quinta-feira, 7 de abril de 2016

Cantigas de roda, parlendas e muitas atividades divertidas!!!

Fui Morar Numa Casinha.


Fui morar numa casinha nhá nhá
Infestada da da de cupim pim pim
Saiu de lá lá lá uma lagartixa xá
Olhou pra mim olhou pra mim e fez assim

Hum Hum

Fui morar numa casinha nhá nhá
Enfeitada da da de florzinha nha nha
Saiu de lá lá lá uma princesinha nhá nhá
Olhou pra mim olhou pra mim e fez assim

Smack Smack

Fui morar numa casinha nhá nhá
Infestada da da de morceguinho nho nho
Saiu de lá lá lá uma bruxinha nhá nhá
Olhou pra mim olhou pra mim e fez assim


Ha Ha Ha

Vídeo:





quarta-feira, 6 de abril de 2016

O Desenho na formação infantil.

Muitas vezes acabamos por praticidade nossa, falta de tempo, passando para as crianças desenhos já prontos e acabados; escolhidos por nós.

Revendo jeitos e conceitos, vamos refletir sobre?

1) Qual o papel do desenho nas nossas aulinhas?
1. a) Meramente de fixar aulinha?
1. b) Ou podemos utilizá-lo para algo mais?
2) Estamos bem utilizando essa fonte de expressão?

Vamos repensar esta questão?


Texto de apoio:

O Desenho e a Aprendizagem.

Teresinha Véspoli de Carvalho.

Desenho, primeira manifestação da escrita humana. Continua sendo a primeira forma de expressão usada pala criança.
"Garatujas", "girinos", "sóis", desenhos "transparentes", e cada vez mais próximos da forma que podemos chamar de "real", são as representações de como a criança lê o mundo, enxerga a vida, expressa o que sente.
À medida que vai sendo alfabetizada, a escola se encarrega de afastar a criança desta forma de expressão e ela, como muitos de nós, vai dizendo que "não sabe desenhar".
Trabalho há mais de quinze anos com crianças de quatro a sete anos, como professora e, mais recentemente como psicopedagoga e, muitas vezes, senti grande tristeza em ouvir professoras de crianças em idade pré-escolar dizerem: "vou dar desenho mimeografado para meus alunos porque eles não sabem desenhar".
E eu pergunto: o que é este saber?
Por que proibir a criança de se expressar graficamente da forma como ela consegue?
Como querer que a criança use símbolos gráficos estipulados pelo adulto, que são as letras, se ela não elaborar sua ideia usando símbolos que ela conhece?
Expressar - se através do desenho é colocar sua vida no papel, com toda a emoção.
Através do desenho livre, a criança desenvolve noções de espaço, tempo quantidade, sequência, apropriando- se do próprio conhecimento, que é construído respeitando seu ritmo.
Aprende também a função social da escrita, pois sua comunicação, feita através do desenho, pode ser compreendida por outras pessoas antes que ela aprenda a usar a escrita convencional para se comunicar.
Quando a criança se sentir madura, usará com mais facilidade os símbolos gráficos com os quais já vem tendo contato nas ruas, nos ônibus, nas propagandas que ela vê todos os dias e também na escola onde os usa formalmente.
Segundo Emília Ferrero, "aprendemos a ler lendo, a escrever escrevendo", e, como afirma Jean Piaget , quando aprendemos algo novo, temos que recorrer ao
que já sabemos e nós nos apropriamos do desenho como forma de representação gráfica desde a primeira vez que temos contato com lápis e papel e
conseguimos coordenar os movimentos do braço e da mão segurando o lápis e riscando o papel (o que pode acontecer por volta dos 2(dois) anos ou às
vezes até antes desta idade).
Mesmo que estes desenhos não possam ser interpretados com significado pelo adulto. Mesmo que a criança mude de ideia cada vez que perguntarmos o que
ela desenhou.
Gostaria de ressaltar que é por isso que não devemos escrever no desenho da criança. Além da "obra" ser dela, ela muda de ideia a cada instante,
principalmente antes dos 5 (cinco) anos de idade. Portanto, a escrita do adulto é uma "invasão" sem proveito pois quando outra pessoa for olhar o mesmo desenho ele poderá ter outro significado.
O desenho precisa e deve ser sempre valorizado pelos educadores e a importância desta valorização deve ser compreendida e compartilhada pelos pais, uma vez que toda aprendizagem tem seu valor e o desenho é uma forma de aprendizagem.
Quando a criança é valorizada naquilo que sabe, sente prazer em aprender.
As letras demoram a ter significado para ela e nós teimamos em atropelá-la.
Se ela não consegue simbolizar da forma como sabe, como conseguirá se apropriar de algo que, algumas vezes, ainda não lhe atingiu?
É claro que a criança deve ler e escrever muito, desde quando comece a demonstrar interesse. Aliás, esse interesse pode se manifestar antes do que se espera.
Já nos primeiros estágios, na escola de educação infantil, ela começa a identificar o próprio nome e o dos colegas, e deve ter a oportunidade de escrever palavras da forma como ela acha que devem ser escritas, testando, assim, suas hipóteses, como nos mostra Emília Ferrero, através de seus estudos amplamente divulgados.
Mas, a criança requer um tempo para diferenciar o desenho da escrita, e elaborar suas hipóteses e esse tempo deve ser respeitado.
É necessário, porém, que seu "saber" seja legitimado pelo adulto, isto é, é preciso que o adulto valorize as produções da criança como um "saber" legítimo, real e, para isso, a escola deve estar integrada com os pais e a comunidade.
As pessoas que fazem parte do universo da criança e de quem ela busca respeito e aprovação devem compreender o processo pelo qual ela passa e o que os professores estão fazendo nesse sentido valorizando, também, seus progressos na forma de expressão.
Se esse progresso não for valorizado, a criança pode se retrair sentindo-se inferiorizada e incapaz.
E ninguém é incapaz, todos temos capacidades e , quando somos valorizados naquilo que sabemos, desenvolvemos cada vez mais capacidades, pois nos
sentimos autorizados a alçar voos cada vez mais altos.
Mas, se formos sempre julgados pelo que não sabemos nos sentiremos cada vez mais fracos e incompetentes, permanecendo presos ao ninho, sem ousar alçar voo para lugar algum.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

- Bossa, Nadia A e Vera Barros de Oliveira (orgs.). Avaliação psicopedagógica da criança de sete a onze anos 3a edição 1997 Ed. Vozes Petrópolis.
- Fernandez, Alicia A inteligência aprisionada abordagem psicopedagógica
Clínica da criança e sua família 2a reedição 1991 Artes Médicas Porto Alegre.
- Ferrero, Emilia & Teberosky, Ana psicogênese da língua escrita Trad. Diana.
Myriam Lichtenstein, Liana Di Marc o e Mário Corso Supervisão da tradução:
Alfredo Néstor Jerusalinsky- psicanalista 3a edição 1990 Ed. Artes Médicas, Porto Alegre.
-Moreira, Ana Angélica Albano o espaço do desenho coleção espaço ed. Loyola São Paulo.
- Furt, Hans G. Piaget e o Conhecimento: fundamentos teóricos; trad.: Valerie - Runjanek, 1974, ed. Forense Universitária, Rio de janeiro.
(fonte: Site da Psicopedagogia online)


terça-feira, 5 de abril de 2016

Atividade para um melhor entendimento da moral das fábulas:

ATIVIDADE EM DUPLAS:

O professor distribui para cada dupla de alunos, uma ficha de cartolina contendo um provérbio conhecido, esclarecendo que provérbio são um tipo de frase lapidar, concisa e que apresenta um ensinamento proveniente da sabedoria popular. Os alunos farão a leitura silenciosa de seus provérbios e também uma discussão oral sobre o significado dos mesmos. Logo em seguida, farão uma ilustração em folha de papel cartão, que será recolhido pelo professor, para expor no final do trabalho aqui apresentado. Com as ilustrações feitas, o professor deve entregar as fábulas para que os alunos façam a leitura silenciosa e oral e descubra qual é a sua respectiva moral.
A atividade tem o objetivo de familiarizar os alunos com a forma e a linguagem do gênero, ampliar o seu repertório, além de proporcionar a compreensão dos valores implícitos nas histórias.

Fábulas que serão apresentadas para este trabalho:

FÁBULAS MORAL.

A Lebre e a Tartaruga - Esopo Quem acredita em si mesmo sempre alcança seus objetivos LEIA AQUI

A Formiga e a Pomba - Esopo Uma boa ação paga outra.

O Menino e o Lobo - La Fontaine A verdade é sempre o melhor caminho.

A Baleia Alegre – Esopo Amigo é aquele que sempre diz a verdade, mesmo que esta não seja fácil. LEIA AQUI

A Coruja e a Águia - Monteiro Lobato Quem o feio ama, bonito lhe parece.

A Garça Velha - Monteiro Lobato Ninguém acredite em conselho de inimigo.

A Raposa e as Uvas - Esopo Quem desdenha quer comprar. LEIA AQUI


A Assembleia dos Ratos - Esopo Dizer é fácil, fazer é que são elas LEIA AQUI


O Cordeiro e o Lobo - La Fontaine Contra a força não há argumentos.

O Leão e o Ratinho - Esopo Nas horas difíceis e que se conhecem os amigos.

O Rato, o Gato e o Galo - Esopo As aparências enganam.

O Javali e a Raposa - Esopo Um homem prevenido vale por dois.



Os alunos farão uma atividade de ilustração de algumas das fábulas apresentadas pelo professor, que serão recolhidas para a exposição do material, previsto para ser feito ao final do trabalho.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

CURRÍCULO VITAE. Linda poesia para crianças.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=147670&picture=coracoes-e-nuvens

Sei pegar nuvem com a mão
Fazer peixe de papel
Invento um mar sem ter água
Desenho sem ter pincel!

Sei ir a muitos lugares
Sem mover o pé do chão
Sei ver a ternura do mundo
Numa bolha de sabão!

Sei  tocar tambor de lata
Imitar um avião
Cantar canção de ninar
Para embalar um coração!

Sei me pintar de palhaço
E inventar coisas engraçadas
Dançar, virar cambalhotas
Ser bruxa, princesa e fada!

Sei brincar de faz de conta
E fazer bolinho de areia
Um miado e sou um gato
Dou um giro e sou sereia!

Sei escutar as estrelas
Descendo do céu ligeiro
Para brincar de esconde-esconde
Embaixo do meu travesseiro!

Sei me reinventar
Inventando poesia
Com as crianças, sou criança
Aprendendo alegria!


Poesia da amiga Jossara Bes.do blog:http://contos-poemas.blogspot.com.br/  

domingo, 3 de abril de 2016

Falando sobre drogas com crianças e adolescentes.

O corpo como presente de Deus a ser preservado.

Navegando pela internet encontrei o vídeo abaixo e logo lembrei de postar aqui no blog. 
Quando era evangelizadora, o assunto drogas não entrou nas conversas porque eles eram pequenos, a maior parte do tempo trabalhei com crianças até 11 anos, e um assunto assim delicado não se deve antecipar como vocês vão ler no artigo relacionado abaixo.
Pesquisei na internet porque como já citei antes, minha formação é o magistério, embora seja autoditata em psicologia infantil através de livros que li durante muitos anos e coloquei na prática nas aulas com as crianças. 
Portanto a pesquisa é para dar credibilidade ao assunto que é sério.
Todavia, pode-se abordar o assunto de forma indireta como sempre fiz.
Como um dos temas do programa era O corpo e cuidados com o corpo, sempre abordei as normas de higiene e boa alimentação, assim como necessidade de exercícios, evitando ficar muito tempo em frente à televisão e computador.
Nas conversas bem informais, os próprios evangelizandos citavam casos de avós que bebiam (socialmente como se diz) e fumavam. Sempre notei que eles naturalmente achavam aquilo errado, e aconselhava que aconselhassem com educação a qualquer pessoa da família com maus hábitos que aquilo não era certo. 

Para falar sobre drogas com adolescentes, clique AQUI
Magnífico artigo AQUI

NUGGETS
O "prazer" em relacionar, comer, sexual, por leitura, esportes, por uma prática espiritual, em viajar para muitos lugares, em estar sempre triste (sim há os que se comprazem nisso)... Enfim, muitas coisas em nossas vidas giram em torno da busca da satisfação e não há a priori mal algum nisso. O problema surge quando não suportamos lidar com os transtornos da vida, queremos prolongar o prazer como forma de compensação emocional, ou vivemos apenas em função de uma motivação que vise o prazer. Quando fazemos isso, "tudo pode virar droga". E é uma tolice acreditar igualmente que o crescimento e a auto-realização aconteçam sem esforços, sacrifícios, renúncia e frustrações. "A compensação emocional é seu maior inimigo. Quando vocês começam a compensar emocionalmente, sua inteligência, seu crescimento, sua amplitude, sua elevação, sua altitude, tudo vai embora. É como viver bêbado. - Yogi Bhajan Os comportamentos que sustentam os vícios e compensações, são movidos por forças subconscientes que criam um automatismo e roubam de cada um a realidade e a consciência de si mesmos, da realidade, e isso atrai para o convívio de quem se perde nestas repetições, pessoas e situações na mesma frequência, que na verdade nem percebem a nossa existência e singularidade, pois convivem com a nossa compensação, nosso vício ou hábito. Estão ao nosso lado por compartilharem da mesma loucura. Quando entramos no ciclo de qualquer vício estamos mergulhando numa destrutiva solidão, onde o ego se torna um tirano que se eleva enquanto o "espírito" está sendo rebaixado. Não conseguimos mais escutar a nossa voz interior muito menos o outro. Precisamos "de" a qualquer custo. E os Ciclos viciosos e de compensação emocional trazem ainda o elemento opressor da exploração. Quando a consciência fica anestesiada por qualquer vício, seja ela qual for, alguém possivelmente explorará Você e em seguida fará surgir algo tão nefasto quanto o próprio vício. A Vítima ou o consumidor insaciável daquilo que esteja definido como uma possibilidade de bem-estar surge e passa a dominar nossa realidade. Segundo a tradição do Kundalini Yoga, entende-se que podemos ser explorados de oito maneiras: Sexualmente, sensualmente, fisicamente, pessoalmente, mentalmente, monetariamente, socialmente e psiquicamente. Os viciados, compulsivos e que estão em compensação, criam um nicho de mercado e todos querem Você. Vejo as postagens com muitos likes na internet. "Faça ele correr atrás de Você", "Seque a barriga com estes "x" segredos revelados, "abra agora o seu negócio com as dicas que vamos dar, e realize seus sonhos; "Faça isto e tenha uma família harmônica", "Faca o processo X e em 10 sessões terá as respostas de sua vida"... Não importa que as promessas sejam verdadeiras ou não, mas é esta busca pelo mágico, maravilhoso que alimenta a grande oferta de soluções para conquistar o prazer e nos aprisiona ainda mais nos infernos em que vivemos. A animação que ilustrei este texto me faz pensar ainda em outro elemento. A curiosidade que surge no caminho. Há coisas que acabamos por experimentar, pois elas simplesmente estão lá, surgiram como que do nada, talvez sejam presentes do destino, o que custa experimentar apenas uma vez? (um empréstimo, um ato indigno, uma traição, um alucinógeno, um desvio da rota,...) São tantas distrações e ofertas no caminho... Tenho entendido como aluna da vida (e é como aluna que escrevo), que há um "prazer" que os orientais relacionam ao dharma, que também podemos experimentar quando vencemos alguns obstáculos, resistimos a algumas "tentações" que aparecem em nossa trajetória e realizamos com consciência os nossos compromissos, tais "manás" que aparentemente caem dos céus, como aconteciam com os hebreus quando vagavam pelo deserto, surgem no entanto muitas vezes quando de fato nos colocamos num caminho que tenha um propósito superior e quando topamos atravessar nossos desertos. O que escrevo aqui, são apenas algumas ideias... No dejejum de cada dia, alimento o corpo, mas também a mente e emoções com elementos que possam me sustentar integralmente os meus passos no caminho, administrar as surpresas e por vezes escrevo e partilho. Estejamos atentos a cada passo, e procuremos seguir livres de vícios, afinal... "Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo". Carl Gustav Jung
Publicado por Florescer Feminino em Segunda, 28 de março de 2016

sábado, 2 de abril de 2016

Lenda de Eco.

Eco era uma linda ninfa que amava os bosques e os montes, onde se dedicava a distrações campestres. Porém tinha um grave defeito: falava demais e em qualquer conversa ou discussão, queria sempre dizer a última palavra.
Um dia a deusa Hera saiu à procura do marido, de quem desconfiava, que sempre estava se distraindo com as ninfas. Mas Eco conseguiu entretê-la com sua conversa até as ninfas fugirem. Percebendo isso, Hera a condenou: “Só conservarás o uso dessa língua com que me iludiste, para uma coisa de que gostas tanto: responder. Continuarás a dizer a última palavra, mas nunca poderá falar em primeiro lugar”.
Certa manhã a ninfa viu Narciso, um belo jovem que perseguia a caça na montanha. Apaixonada por ele, começou a seguir os seus passos, desejando ardentemente poder dirigir-lhe a palavra, e dizer-lhe frases gentis e agradáveis, para assim conquistar-lhe o afeto. Mas como não conseguia fazê-lo, em virtude do castigo imposto pela deusa Hera, não teve melhor alternativa senão esperar que ele falasse primeiro, para que ela finalmente pudesse responder. Quando Narciso procurava pelos companheiros ele gritava bem alto mas Eco só conseguia responder a última palavra. Quando Narciso viu a jovem, fugiu dela.
Eco foi esconder sua vergonha no recesso dos bosques e passou a viver nas cavernas e entre os rochedos das montanhas. De pesar, seu corpo se transformou em rochedos e só restou a sua voz. A ninfa continua ainda disposta a responder a quem quer que a chame e conserva o velho hábito de dizer a última palavra.

Tema: saber ouvir é uma arte importante a ser cultivada. Comunicação eficiente.

DINÂMICA PARA TRABALHAR COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO VERBAL, SABER OUVIR E ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL.

DESENHO DA GALINHA.

OBJETIVO:

1-Treinar e reconhecer a importância de saber ouvir.
2-Perceber a importância da comunicação bilateral.
3-Aprimorar a capacidade de comunicação verbal e não verbal.
4-Buscar estratégias para melhorar a comunicação interpessoal e em consequência os relacionamentos em geral.

PARTICIPANTES: até 15 pessoas

TEMPO: 1h e 30’

MATERIAL: 

Papel sulfite, lápis, desenho da galinha (como abaixo), texto com as informações para a elaboração do desenho da galinha (como abaixo).

DESCRIÇÃO: 

O facilitador explica ao grupo que irão fazer uma atividade para exercitar a capacidade de comunicação interpessoal.

DESENVOLVIMENTO:

1-O facilitador entrega para cada participante uma folha de sulfite e um lápis e diz que irão executar um desenho de acordo com as instruções que serão dadas para a execução. 

Nota: NÃO FALAR QUE O DESENHO É DE UMA GALINHA, SÓ FALAR QUE FARÃO UM DESENHO.

Salientar que devem ser obedecidas algumas regras:

. Não serão permitidas perguntas.
. Cada participante deve fazer o seu desenho e não pode olhar o desenho do colega do lado.
. As instruções não podem ser anotadas. Portanto, devem ser executadas à medida que forem sendo passadas.
. Não desistam, todos devem participar!!!
2-Inicia, então, lendo pausadamente, cada instrução para o desenho, conforme o texto, abaixo. Nota: O facilitador pode ler mais que uma vez a instrução, mas não pode responder perguntas, nem dar explicações.

TEXTO DE INSTRUÇÃO PARA EXECUÇÃO DO DESENHO.

1-Faça uma elipse com cerca de 6cm no diâmetro maior.
2-A partir da parte inferior da elipse, faça duas retas paralelas verticais com cerca de 3cm de comprimento, afastadas 1 cm uma da outra.
3-A partir da parte superior esquerda da elipse faça duas retas paralelas e inclinadas com cerca de 2cm de comprimento cada, afastadas 0,5cm, uma da outra.
4-A partir do centro da elipse, faça 3 retas divergentes abrindo para a direita com cerca de 1,5cm de comprimento cada.
5-Na extremidade esquerda das duas paralelas menores, faça uma elipse com cerca de 2cm de diâmetro no eixo maior e este perpendicular às paralelas.
6-A partir da extremidade direita da elipse maior, faça 3 retas divergentes, abrindo para a direita, com cerca de 1 cm de comprimento cada.
7-Na extremidade inferior de cada uma das paralelas maiores, faça 3 retas divergentes abrindo para a esquerda, com 0,5cm de comprimento cada.
8-Faça um pequeno círculo no centro da elipse menor.
9-Faça um triângulo isósceles, com cerca de 0,5cm de lado, com a base encostada na parte esquerda da elipse menor.

3- Quando todos tiveram terminado, o facilitador pede que mostrem seus desenhos, uns para os outros.

Perguntar:

-E aí o que era para ser desenhado?
- Por que todos receberam a mesma informação e saíram desenhos tão diferentes?
- Conseguiram acompanhar as instruções até o fim? Ou desistiram?
- Quais fatores contribuíram para que não se conseguisse executar a tarefa a contento?
- O que se poderia fazer para amenizar as dificuldades? Levantar com o grupo que foi muito difícil, pois eles não puderam tirar suas dúvidas, perguntar se não entenderam, etc. E até muitos poderiam não conhecer as palavras e termos utilizados.
4- Propor então, uma nova tentativa. Dizer que dessa vez podem perguntar e pedir esclarecimentos quando acharem necessário.
5- Iniciar lendo o texto, novamente, só que agora parando para responder as perguntas e dúvidas, podendo até o facilitador desenhar algumas partes como: uma elipse, ou um triangulo isósceles, por expl.

6- Ao final da execução, pedir novamente para que cada um mostre seu desenho ao grupo.

DISCUSSÃO: 

Terminada essa etapa, pedir para que o grupo se disponha em círculo e perguntar?
1- Como se sentiram durante a atividade?
2- Conseguiram realizar a tarefa na primeira etapa? E na segunda, ficou mais fácil?
3- Que sentimentos tiveram quando não conseguiram realizar a tarefa da primeira vez? Sentiram-se frustrados, desmotivados? Quiseram desistir?
4- Quais foram as diferenças entre a primeira e a segunda etapas? Sentiram-se mais envolvidos, interessados e motivados? Houve vantagem no fato de poder perguntar? E quando foram desenhadas algumas partes, ficou mais fácil?
5-O que é importante levarmos em consideração para termos uma boa comunicação interpessoal?
Levar o grupo a perceber que:
Para termos uma comunicação eficaz temos que levar em conta:
A necessidade de ser claro, objetivo, usar uma linguagem própria para quem está ouvindo, colocar-se disponível para responder perguntas, dúvidas, ouvir e perceber a pessoa com quem está dialogando.
Trocar informações e ideias, não apenas falar e deixar de ouvir o que o outro tem para falar. Estar disposto a usar as várias formas de comunicação para expor sua mensagem, como: gestos, desenhos, exemplos, explicações. Respeitar o outro e suas possíveis deficiências. Ser empático. Reconhecer suas próprias limitações enquanto comunicador e buscar alternativas para minimizá-las.
Saber e reconhecer que as pessoas são diferentes, com cultura, grau de instrução, experiências, etc, diferentes e que podem fazer interpretações diversas sobre a mensagem que se está querendo transmitir.

CONCLUSÃO;

Enfatizar que muitas vezes os relacionamentos tendem a sofrer com brigas, desavenças, discórdias, devido a falhas na maneira como nos comunicamos, não prestarmos atenção, ou não tomamos os devidos cuidados quando comunicamos nossas ideias, pontos de vista, projetos, etc. Precisamos estar em sintonia com nosso interlocutor estar abertos para suas reais necessidades e compreendermos suas dificuldades. Assim, poderemos ter adesão e também sermos compreendidos. A comunicação eficaz se estabelece em duas vias e através do respeito mútuo.

Fonte: http://www.dinamicaspassoapasso.com.br/2014/04/dinamica-para-trabalhar-comunicacao.html 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A Baleia Alegre. Linda fábula de Esopo com reflexões e atividades.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=39060&picture=baleia-feliz-dia-das-maes

A baleia é o maior animal do planeta. E, com todo esse seu tamanho, sem querer pode tornar-se uma ameaça aos outros animais, caso não tome alguns cuidados.
A baleinha era uma jovem cheia de vontade de brincar, nadar e saltar. Era cheia de vida e sempre muito bem disposta.
- Que mosca mordeu você? Perguntavam os outros habitantes do mar.
Ninguém sabia a resposta. Mas a verdade era que a baleinha estava causando graves problemas aos pescadores.
Eles saíam inocentemente em seus pequenos botes e, de repente, encontravam-se com uma muralha de ondas, levantadas pelas brincadeiras dela. E assim, quase sempre soçobravam.
Mais de um pescador havia morrido afogado e a baleinha continuava brincando perto da costa, alheia às desgraças que causava.
- baleinha, fico muito contente vendo você sentir-se tão feliz e brincalhona. Mas, por ser estouvada, já causou algumas desgraças aos pescadores, disse-lhe o golfinho.
- Oh! Lamento muito, amigo golfinho! Exclamou a baleinha, muito arrependida. Diga-me o que posso fazer para remediar o mal que causei? Perguntou ela.
- Basta que você brinque em alto mar, longe da costa, aconselhou-a ele.
A baleinha tinha um coração bondoso. Desejosa de fazer o bem aos outros e evitar novos prejuízos para os pescadores, rumou para o mar alto. A partir desse dia acabaram-se as desgraças dos pobres pescadores. E a baleinha pode continuar a alegrar os habitantes do mar, sem prejudicar os habitantes da terra.

Esopo.

Temas:

Humildade, responsabilidade, saber ouvir os conselhos dos mais experientes.

Perguntas e reflexões:

A baleinha era alegre ou triste? O que te deixa alegre? O que te deixa triste?

Por ser alegre e brincar ela causou prejuízos aos outros? Por quê?

Quem chamou a atenção para a baleinha sobre o seu comportamento?

Ele estava certo? Quando alguém chama a sua atenção você ouve ou sempre pensa que está certo?

O que aconteceria se a baleinha não tivesse ouvido o golfinho?

Muitas vezes a gente faz coisas sem saber que estamos prejudicando os outros.  Neste caso, uma advertência dos pais, professores ou mesmo um amigo mais experiente pode nos ajudar a rever nossas atitudes e melhorar.
Ninguém nasce perfeito, mas devemos melhorar a cada dia.

Analisar a frase: 

- baleinha fico muito contente vendo você sentir-se tão feliz e brincalhona. Mas, por ser estouvada, já causou algumas desgraças aos pescadores, disse-lhe o golfinho.
Se a frase não fosse feita em tom positivo será que a baleinha iria ouvir? Assim, quando você for aconselhar um amigo, lembre sempre de ser educado valorizando as coisas boas que ele tem.

Atividade:

No quadro abaixo, faça uma lista das atitudes que você precisa mudar e ainda não sabe como.
A seguir as crianças vão trocar de lista e cada um vai escrever como o amigo pode mudar.
Após o educador pede que cada um leia a sua lista com as sugestões e com toda a turma, serão analisadas as propostas e verificadas se estão corretas.