Mostrando postagens com marcador vídeos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vídeos. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Atividades divertidas para as férias escolares.
No link tem muito mais, vale conferir: https://www.tempojunto.com/2015/09/18/10-ideias-de-atividades-criativas-para-criancas-usando-papel/
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
terça-feira, 12 de março de 2019
Mãos Aventureiras : Ernest e Celestine perderam Simão - Historinha em Libras.
Siga o canal no Youtube.
terça-feira, 5 de março de 2019
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Primeiro desenho animado totalmente em Libras é lançado no Youtube
Vá no canal e inscreva-se. Todo o projeto inclusivo deve ser compartilhado e incentivado.
sábado, 9 de junho de 2018
segunda-feira, 2 de abril de 2018
domingo, 25 de março de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
domingo, 9 de abril de 2017
O Burro Teimoso (Vídeo Engraçado)
O vídeo é bem bacana, mostra que com incentivo e fazendo as coisas com alegria e boa vontade, tudo fica mais fácil.
Dá uma olhadinha que é um bom recurso para estimular as crianças para várias atividades.
domingo, 6 de novembro de 2016
PIADOS DO PASSARINHO.
Imagem do google.
O passarinho piou,
piou numa boa.
O passarinho piou,
piou lá na lagoa.
O passarinho piou,
piou, é bom sinal.
O passarinho piou,
piou lá no quintal.
O passarinho piou,
piou e olhou pra mim.
O passarinho piou,
piou lá no jardim.
O passarinho piou,
piou lá na avenida.
Todo o mundo escutou,
ficou melhor a vida.
Domínio Público.
Imagem do google
Ideia de pássaro para fazer com recortes e colar em cartolina.
Imagem do google
Atividade para pintar ou utilizar para recortes e depois pintar e colar em cartolina.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
domingo, 9 de outubro de 2016
Palavras mágicas. Linda poesia de Pedro Bandeira.
e amizades
conquistar,
quatro
palavrinhas mágicas
vou agora
revelar.
Não é nem
“Abre-te Sézamo”
e nem é
“Sin-sa-la-bin”!
Nenhuma é
“Abracadabra”,
minha mãe
disse pra mim:
Guarde as
quatro palavrinhas,
tenha as
quatro sempre à mão,
para usar a
toda hora,
em qualquer
ocasião.
Use sempre
essas palavras,
delas nunca
tenha medo,
pois eu
quero ajudar,
vou contar o
meu segredo:
Diga sempre
a sorrir,
pra não ser
mal-educado:
com licença,
me desculpe,
por favor e
obrigado!
Acredite no
que eu digo,
pois comigo
funcionou.
São palavras
de uma fada,
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
O pássaro da sorte. Uirapuru - Lendas Brasileiras.
Trata-se do
uirapuru, pássaro encantado da sorte e que tem como moradia as ricas florestas
da Amazônia.
A história é
um pouco triste. Mas o canto dessa ave é tão plangente e mavioso que vale a
pena contar.
Começa com
um índio tocando flauta na selva. E as índias jovens ouviam-no. Daí para
procurar ver quem era o guapo índio que a tocava foi um só passo.
O segundo
passo foi encontrar o músico e cair para trás com uma bruta decepção. Elas,
tolinhas, achavam que coisa bonita só pode vir de gente bonita. E caprichosas, malcriadas,
empurraram o índio feio para fora da clareira. Humilhado, ele então fugiu.
Na mesma hora
as índias ouviram uma outra flauta tocada com delicadeza e doçura. E pensaram com
esperança que talvez o tocador dessa nova flauta fosse um índio bonito.
Seguiram pelas sendas da floresta, guiadas pelo cântico que cada vez parecia mais
próximo. E não é que depararam, não com um índio, mas com um passarinho pousado
num galho de árvore frondosa? Era o pássaro uirapuru. Uma das índias, a mais
formosa e esguia, era também a melhor caçadora. E, como as outras, quis ferir o
pássaro para que ele não fugisse e só cantasse para ela. Com arco e flecha,
preparou-se. E, é claro, a ave caiu do galho.
Agora vem
uma surpresa, tanto para as índias como para nós: uma vez por terra, o pássaro transformou-se
num rapaz belíssimo.
Este índio,
com um sorriso manso, dirigiu-se para a sua caçadora, enquanto todas as outras
índias rezavam pela sua atenção e amor.
Estava tudo
bem. Mas a primeira flauta começou a soar novamente: era a do índio feio.
As moças
sabiam que ele queria se vingar dos maus tratos e procuraram rodear o índio
bonito para escondê-lo. Mas o índio feio mandou rápido sua flecha, em direção
do peito varonil do rival, só para assustá-lo.
E não é que
aconteceu um encantamento milagroso?
Aconteceu,
sim: o rapaz bonito se transformou num pássaro invisível, mas presente pelo seu
canto. E as índias passaram, mesmo sem ver, a ouvir o trinado feliz.
Como é que
se espalhou que o uirapuru dá sorte?
Ah, isso não
sei, mas que dá, dá!
COMO
NASCERAM AS ESTRELAS - DOZE LENDAS BRASILEIRAS - Clarice Lispector
Comentando a lenda:
explicar que as lendas são antigas e muitas têm origem desconhecida, mas que não devemos maltratar os animais, ao contrário, cabe ao homem cuidar e preservar a natureza e os animais.
Serve como tema para o dia do Índio ou cuidados com a natureza, ecologia.
Atividade:
Pinte e reconte a história com tuas palavras:
Fonte da imagem: http://www.lipitipi.org/2012/04/producao-de-texto-dia-do-indio-lenda-do.html
domingo, 4 de setembro de 2016
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Razão x Emoção: Animação que inspirou o filme "Divertida Mente"
Estava garimpando algo bem original e achei esse vídeo que pode ser usado para as crianças entre 9 e 12.
O vídeo é auto explicativo, portanto vocês vão saber quando utilizá-lo e como.
Pode-se também fazer um link para conhecimento X amor por exemplo, explicando que um depende do outro para a evolução completa. Espero que gostem. :)))
domingo, 26 de junho de 2016
Cantigas de roda para festas juninas. Danças folclóricas gaúchas.
Fonte da imagem:http://pt.slideshare.net/SimoneHelenDrumond/apostila-quem-canta-seus-males-espanta-vol1
Pezinho.
Pezinho.
Folclóricas
Gaúchas.
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho, o teu pezinho ao pé do meu
E depois não
vá dizer
Que você já
me esqueceu [2x]
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho, o teu pezinho ao pé do meu
E no chegar
desse teu corpo
Ai um abraço
quero eu [2x]
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho, o teu pezinho ao pé do meu
Agora que
estamos juntinhos
Dá cá um
abraço e um beijinho [2x]
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
O teu
pezinho bem juntinho com o meu
Ai bota
aqui, ai bota ali o teu pezinho
Canções Populares.
“Capelinha
de Melão.
É de São
João,
É de cravo é
de rosa é de manjericão.
São João
está dormindo não acorda não...
Acordai,
Acordai,
Acordai,
João “
VIVA SÃO
JOÃO !!!
O BALÃO VAI SUBINDO.
O BALÃO VAI SUBINDO.
O balão vai
subindo
Vem caindo a
garoa
O céu é tão
lindo
E a noite é
tão boa
São João,
São João,
Acende a
fogueira
Do meu
coração.
Sapo Cururu.
Cantigas
Populares
Sapo Cururu
na beira do rio
Quando o
sapo grita, ó Maninha, diz que está com frio
A mulher do
sapo, é quem está lá dentro
Fazendo
rendinha, ó Maninha, pro seu casamento.
Mais sobre cantigas populares clique AQUI
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Dédalo e Ícaro, os limites para sonhar. Mitologia grega.
Dédalo e Ícaro, os limites para sonhar.
Em Atenas,
Dédalo era um artesão e engenheiro famoso. Todos conheciam a sua arte e ele
tinha fama em toda Grécia. Os mais poderosos reis queriam adquirir as suas
esculturas ou viver nos majestosos palácios e edifícios que ele construía. Com
tantas encomendas, Dédalo já não conseguia atender a todos os pedidos e para
aliviar a grande sobrecarga, o artista decidiu ter um aprendiz em sua oficina,
seu sobrinho Talo.
Dédalo
ensinou ao jovem todos os segredos das artes da cerâmica, da arquitetura e da
escultura. Aos poucos, Talo mostrou-se um excelente aprendiz e um genial
artista, e com sua criatividade inventou o torno de oleiro. Dédalo sentiu uma
profunda inveja por não ter sido ele o criador do invento. A cada dia, Talo
inventava algo. Certa vez, ao ver os dentes pontiagudos de uma serpente, ele
teve a inspiração para inventar o serrote. Passado algum tempo, Talo inventou o
compasso e outros inventos para a produção das armas, tijolos e vestimentas dos
atenienses.
Quanto mais
Talo mostrava a sua criatividade, mais Dédalo o invejava, e Talo começou a
adquirir muita fama em Atenas conquistando os antigos admiradores e clientes de
Dédalo. Aos poucos Dédalo foi perdendo a genialidade criativa e sua inveja
tirava sua inspiração. Os trabalhos de Talo passaram a ser preferidos e Dédalo
por se sentir ofendido decidiu eliminar o sobrinho. Dissimulando suas
intenções, Dédalo convidou Talo para um passeio ao templo de Atena que ficava
no alto e um penhasco. Caminhando inocentemente com o tio, quando passavam
pelas muralhas do tempo em um gesto premeditado Dédalo empurrou Talo ao
precipício. Ao encontrar a morte, o rosto de Talo apresentava um sorriso nos
lábios.
Depois de
matar o sobrinho, Dédalo recolheu o corpo de Talo, enfiou em um saco e tentou
apagar os vestígios de seu crime. Porém, quando retornava para sua oficina,
Dédalo foi surpreendido carregando um saco sujo de sangue. Nervoso, o arquiteto
disse ser de uma serpente que matara, mas o nervosismo do arquiteto fez com que
as pessoas desconfiassem daquela versão. Dédalo continuou o seu caminho, sem
perceber que os curiosos sorrateiramente seguiam os seus passos. Em um terreno
vazio, Dédalo depositou o cadáver do sobrinho. Do alto do Olimpo, Atena a deusa
da sabedoria, o assistia e transformou a alma de Talo numa perdiz.
Denunciado,
Dédalo foi conduzido ao cárcere enquanto a perdiz sobrevoava tribunal
assistindo a justiça feita. Alguns dias após a condenação Dédalo conseguiu
fugir para Creta onde já tinha chegado a sua fama de artesão, escultor,
inventor e engenheiro. Quando Minos, rei de Creta, soube da presença do
artista, recebeu-o com honras de Estado e o colocou sob sua proteção, mas
exigiu que ele trabalhasse somente para ele. Dédalo passou a criar muitas obras
e estátuas para Minos, mas perdeu sua liberdade criadora. Suas criações ficaram
restritas aos desejos do monarca e sua arte se tornou prisioneira dos caprichos
do Rei Minos.
Sempre à
deriva dos caprichos reais, a bela rainha Pasífae, a esposa do rei, tendo se
apaixonado por um touro, pediu a Dédalo que criasse uma armadura no formato de
uma novilha que lhe permitisse atrair o touro. Dédalo esculpiu uma novilha em
madeira e desse amor incomum da rainha e o touro nasceu o Minotauro, uma
criatura com corpo de homem e cabeça de touro. Para esconder a vergonha da
traição da mulher, Minos ordenou que Dédalo construísse uma prisão para o
monstro, um lugar de onde ele jamais pudesse sair. Dédalo construiu um
labirinto com becos e caminhos sinuosos, como um enigma.
O Labirinto
tornou-se a maior obra arquitetônica de todo o Mediterrâneo gerando a admiração
dos povos, inquietando a curiosidade de outros reinos. Aprisionado, o Minotauro
se revelou uma violenta fera e exigia ser alimentado de carne humana. Minos que
havia conquistado o reino de Atenas exigia do rei Egeu sete rapazes e sete
moças para serem sacrificados. Teseu, o filho do rei de Atenas, revoltado com a
maléfica exigência, misturou-se com os jovens que seriam enviados para Creta.
Em Creta,
Teseu seduziu a bela princesa Ariadne, filha de Minos. Com sua ajuda, penetrou
no Labirinto levando um novelo de lã que foi desenrolado desde a porta de
entrada. Teseu venceu o Minotauro e conseguiu sair do labirinto seguindo as
linhas do novelo. A bela Ariadne esperava-o na saída e apaixonada fugiu com
Teseu, levando seu irmão como refém. Perseguidos pelo rei Minos, esquartejaram
o filho de Minos, e enquanto Minos recolhia os pedaços do filho no mar, Teseu e
Ariadne fugiram. O rei Minos culpou Dédalo por toda tragédia e como castigo,
encerrou Dédalo e seu filho Ícaro dentro do Labirinto, fazendo-os prisioneiros
perpétuos.
Dédalo se
tornou prisioneiro de sua própria criação e passou a viver com seu sonho de
liberdade, até que construiu asas que lhe permitiria fugir voando. Juntando
penas de aves, Dédalo construiu seu sonho amarrando as penas e colocando uma
camada de cera sobre elas. Terminado seu projeto, Dédalo recomendou a seu filho
os cuidados para o voo e, movidos de coragem, os dois saltaram para o infinito.
Dominando o voo, Dédalo preveniu ao filho que mantivesse uma determinada
altura; não tão baixa para não cair no mar e nem tão alta para que não se
aproximasse do sol que poderia derreter a cera.
Dédalo e Ícaro
alcançam os céus da Grécia, mas Ícaro se deixou deslumbrar pela sensação de
liberdade e pela beleza do céu. Voando alto, os raios quentes do sol derreteram
a cera das asas e em meio ao seu delírio sonhador, Ícaro se precipitou no mar.
Dédalo desceu para apanhar o cadáver do filho e quando caminhava entre os
arbustos para sepultá-lo, uma perdiz pairou sobre sua cabeça. Era o espírito de
Talo, acentuando a tragédia numa anunciada vingança.
Partindo em
um barco pelo mar Dédalo aportou na Sicília. Mesmo sendo recebido com honras
pelo rei daquele local, a alma de Dédalo vestia um luto perene e nada
estimulava sua alma criadora. Já não sentia nenhuma inveja como no passado e
viu perdida sua genialidade. Apesar disso, criava o que lhe instruíam, mas ele
já não se importava com os aplausos. Tornou-se um protegido no reino, mas um
dia Minos aportou na Trinácria à procura de Dédalo. A fim de proteger Dédalo, o
rei Cócalo fingiu receber com honras o rei Minos, convidando-o para um banho
quente e um banquete.
Para
repousar da fatigante viagem, Minos atendeu ao convite. Entrando na banheira,
sentiu a água morna e fechou os olhos para repousar. Mas Cócaro havia
premeditado matar Minos, e de repente a água começou a esquentar e ferver e,
apesar dos gritos de Minos, ninguém veio a socorrê-lo. O soberano de Creta
morreu sufocado pelos vapores e pelo calor. Dédalo estava livre do seu maior
perseguidor, porém já não tinha mais sentido a sua liberdade. Dédalo seguiu
solitário ensinando sua arte a muitos discípulos. E já muito velho, quando viu
a morte chegar, Dédalo realizou seu maior sonho, vendo sua alma sem asas
voar...
Para os
pequenos a história deve ser reduzida.
Perguntas:
Onde morava
Dédalo?
Qual era sua
profissão?
Artesão -
substantivo
masculino
indivíduo
que pratica arte ou ofício que dependem de trabalhos manuais.
artífice que
exerce sua profissão em oficina própria.
Por que
Dédalo matou o sobrinho? Essa atitude
foi certa? Que acontece em nossos dias
com alguém que mata outra pessoa?
Após fugir
do cárcere para onde fugiu Dédalo?
Como surgiu
o Minotauro?
Por que
Dédalo foi preso no labirinto com seu filho?
Qual foi o
seu plano de fuga?
Ícaro seguiu
os conselhos do pai quando fugiram do labirinto?
Você tem um
sonho?
Você acha
que para realizar os sonhos podemos ignorar nossas limitações e as dificuldades
da vida? Por quê?
Sonho de Ícaro
Byafra
Voar, voar
Subir, subir
Ir por onde for
Descer até o céu cair
Ou mudar de cor
Anjos de gás
Asas de ilusão
E um sonho audaz
Feito um balão...
No ar, no ar
Eu sou assim
Brilho do farol
Além do mais
Amargo fim
Simplesmente sol...
Rock do bom
Ou quem sabe jaz
Som sobre som
Bem mais, bem mais...
O que sai de mim
Vem do prazer
De querer sentir
O que eu não posso ter
O que faz de mim
Ser o que sou
É gostar de ir
Por onde, ninguém for...
Do alto coração
Mais alto coração...
Viver, viver
E não fingir
Esconder no olhar
Pedir não mais
Que permitir
Jogos de azar
Fauno lunar
Sombras no porão
E um show vulgar
Todo verão...
Fugir meu bem
Pra ser feliz
Só no pólo sul
Não vou mudar
Do meu país
Nem vestir azul...
Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...
Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...
Do alto, coração
Mais alto, coração...
Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...
Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...
Do alto, o coração
Mais alto, o coração...(2x)
domingo, 22 de maio de 2016
História de Uma Gata. Chico Buarque.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/gato-animais-de-estima%C3%A7%C3%A3o-451377/
História de Uma Gata.
Chico Buarque
Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram
O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé...de gato
Me diziam, todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria
Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás.
Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php image=134637&picture=minimalista-desenho-do-gato
Complete o desenho do gatinho e pinte.
Assinar:
Postagens (Atom)













