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domingo, 9 de abril de 2017

O Burro Teimoso (Vídeo Engraçado)



O vídeo é bem bacana, mostra que com incentivo e fazendo as coisas com alegria e boa vontade, tudo fica mais fácil.
Dá uma olhadinha que é um bom recurso para estimular as crianças para várias atividades.

domingo, 6 de novembro de 2016

PIADOS DO PASSARINHO.

Imagem do google.

Elias José

O passarinho piou,
piou numa boa.
O passarinho piou,
piou lá na lagoa.

O passarinho piou,
piou, é bom sinal.
O passarinho piou,
piou lá no quintal.

O passarinho piou,
piou e olhou pra mim.
O passarinho piou,
piou lá no jardim.

O passarinho piou,
piou lá na avenida.
Todo o mundo escutou,
ficou melhor a vida.

Domínio Público. 

Imagem do google

Ideia de pássaro para fazer com recortes e colar em cartolina.

Imagem do google


Atividade para pintar ou utilizar para recortes e depois pintar e colar em cartolina.

 Imagem do google.

domingo, 9 de outubro de 2016

Palavras mágicas. Linda poesia de Pedro Bandeira.

Se você quer ser feliz
e amizades conquistar,
quatro palavrinhas mágicas
vou agora revelar.

Não é nem “Abre-te Sézamo”
e nem é “Sin-sa-la-bin”!
Nenhuma é “Abracadabra”,
minha mãe disse pra mim:

Guarde as quatro palavrinhas,
tenha as quatro sempre à mão,
para usar a toda hora,
em qualquer ocasião.

Use sempre essas palavras,
delas nunca tenha medo,
pois eu quero ajudar,
vou contar o meu segredo:

Diga sempre a sorrir,
pra não ser mal-educado:
com licença, me desculpe,
por favor e obrigado!

Acredite no que eu digo,
pois comigo funcionou.
São palavras de uma fada,

foi mamãe quem me ensinou!

Atividades: 


Colorir:


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

O pássaro da sorte. Uirapuru - Lendas Brasileiras.

Trata-se do uirapuru, pássaro encantado da sorte e que tem como moradia as ricas florestas da Amazônia.
A história é um pouco triste. Mas o canto dessa ave é tão plangente e mavioso que vale a pena contar.
Começa com um índio tocando flauta na selva. E as índias jovens ouviam-no. Daí para procurar ver quem era o guapo índio que a tocava foi um só passo.
O segundo passo foi encontrar o músico e cair para trás com uma bruta decepção. Elas, tolinhas, achavam que coisa bonita só pode vir de gente bonita. E caprichosas, malcriadas, empurraram o índio feio para fora da clareira. Humilhado, ele então fugiu.
Na mesma hora as índias ouviram uma outra flauta tocada com delicadeza e doçura. E pensaram com esperança que talvez o tocador dessa nova flauta fosse um índio bonito. Seguiram pelas sendas da floresta, guiadas pelo cântico que cada vez parecia mais próximo. E não é que depararam, não com um índio, mas com um passarinho pousado num galho de árvore frondosa? Era o pássaro uirapuru. Uma das índias, a mais formosa e esguia, era também a melhor caçadora. E, como as outras, quis ferir o pássaro para que ele não fugisse e só cantasse para ela. Com arco e flecha, preparou-se. E, é claro, a ave caiu do galho.
Agora vem uma surpresa, tanto para as índias como para nós: uma vez por terra, o pássaro transformou-se num rapaz belíssimo.
Este índio, com um sorriso manso, dirigiu-se para a sua caçadora, enquanto todas as outras índias rezavam pela sua atenção e amor.
Estava tudo bem. Mas a primeira flauta começou a soar novamente: era a do índio feio.
As moças sabiam que ele queria se vingar dos maus tratos e procuraram rodear o índio bonito para escondê-lo. Mas o índio feio mandou rápido sua flecha, em direção do peito varonil do rival, só para assustá-lo.
E não é que aconteceu um encantamento milagroso?
Aconteceu, sim: o rapaz bonito se transformou num pássaro invisível, mas presente pelo seu canto. E as índias passaram, mesmo sem ver, a ouvir o trinado feliz.
Como é que se espalhou que o uirapuru dá sorte?
Ah, isso não sei, mas que dá, dá!


COMO NASCERAM AS ESTRELAS - DOZE LENDAS BRASILEIRAS - Clarice Lispector




Comentando a lenda: 

explicar que as lendas são antigas e muitas têm origem desconhecida, mas que não devemos maltratar os animais, ao contrário, cabe ao homem cuidar e preservar a natureza e os animais.

Serve como tema para o dia do Índio ou cuidados com a natureza, ecologia.

Atividade:

Pinte e reconte a história com tuas palavras:

Fonte da imagem: http://www.lipitipi.org/2012/04/producao-de-texto-dia-do-indio-lenda-do.html

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Razão x Emoção: Animação que inspirou o filme "Divertida Mente"



Estava garimpando algo bem original e achei esse vídeo que pode ser usado para as crianças entre 9 e 12. 
O vídeo é auto explicativo, portanto vocês vão saber quando utilizá-lo e como.
Pode-se também fazer um link para conhecimento X amor por exemplo, explicando que um depende do outro para a evolução completa. Espero que gostem. :)))

domingo, 26 de junho de 2016

Cantigas de roda para festas juninas. Danças folclóricas gaúchas.

Fonte da imagem:http://pt.slideshare.net/SimoneHelenDrumond/apostila-quem-canta-seus-males-espanta-vol1

Pezinho.

Folclóricas Gaúchas.

Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho, o teu pezinho ao pé do meu

E depois não vá dizer
Que você já me esqueceu [2x]

Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho, o teu pezinho ao pé do meu

E no chegar desse teu corpo
Ai um abraço quero eu [2x]

Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho, o teu pezinho ao pé do meu

Agora que estamos juntinhos
Dá cá um abraço e um beijinho [2x]

Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu pezinho, o teu pezinho ao pé do meu.


Para ver o vídeo do Pezinho clique AQUI


Canções Populares.

“Capelinha de Melão.

É de São João,
É de cravo é de rosa é de manjericão.
São João está dormindo não acorda não...
Acordai,
Acordai,
Acordai,
João “

VIVA SÃO JOÃO !!!


O BALÃO VAI SUBINDO.

O balão vai subindo
Vem caindo a garoa
O céu é tão lindo
E a noite é tão boa
São João, São João,
Acende a fogueira
Do meu coração.


Sapo Cururu.

Cantigas Populares

Sapo Cururu na beira do rio
Quando o sapo grita, ó Maninha, diz que está com frio
A mulher do sapo, é quem está lá dentro

Fazendo rendinha, ó Maninha, pro seu casamento.




Mais sobre cantigas populares clique AQUI

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Dédalo e Ícaro, os limites para sonhar. Mitologia grega.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=22034&picture=blue-angel

Dédalo e Ícaro, os limites para sonhar.

Em Atenas, Dédalo era um artesão e engenheiro famoso. Todos conheciam a sua arte e ele tinha fama em toda Grécia. Os mais poderosos reis queriam adquirir as suas esculturas ou viver nos majestosos palácios e edifícios que ele construía. Com tantas encomendas, Dédalo já não conseguia atender a todos os pedidos e para aliviar a grande sobrecarga, o artista decidiu ter um aprendiz em sua oficina, seu sobrinho Talo.
Dédalo ensinou ao jovem todos os segredos das artes da cerâmica, da arquitetura e da escultura. Aos poucos, Talo mostrou-se um excelente aprendiz e um genial artista, e com sua criatividade inventou o torno de oleiro. Dédalo sentiu uma profunda inveja por não ter sido ele o criador do invento. A cada dia, Talo inventava algo. Certa vez, ao ver os dentes pontiagudos de uma serpente, ele teve a inspiração para inventar o serrote. Passado algum tempo, Talo inventou o compasso e outros inventos para a produção das armas, tijolos e vestimentas dos atenienses.
Quanto mais Talo mostrava a sua criatividade, mais Dédalo o invejava, e Talo começou a adquirir muita fama em Atenas conquistando os antigos admiradores e clientes de Dédalo. Aos poucos Dédalo foi perdendo a genialidade criativa e sua inveja tirava sua inspiração. Os trabalhos de Talo passaram a ser preferidos e Dédalo por se sentir ofendido decidiu eliminar o sobrinho. Dissimulando suas intenções, Dédalo convidou Talo para um passeio ao templo de Atena que ficava no alto e um penhasco. Caminhando inocentemente com o tio, quando passavam pelas muralhas do tempo em um gesto premeditado Dédalo empurrou Talo ao precipício. Ao encontrar a morte, o rosto de Talo apresentava um sorriso nos lábios.
Depois de matar o sobrinho, Dédalo recolheu o corpo de Talo, enfiou em um saco e tentou apagar os vestígios de seu crime. Porém, quando retornava para sua oficina, Dédalo foi surpreendido carregando um saco sujo de sangue. Nervoso, o arquiteto disse ser de uma serpente que matara, mas o nervosismo do arquiteto fez com que as pessoas desconfiassem daquela versão. Dédalo continuou o seu caminho, sem perceber que os curiosos sorrateiramente seguiam os seus passos. Em um terreno vazio, Dédalo depositou o cadáver do sobrinho. Do alto do Olimpo, Atena a deusa da sabedoria, o assistia e transformou a alma de Talo numa perdiz.
Denunciado, Dédalo foi conduzido ao cárcere enquanto a perdiz sobrevoava tribunal assistindo a justiça feita. Alguns dias após a condenação Dédalo conseguiu fugir para Creta onde já tinha chegado a sua fama de artesão, escultor, inventor e engenheiro. Quando Minos, rei de Creta, soube da presença do artista, recebeu-o com honras de Estado e o colocou sob sua proteção, mas exigiu que ele trabalhasse somente para ele. Dédalo passou a criar muitas obras e estátuas para Minos, mas perdeu sua liberdade criadora. Suas criações ficaram restritas aos desejos do monarca e sua arte se tornou prisioneira dos caprichos do Rei Minos.
Sempre à deriva dos caprichos reais, a bela rainha Pasífae, a esposa do rei, tendo se apaixonado por um touro, pediu a Dédalo que criasse uma armadura no formato de uma novilha que lhe permitisse atrair o touro. Dédalo esculpiu uma novilha em madeira e desse amor incomum da rainha e o touro nasceu o Minotauro, uma criatura com corpo de homem e cabeça de touro. Para esconder a vergonha da traição da mulher, Minos ordenou que Dédalo construísse uma prisão para o monstro, um lugar de onde ele jamais pudesse sair. Dédalo construiu um labirinto com becos e caminhos sinuosos, como um enigma.
O Labirinto tornou-se a maior obra arquitetônica de todo o Mediterrâneo gerando a admiração dos povos, inquietando a curiosidade de outros reinos. Aprisionado, o Minotauro se revelou uma violenta fera e exigia ser alimentado de carne humana. Minos que havia conquistado o reino de Atenas exigia do rei Egeu sete rapazes e sete moças para serem sacrificados. Teseu, o filho do rei de Atenas, revoltado com a maléfica exigência, misturou-se com os jovens que seriam enviados para Creta.
Em Creta, Teseu seduziu a bela princesa Ariadne, filha de Minos. Com sua ajuda, penetrou no Labirinto levando um novelo de lã que foi desenrolado desde a porta de entrada. Teseu venceu o Minotauro e conseguiu sair do labirinto seguindo as linhas do novelo. A bela Ariadne esperava-o na saída e apaixonada fugiu com Teseu, levando seu irmão como refém. Perseguidos pelo rei Minos, esquartejaram o filho de Minos, e enquanto Minos recolhia os pedaços do filho no mar, Teseu e Ariadne fugiram. O rei Minos culpou Dédalo por toda tragédia e como castigo, encerrou Dédalo e seu filho Ícaro dentro do Labirinto, fazendo-os prisioneiros perpétuos.
Dédalo se tornou prisioneiro de sua própria criação e passou a viver com seu sonho de liberdade, até que construiu asas que lhe permitiria fugir voando. Juntando penas de aves, Dédalo construiu seu sonho amarrando as penas e colocando uma camada de cera sobre elas. Terminado seu projeto, Dédalo recomendou a seu filho os cuidados para o voo e, movidos de coragem, os dois saltaram para o infinito. Dominando o voo, Dédalo preveniu ao filho que mantivesse uma determinada altura; não tão baixa para não cair no mar e nem tão alta para que não se aproximasse do sol que poderia derreter a cera.
Dédalo e Ícaro alcançam os céus da Grécia, mas Ícaro se deixou deslumbrar pela sensação de liberdade e pela beleza do céu. Voando alto, os raios quentes do sol derreteram a cera das asas e em meio ao seu delírio sonhador, Ícaro se precipitou no mar. Dédalo desceu para apanhar o cadáver do filho e quando caminhava entre os arbustos para sepultá-lo, uma perdiz pairou sobre sua cabeça. Era o espírito de Talo, acentuando a tragédia numa anunciada vingança.
Partindo em um barco pelo mar Dédalo aportou na Sicília. Mesmo sendo recebido com honras pelo rei daquele local, a alma de Dédalo vestia um luto perene e nada estimulava sua alma criadora. Já não sentia nenhuma inveja como no passado e viu perdida sua genialidade. Apesar disso, criava o que lhe instruíam, mas ele já não se importava com os aplausos. Tornou-se um protegido no reino, mas um dia Minos aportou na Trinácria à procura de Dédalo. A fim de proteger Dédalo, o rei Cócalo fingiu receber com honras o rei Minos, convidando-o para um banho quente e um banquete.

Para repousar da fatigante viagem, Minos atendeu ao convite. Entrando na banheira, sentiu a água morna e fechou os olhos para repousar. Mas Cócaro havia premeditado matar Minos, e de repente a água começou a esquentar e ferver e, apesar dos gritos de Minos, ninguém veio a socorrê-lo. O soberano de Creta morreu sufocado pelos vapores e pelo calor. Dédalo estava livre do seu maior perseguidor, porém já não tinha mais sentido a sua liberdade. Dédalo seguiu solitário ensinando sua arte a muitos discípulos. E já muito velho, quando viu a morte chegar, Dédalo realizou seu maior sonho, vendo sua alma sem asas voar...


Para os pequenos a história deve ser reduzida.

Perguntas:

Onde morava Dédalo?

Qual era sua profissão?

Artesão -
substantivo masculino
indivíduo que pratica arte ou ofício que dependem de trabalhos manuais.
artífice que exerce sua profissão em oficina própria.

Por que Dédalo matou o sobrinho?  Essa atitude foi certa?  Que acontece em nossos dias com alguém que mata outra pessoa?

Após fugir do cárcere para onde fugiu Dédalo?

Como surgiu o Minotauro?

Por que Dédalo foi preso no labirinto com seu filho?

Qual foi o seu plano de fuga?

Ícaro seguiu os conselhos do pai quando fugiram do labirinto?

Você tem um sonho?

Você acha que para realizar os sonhos podemos ignorar nossas limitações e as dificuldades da vida? Por quê?




Sonho de Ícaro
Byafra
  

Voar, voar
Subir, subir
Ir por onde for
Descer até o céu cair
Ou mudar de cor
Anjos de gás
Asas de ilusão
E um sonho audaz
Feito um balão...

No ar, no ar
Eu sou assim
Brilho do farol
Além do mais
Amargo fim
Simplesmente sol...

Rock do bom
Ou quem sabe jaz
Som sobre som
Bem mais, bem mais...

O que sai de mim
Vem do prazer
De querer sentir
O que eu não posso ter
O que faz de mim
Ser o que sou
É gostar de ir
Por onde, ninguém for...

Do alto coração
Mais alto coração...

Viver, viver
E não fingir
Esconder no olhar
Pedir não mais
Que permitir
Jogos de azar
Fauno lunar
Sombras no porão
E um show vulgar
Todo verão...

Fugir meu bem
Pra ser feliz
Só no pólo sul
Não vou mudar
Do meu país
Nem vestir azul...

Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...

Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...

Do alto, coração
Mais alto, coração...

Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...

Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...

Do alto, o coração
Mais alto, o coração...(2x)

domingo, 22 de maio de 2016

História de Uma Gata. Chico Buarque.



Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/gato-animais-de-estima%C3%A7%C3%A3o-451377/


História de Uma Gata.
Chico Buarque
 
Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram

O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé...de gato

Me diziam, todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás

De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria

Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio

Felino, não reconhecerás.





Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php image=134637&picture=minimalista-desenho-do-gato

Complete o desenho do gatinho e pinte.