais diferentes e que levará para sempre em seu coração. Aprendeu sobre cada estação e viu como a vegetação se transformava. O mundo do lado de fora parecia um espetáculo, uma linda apresentação.
Até que no seu caminho surgiu um passarinho, e a minhoca sabia o que aconteceria, e deu seu último suspiro.
Foi pega pelo passarinho que subiu no alto de um coqueiro. De bico pronto para se alimentar, a esperançosa minhoca tentou conversar:
- Passarinho, deixe-me fazer um último pedido!
O passarinho, mesmo assustado colocou a minhoca de lado:
- Que minhoca mais atrevida, perca a esperança, será comida!
Sem perder tempo, a minhoca fez seu pedido:
- Saí de um solo seco e sem vida, quase sem rastejar, vi de tudo no mundo aqui fora. Fiz minha escolha e não tenho do que reclamar. Mas havia algo que eu nunca tinha visto: como é lindo o mundo visto do bico de um passarinho. Peço que voe comigo por um instante, será meu ultimo pedido.
O passarinho geralmente fica mal humorado quando está esfomeado, mas com um pedido tão nobre, seu coração foi tocado. Com delicadeza ajeitou a minhoca em seu bico e partiu sem rumo.
O que parecia o fim, como foi ao sair daquele buraquinho do solo seco, era mais uma vez um começo. E uma linda amizade se fez.

Moral da história: não se acomode na vida, procure realizar seus sonhos, nunca perca a esperança.


Fonte: https://corujagaratuja.blogspot.com.br/2017/01/historia-infantil-o-ultimo-pedido-da.html#more

domingo, 15 de janeiro de 2017

OS VIAJANTES E O URSO.


Dois homens viajavam juntos quando, de repente, surgiu um urso de dentro da floresta e parou diante deles, urrando. Um dos homens tratou de subir na árvore mais próxima e agarrar-se aos ramos. O outro, vendo que não tinha tempo para
esconder-se, deitou-se no chão, esticado, fingindo de morto, porque ouvira dizer que os ursos não tocam em homens mortos.
O urso aproximou-se, cheirou o homem deitado, e voltou de novo para a floresta.
Quando a fera desapareceu, o homem da árvore desceu apressadamente e disse ao companheiro:
Vi o urso a dizer alguma coisa no teu ouvido. Que foi que ele disse?
Disse que eu nunca viajasse com um medroso.
Na hora do perigo é que se conhece os amigos.

Esopo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O Leão e o Ratinho.


Esopo

Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.

Moral:


Uma boa ação ganha outra.

sábado, 12 de novembro de 2016

A Gansa dos Ovos de Ouro.

Esopo

Um homem e sua mulher tinham a sorte de possuir uma gansa que todos os dias punha um ovo de ouro.
Mesmo com toda essa sorte, eles acharam que estavam enriquecendo muito devagar, que assim não dava…
Imaginando que a gansa devia ser de ouro por dentro, resolveram mata-la e pegar aquela fortuna toda de uma vez. Só que, quando abriram a barriga da gansa, viram que por dentro ela era igualzinha a todas as outras.
Foi assim que os dois não ficaram ricos de uma vez só, como tinham imaginado, nem puderam continuar recebendo o ovo de ouro que todos os dias aumentava um pouquinho sua fortuna.

Moral da história:


Não devemos ser ambiciosos demais. Tudo tem seu tempo, querendo as coisas antes da hora podemos perder muitas oportunidades.

Para colorir:


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O Carneiro Grande e os Carneiros Jovens.

Andavam passeando três Carneiros Jovens e um Carneiro maior. De repente, o mais velho saiu correndo em fuga.
Os outros ficaram parados e rindo da disparada do experiente Carneiro, o qual ao longe, vendo-os zombar, disse: - Estão loucos e ignorantes, porque vem vindo o açougueiro que sempre mata primeiro os maiores. Por isso fujo, mas quando ele se aproximar, com certeza matará os que estiverem mais perto.


Esopo.

Moral da história: 

aprender a ouvir os mais velhos, pais, professores, e avós principalmente, porque já viveram mais e têm mais experiência.


Atividades:







domingo, 6 de novembro de 2016

O RATO DO MATO E O RATO DA CIDADE.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=71647&picture=rato-dos-desenhos-animados-clipe

Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele:
— Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse. — Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais fácil.
Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita.
Foram logo à despensa e estavam muito bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
— Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo passou. — Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto.

Moral da  história:

Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato.


Jean de La Fontaine – Domínio Público

Atividades clique AQUI

Para colorir:

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O LOBO E 0 BURRO.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=35135&picture=figurine-burro

Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou um plano para salvar a sua pele.
 Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade. Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha pisado num espinho pontudo.
— Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho de minha pata!
Se você não tirar, ele vai espetar sua garganta quando você me engolir.
O lobo não queria se engasgar na hora de comer seu almoço, por isso quando o burro levantou a pata ele começou a procurar o espinho com todo cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua vida e acabou com a alegria do lobo.
Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali.
Cuidado com os favores inesperados.

CONTOS TRADICIONAIS,
FÁBULAS,

LENDAS E MITOS – Domínio Público.

sábado, 27 de agosto de 2016

O RATINHO, O GATO E O GALO. Fábula de Monteiro Lobato.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=26117&picture=rato-jolly

Certa manhã, um ratinho saiu do buraco pela primeira vez.
Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos. Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou penetrando no quintal duma casa da roça.
— Sim senhor! E interessante isto!
Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria. Em seguida, notou no terreiro um certo animal de belo pelo, que dormia sossegado ao sol.
Aproximou-se dele e farejou-o, sem receio nenhum. Nisto, aparece um galo, que bate as asas e canta. O ratinho, por um triz, não morreu de susto.
Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca.
Lá contou à mamãe as aventuras do passeio.
— Observei muita coisa interessante — disse ele. — Mas nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro.
Um de pelo macio e ar bondoso seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir impedindo-me de cumprimenta-lo. O outro... Ai, que ainda me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu as asas barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho, que quase caí de costas. Fugi. Fugi com quantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato, que tamanha destruição faz no nosso povo.
A mamãe rata assustou-se e disse:
— Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal. As aparências enganam.
Aproveita, pois, a lição e fica sabendo que:

Quem vê cara não vê coração.


(Monteiro Lobato) - Domínio Público.

sábado, 20 de agosto de 2016

As Mãos, os Pés, o Estômago e o Corpo. Linda fábula de Esopo.

Fonte:https://pixabay.com/pt/crian%C3%A7as-brincando-mar-azul-areia-993534/

Certo dia, as Mãos e os Pés, trocando ideias, começaram a se queixar das outras partes do corpo.
No final da conversa, chegaram à conclusão que trabalhavam a vida inteira, custeando o Corpo e que tudo era mais em proveito do Estômago, que comia sem trabalho. Portanto, o Estômago que procurasse o seu sustento, porque as Mãos e os Pés não iriam mais dar-lhe de comer. O Estômago pediu muito, mas disseram que haviam tomado uma decisão. Assim, começaram a lhe negar comida, o que foi enfraquecendo-o e, com isso, o Corpo inteiro.
Sentindo as Mãos e os Pés se enfraquecerem, começaram novamente a querer alimentar o Estômago, mas como a fraqueza fosse muita, nada lhes valeu, morrendo todos juntos.

Esopo. Domínio Público.


Moral da história: 

Assim como no corpo todos os órgãos dependem uns dos outros, na vida também precisamos agir como uma equipe para que todos sejam favorecidos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Andorinha e as Outras Aves.

Estavam os homens semeando algodão e linho.
Observando-os, a Andorinha disse aos outros pássaros:
- Será para o nosso mal o que os homens estão plantando, pois dessas sementes nascerão algodão e linho, depois eles farão laços e redes para nos prenderem. Melhor seria destruirmos o que for nascendo para que estejamos seguras. As Outras Aves riram muito e não quiseram seguir o conselho. A Andorinha, vendo isso, fez as pazes com os homens e foi viver perto de suas casas. Depois de algum tempo, os homens fizeram laços, redes e instrumentos de caça, com os quais passaram a prender as Outras Aves, preservando a Andorinha.

Esopo. Domínio Público.

Moral da história:


Quem não tem força tem que agir com inteligência e prudência.