Mostrando postagens com marcador parábolas comentadas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador parábolas comentadas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A rosa e a borboleta. Linda fábula de Esopo.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php image=154634&picture=borboleta-prestes-a-voar

Uma vez uma borboleta se apaixonou por uma linda rosa. A rosa ficou comovida, pois o pó das asas da borboleta formava um maravilhoso desenho em ouro e prata. Assim, quando a borboleta se aproximou voando da rosa e disse que a amava, a rosa ficou coradinha e aceitou o namoro. Depois de um longo noivado e muitas promessas de fidelidade, a borboleta deixou sua amada rosa. Mas ó desgraça! A borboleta só voltou muito tempo depois.
- É isso que você chama fidelidade? – choramingou a rosa. – Faz séculos que você partiu, e além disso você passa o tempo de namoro com todos os tipos de flores. Vi quando você beijou dona Gerânio, vi quando você deu voltinhas na dona Margarida até que dona Abelha chegou e expulsou você... Pena que ela não lhe deu uma boa ferroada!
- Fidelidade!? – riu a borboleta. – Assim que me afastei, vi o senhor Vento beijando você. Depois você deu o maior escândalo com o senhor Zangão e ficou dando trela para todo besourinho que passava por aqui. E ainda vem me falar em fidelidade! 

Esopo.


Moral: 

Não espere fidelidade dos outros se não for fiel também.


Desenhar e colorir:

Desenhe rosas e borboletas nos espaços. 
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/papiros-borboletas-leon-1340044/

sábado, 31 de outubro de 2015

A "Sabe-Tudo" Fábula com atividades.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/tartaruga-engra%C3%A7ado-verde-1021521/

Sabe-tudo era o apelido pelo qual todos os habitantes do bosque conheciam a tartaruga. Quem tivesse algum problema a resolver ou dúvida para esclarecer era só ir à casinha da Sabe-tudo, para ver seu caso resolvido.
Para dizer a verdade, a tartaruga passava as suas horas livres consultando livros e enciclopédias. Interessava-se por todos os temas existentes e por existir. Que curiosidade insaciável tinha ela!
- Desculpe-me, tartaruga, mas eu estava interessada em conhecer a ilha de Ceilão e... Diz timidamente a raposa.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/raposa-floresta-animal-natureza-1055490/

- ... E não consegue encontrar a resposta, não é verdade? Bem, não se preocupe que já lhe explico, querida amiga, responde a tartaruga, com sua tradicional amabilidade. Vejamos. A ilha de Ceilão está situada no Oceano Índico, ao sul da Península Indostânica ou da atual Índia. Esclarecida a dúvida?
- Oh, obrigada, obrigada, Sabe... Quer dizer, amiga tartaruga! Responde embaraçada a raposa.
A Sabe-tudo sorri compreensiva. É claro que conhece a alcunha que os seus vizinhos lhe puseram. Isso não a incomoda, pois adivinha o sentimento de admiração que se esconde por trás dela.
Os anos passam e os conhecimentos da tartaruga tornam-se imensos, a tal ponto que ela começa a tornar-se exigente e crítica com os seus vizinhos. Com mania de perfeição, torna insuportável a vida dos outros. De uma amiga brilhante e admirada por todos converte-se em uma criatura amarga e insatisfeita que, além disso, recebe a hostilidade de quem a rodeia.


Moral da história:


A modéstia é uma virtude muito necessária, sobretudo para aqueles superdotados, que se destacam pelo seu próprio brilho. Sem a modéstia, o conhecimento é inútil, pois não será repartido com os outros que o têm em menor quantidade.

Para colorir:

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/tartaruga-livro-para-colorir-780946/


Atividade:

Tartaruga com garrafa pet passo a passo clique: AQUI

domingo, 11 de outubro de 2015

“Tudo que temos é emprestado.”

Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/vintage-antigo-foto-rose-flor-1314057/

História. 

Jóias Devolvidas. 

Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos. Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias. No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe vinha á mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos.,. Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços. Alguns minutos depois estavam ambos sentados á mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave. o marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus. - Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! - o problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz? - Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora? - É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas! - Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las. - Mas eu não consigo aceitar a ideia de perdê-las! E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! - Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo. - Pois bem, meu querido, seja falta a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. - As jóias preciosas eram nossos filhos. - Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram. O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero. As lições dessa história são: - Que ,tudo na nossa vida , pessoas ,coisas, trabalho, perna ,braço etc é emprestado,e como tudo que é emprestado, vai chegar o dia da devolução,e cabe a nós dizer aqui está senhor. - Pois a morte de um ente querido não deve ser vista, como uma perda ,e sim como uma devolução .0 que nos é emprestado não nos pertence. - Deus não nos toma nada ,nem ninguém, nós é que não aceitamos,que o que temos não nos é dado e sim emprestado. - os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se. - Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolve-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas. 

Música. 

Só Hoje. 

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito. 
Nem que seja só pra te levar pra casa depois de um dia normal. 
Olhar teus olhos de promessas fáceis 
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir. 
Hoje eu preciso te abraçar 
Sentir teu cheiro de roupa limpa 
Para esquecer os meus anseios e dormir em paz. 
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua 
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café ouvindo você suspirar 
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia 
Que eu faço tudo errado sempre. 
Hoje, eu preciso de você com qualquer humor, 
Com qualquer sorriso. 
Hoje só tua presença vai me deixar feliz, 
Só hoje 



Música.

Compartilhar é cuidar 
Sempre dar, sempre perdoar 
E realmente viver em amor 
“Eu” e “meu” são palavras muito possessivas 
E se prender ao que possui não faz ninguém feliz 
Amor, sorrisos, simpatias são para se dar 
Pois a sua razão de ser é compartilhar.


 Atividade Integrada.


Caixa de Correspondência. 

Uma caixa de papelão especialmente pintada serve de caixa de coleta do correio, para a qual os educandos são incentivados a depositar por escrito suas queixas e problemas, para que toda a classe os discuta e reflita sobre as diversas formas de lidar com eles.

Fonte: http://www.projetovaloreshumanos.com.br/?secao=planos_de_aula 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A PARÁBOLA DAS LONGAS COLHERES.

Conta-se que, na Idade Média, um monarca excêntrico divertiu seus convidados num jantar com jogos, danças e mágicas até chegar a um ponto em que a fome de todos era insuportável. Finalmente, quando a a fome tornou-se incontrolável, o rei convidou seus hóspedes a passarem para uma sala especial, onde uma refeição os aguardava.
Abriu-se então a porta para a sala em que se via um grande caldeirão, do qual exalava um cheiro maravilhoso de sopa. Os convidados queriam servir-se, mas surpreenderam-se quando perceberam no caldeirão enormes e pesadas colheres de metal, com mais de um metro de comprimento.

Devido o peso e tamanho, não se podia segurar as colheres quentes a não ser com as duas mãos e por uma pequena haste de madeira em suas extremidades. Desesperados todos tentavam comer sem resultado.
Um dos convidados segurou a sua colher pela haste e levou-a a boca de um convidado que estava ao seu lado. Todos o imitaram e se saciaram.
Essa parábola ressalta a importância da cooperação e da empatia.
Devemos ter a consciência da importância da nossa participação na sociedade como um todo, sabendo que ninguém vive sozinho, que precisamos uns dos outros em todas as situações da vida e que só com a união poderemos sobreviver.
Quem age de forma egoísta não percebe que será o maior prejudicado não participando das atividades coletivas, não se envolvendo com os demais.
Somos habitantes de um lindo planetinha, a nossa casa, assim como uma família, sejamos os transformadores de nosso condomínio, escola, amigos porque se cada um fizer a sua parte teremos um mundo melhor.


Tema: cooperação, empatia.


Dinâmica do nó humano.

OBJETIVOS: 

Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinado problema. Fazer com que o grupo aprenda a trabalhar em grupo, e aprenda a importância disso. Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema fica mais fácil encontrar uma solução.

PROCESSO:

Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. Cada um tem que memorizar a pessoa que está do seu lado esquerdo e do seu lado direito. Após esta observação, o grupo terá que caminhar dentro do círculo. A um sinal todos tem que parar no lugar que estão e procurar as pessoas que estavam no seu lado direito e no lado esquerdo e darem as mãos (como no início). As pessoas não podem mudar de lugar e nem trocar quem estava do seu lado. Depois disso, o grupo tem que voltar a posição original do círculo feito no começo. Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, no momento do nó e ao final, após desatá-lo.
Apliquei essa dinâmica com os pequenos e deu super certo.
As crianças entenderam bem que todos precisamos uns dos outros.



Fiz com uma variação usando um carretel de barbante, onde um participante começava segurando uma ponta e jogando para outro até que todos estivessem com o barbante na mão segurando firmemente. A seguir corta-se o barbante e as crianças devem desatar o nó formado.