segunda-feira, 18 de julho de 2016
O amor segundo Dora Incontri.
Dora Incontri é pedagoga e vale a pena ler seus textos sobre educação. Para saber mais sobre a autora, clique AQUI
domingo, 17 de julho de 2016
O Sol e a Lua. Historinha para trabalhar ecologia.
Nunca
ninguém diria, quando o Sol e a Lua se conheceram, que seria um caso de amor à
primeira vista. Mas a verdade é que assim foi.
Ainda o
mundo não era mundo e já os dois trocavam olhares de enlevo, já os dois se
iluminavam como candeias acesas na escuridão do universo.
Quando, de
uma enorme explosão cósmica, a Terra surgiu, logo o Sol e a Lua decidiram velar
por aquele pedaço de matéria, que não era mais do que uma massa disforme e sem
vida.
O Sol
encarregou-se de tratar dos solos. E não tardou que altas montanhas se
erguessem, que árvores frondosas enfeitassem os vales e que planícies
infindáveis se fizessem perder no olhar.
Depois
nasceram as pedras e sempre soube o Sol colocá-las no local preciso: ora no
cimo dos montes escarpados, ora dispersas, salpicando o solo fértil das terras
planas, até se tornarem areia fina, escondida sob os leitos silenciosos dos
rios.
À Lua coube
a tarefa de criar as águas. Águas profundas que dividiram grandes pedaços da
Terra e águas mais serenas que desciam das montanhas e se alongavam pelas
planícies.
Tudo
perfeito. Mas acharam, o Sol e a Lua, que alguma coisa faltava naquele mundo à
medida. E como sempre se haviam entendido, a novas tarefas se propuseram.
Assim
surgiram animais de toda a espécie: grandes, pequenos, uns mais dóceis, outros
mais atrevidos, uns que caminhavam pelo chão, outros que se aventuravam pelos
ares e ainda outros que só habitavam o reino das águas.
Agora, sim.
Todos viviam em harmonia: o mundo do Sol e o mundo da Lua. E eles continuavam
cada vez mais enamorados.
O Sol
aquecia a Terra e dava-lhe a vida. A Lua embalava-a e dava-lhe sonhos
repousantes e noites lindas, tão claras que até pareciam dia.
Mas ― todas
as histórias têm um senão ― certa altura em que Sol e Lua andavam entretidos
nas suas tarefas, vislumbraram, bem lá no meio de uma planície, uma espécie de
animal que não se lembravam de ter colocado onde quer que fosse.
Não voava,
não nadava, nem andava de quatro patas. Pelo contrário, erguia-se como o
pescoço de uma girafa e parecia querer ser o rei dos animais.
Decidiram
vigiá-lo, não fosse ele perturbar o encanto daquele mundo.
Vigiaram dia
e noite, noite e dia, sem interferir. E, ao longo dos séculos, no correr dos
milénios, não gostaram do que viram.
―Então que
faz ele às árvores que eu ergui? ― interrogava-se o Sol.
―E que faz
ele das águas que eu pus a correr? ― indignava-se a Lua.
De comum
acordo combinaram assustá-lo. Mandaram fortes raios de luz sobre a Terra, mas o
animal protegeu-se em quantas sombras havia.
Mandaram
trombas de água infindáveis, mas ele fechou-se no seu covil e de lá não saiu
enquanto os rios não voltaram ao normal.
E tudo o que
Sol e Lua puderam fazer não foi suficiente para parar aquela espécie, que ainda
hoje habita um planeta chamado Terra e de quem diz ser seu legítimo dono.
Vocês já
ouviram falar dele?
Pois nunca
esse bichinho reparou no trabalho do Sol, nem no labor da Lua. Nem em quanto
eles são apaixonados um pelo outro. Nem em quanto eles querem bem a esse
planeta perdido na imensidão do Universo.
E é por tudo
isto que vos contei, acreditem, que a Lua tem aquele ar sempre tão triste,
quando, nas noites em que está cheia, ela nos olha sempre como num queixume.
E é também
por causa disso que o Sol por vezes se esconde atrás de nuvens sombrias: vai
buscar conforto à Lua e lembrar-lhe, sim, que nunca é demais lembrar, o quanto
ele é apaixonado por ela.
Livro: Histórias
Que Acabam Aqui.
Texto: Teresa
Lopes
Ilustrações:
Sara Costa - Domínio Público.
Tema: Ecologia, a ação do homem sobre a natureza.
Explicar que o homem não é dono do planetinha, que recebemos de Deus a oportunidade de usarmos suas riquezas com muito cuidado e respeito à natureza que é tão generosa nos fornecendo frutos e tudo o que precisamos para viver, mas sem abusar nem destruindo o que não nos pertence. Perguntar como é o mundo em que queremos viver.
Através do diálogo concluir que temos que cuidar do planeta para as novas gerações poderem dele usufruir também.
Levar imagens de destruição e depois solicitar que façam um desenho do mundo onde eles querem viver.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
O peixinho e o gato.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/peixes-tanque-nata%C3%A7%C3%A3o-decora%C3%A7%C3%A3o-47651/
Certo dia, o
Sr. Peixe chamou os peixinhos Vermelho, Amarelo e Dourado, para alertá-los dos perigos que os cercavam
quando saíam para brincar longe de casa. Falou sobre os
pescadores que lançavam suas redes ao mar, das aves e de
outros animais, entre eles, o gato, que se alimentava de
peixes.
– Todo
peixinho tem direito a brincar, mas fiquem longe das redes e da beira do mar,
pois nesses lugares é que mora o perigo – falou o Sr. Peixe com os olhos marejados
de lágrimas.
Passado
algum tempo, Vermelho pediu permissão aos pais para ir à casa de um amigo para
brincar. Após ajudar a mãe, despediu-se e lá foi todo contente. No caminho, encontrou
alguns amigos e a todos cumprimentou alegremente.
Minutos depois,
sentiu que algo o havia prendido.
Por mais que
se debatesse, não conseguia livrar-se.
Então,
começou a gritar:
– Socorro!
Por favor, alguém me ajude a sair daqui!
No entanto,
ninguém o escutava, porque estava num lugar pouco movimentado.
Angustiado,
começou a chorar.
O pescador,
por sua vez, ao puxar a rede, ficou muito contente ao ver aquele belo peixinho
saltitante e tomou todos os cuidados para não machucá-lo. Ao chegar em casa,
colocou-o num vidro cheio de água.
Vermelho,
assustado, percebeu que havia perdido a liberdade e
que, talvez, nunca mais voltasse a nadar nas profundezas do
oceano. Muito triste, o pranto voltou a rolar.
Naquele
momento, ao se dar conta da fatalidade que havia se abatido sobre ele, procurou
ser forte e manter a calma,
pois de nada adiantaria gritar ou se debater.
Naquele
mesmo dia, Vermelho foi transportado com muito cuidado para outro lugar.
Após rodar
bastante, o homem finalmente parou em frente a uma grande loja. Vermelho estava
receoso, pois não sabia o que iriam fazer com ele.
Ao entrar na
loja, notou que o lugar era amplo e agradável. Lá estavam algumas criaturas
estranhas e muito barulhentas; umas gorjeavam, outras latiam, algumas miavam,
outras comiam cenouras sem parar.
Todas
estavam em grandes gaiolas.
O peixinho
Vermelho pressentiu que ali seria o seu cativeiro.
Tremeu só de pensar.
O
comerciante estava sorridente, orgulhoso da sua nova aquisição, então, colocou
Vermelho junto com outros peixinhos. O local, apesar de pequeno, imitava o "habitat"
do fundo do mar. Todos o olharam com curiosidade, mas logo se tornaram amigos.
Vermelho já
tinha escutado algumas histórias a respeito dos peixinhos que eram capturados
para servirem de atração para os homens. Porém, jamais imaginou que algum dia
estivesse naquela situação.
Apesar de
estar sendo bem tratado, suspirava ao lembrar o tempo em que nadava em cardume,
com os amigos, aprontando algumas das suas peraltices em algum lugar no fundo
do mar.
Certo dia
entrou na loja um casal com três filhos.
Duda, o mais
velho, ficou maravilhado ao observar aquele belo peixinho Vermelho que nadava
de um lado para outro no aquário. Os pais, notando o seu interesse, compraram-no
e deram de presente ao filho.
Chegando ao
novo lar, Vermelho notou uma criatura com cara de bonzinho, igual ao que tinha
lá na loja. De vez em quando, ele se mexia, abria os olhos, espreguiçava-se e
voltava a enrolar-se. Agora, mais despreocupado, o peixinho continuava nadando
de um lado para o outro em seu pequeno cativeiro.
Certo dia,
Vermelho escutou seus novos donos chamarem carinhosamente aquela estranha
criatura de meu "Gatinho". Então, pensou:
– Ah! Então
esse é o famoso Sr. Gato... O perigoso devorador de peixes!
O Gato, por
sua vez, andava impaciente, não via a hora de ficar a sós com o novo morador da
casa. Para não levantar suspeitas, fingia nem notar a sua presença.
Duda estava
muito contente com os seus dois bichos de estimação, uma vez que o gato e o
peixinho viviam em harmonia.
Numa bela
manhã de domingo, após tratar o gato e o peixinho, a
família saiu para passear. Antes, porém, por precaução,
Duda colocou o aquário bem no alto e, brincando,
falou para o Gato cuidar bem do amiguinho.
O Gato balançou
o rabo, fez piruetas, enroscou-se na perna do menino, rindo da sua inocência.
Depois, sentou-se e ali ficou.
Vermelho
estava apreensivo e nadava nervoso de um lado para o outro sem parar. Parecia
pressentir que algo iria acontecer.
O Gato,
muito malandro, fingia nada ver; no entanto, estava se deliciando com o
nervosismo do peixinho. Lá pelas
tantas, o bichano levantou-se, lambeu-se, espreguiçou-se e então resolveu
apavorá-lo ainda mais:
– Peixinho!
Huu, huu! Agora que estamos a sós, prepara-te que vou te pegar!
O peixinho,
apesar de corajoso, estava preocupado, pensando numa maneira de defender-se,
caso o temível inimigo
resolvesse atacá-lo.
O peixinho Vermelho
estava tenso. As coisas estavam ficando muito difíceis, e ele sabia que logo ficariam
bem piores. O peixinho, de vermelho, estava quase branco de tanto pavor, mas
seria bravo, morreria lutando, pensou.
O peixinho
Vermelho estava parado num canto do aquário e lá pelas tantas, disse:
– Por favor,
Sr. Gato, comporte-se, não me faça nenhum mal, hein! Pense no que disse o nosso
dono. Ele confia tanto no senhor, até pediu para que cuidasse de mim, lembra?
O Gato
levantou-se, arqueou-se, lambeu os beiços de forma assustadora. Em seguida,
derrubando alguns objetos, subiu na estante e, num piscar de olhos, estava em
cima da geladeira, ao lado do aquário.
Depois, numa
rapidez própria dos felinos, enfiou uma das patas dentro do aquário. Vermelho,
ligeiro como uma flecha, num
ato de bravura, deu uma mordida na sua pata, quase lhe tirando um pedaço. O
bichano, assustado, recuou.
O Gato,
surpreso, logo percebeu a agilidade do seu adversário. Por alguns instantes,
ficou imóvel, observando o pula-pula do peixinho tentando se salvar.
Em seguida,
começou o combate. Vermelho defendia-se dando pulos no ar, parecia um acrobata.
O Gato reconheceu a sua valentia e o admirou por isso. Era um pula pra cá,
outro pula pra lá, e o peixinho sempre conseguia escorregar das garras do seu
perseguidor.
Muito senhor
de si, o gato respondeu:
– Escuta
aqui, peixinho otário: se eu fosse honesto, não teria a fama que tenho. Além do
mais, não adianta bancar o espertinho, nem tentar me convencer, porque eu vou
te pegar, sim! E, quando o meu dono chegar, miarei suavemente, me enroscarei na
sua perna, lançarei um doce olhar, e tudo estará resolvido.
Passado o
susto, o Gato voltou a colocar a pata dentro do aquário e, sem querer, plaft!
Derrubou o aquário no chão. O bichano quase morreu de susto!
Quando o
Gato estava quase conseguindo vencer o peixinho, chegaram Duda e a família.
Todos levaram o maior susto ao ver a bagunça. Tinha água e caco de vidro para
tudo quanto era lado.
Duda ficou
muito desapontado com o comportamento do gato
maroto. Pegou-o pelas patas, levando-o por alguns instantes para fora de casa.
Enquanto
isso, o peixinho Vermelho agonizava. Em tempo chegou o socorro
e logo foi posto num pequenino aquário.
Duda,
chocado com o ocorrido e preocupado com a segurança do peixinho, pediu para o
pai devolvê-lo ao mar.
Vermelho ficou muito emocionado ao
avistar o imenso mar azul que o esperava. Ao ser posto dentro d'água, sem
demora desapareceu, indo reencontrar a sua família e todos os seus amigos.
No lugar onde morava, era só alegria.
Os peixes deram uma grande festa para comemorar a sua volta.
Vermelho foi
recebido como herói. A sua odisseia teve grande repercussão em todo o oceano.
Até o rei dos mares o recebeu em solene audiência.
Em seus
poucos momentos de solidão, o peixinho Vermelho relembrava a grande aventura
que viveu na terra no meio daquelas criaturas muito estranhas...
Autora: Lenira
Almeida Heck.
Domínio
Público.
Atividade:
Desenhe o peixinho vermelho dentro do aquário.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/aqu%C3%A1rio-fishbowl-peixinho-vidro-152181/
Pinte os peixinhos de acordo com as cores da historinha.
Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=36934&picture=peixe-esboca
terça-feira, 12 de julho de 2016
Comemoração de 1 ano do inicio do blog. Hoje tem festa!
Amigos
queridos que acompanham o blog Coisas de Criança, é com imensa alegria que
comemoro um ano de sua criação com a presença de muitos de vocês aqui
enfeitando a festa.
Obrigada por
todas as palavras de incentivo, a presença de vocês foi muito importante para
que eu percebesse se estava no rumo certo, acertando ali, consertando acolá,
até achar o tom que ficasse bom para mim e ao mesmo tempo continuasse servindo
de inspiração para pais e educadores – esse sempre foi o foco principal do blog
– mas então, sem mais delongas, segue a colaboração dos amigos.
A proposta
deixada na postagem com o convite para a festa era:
Se você
entrasse em uma cápsula do tempo e encontrasse você aos 7 anos:
- Onde estaria e fazendo o que?
- O que você diria para você criança? –
só não vale conselho, rsrs.
- Deixar nome, profissão e quem puder a
idade.
Depoimentos:
Com sete
anos eu estaria em Mar Del Plata Argentina onde vivi até os 8anos de idade.
Me vejo
brincando na sacada vestida com as roupas da minha mãe.
Eu diria A
donde vás tan guapa?
Maria
Fernanda Espino, aposentada, 55 anos.
*****
*****
Com sete
anos eu estaria na casa da minha avó paterna, estudando bastante e brincando
pouco. Diria para aquela criança: dentro de você existe uma força muito
poderosa, ela vai te salvar de tudo nessa vida!
Aos sete
anos, eu em Porto Alegre. No quintal de casa, observando minhocas e bichinhos
das plantas e da terra. O que eu diria?
- Jorge,
continue a ser curioso e pesquisador, tua profissão favorecerá isso.
Jorge Avila
Kuhn, Tradutor, 64 anos São Vicente/SP
****
****
Com sete
anos eu gostaria de estar num mundo maravilhoso onde todos os seres fossem
felizes. Eu pediria à criança que me ajudasse a ser um ser mais confiante e
feliz.
Matilde,
aposentada, 73 anos.
****
****
"Certa
noite, perambulando no meu sonho, cheguei numa nuvem muito branca e fofinha!
Ouvi uma voz: - ei, estou aqui!!! E eu, entre medo e curiosidade, avistei uma
garotinha franzina, tímida e fui até ela. Era eu mesma, que, como um toque de
mágica, estava lá, aos meus sete anos!!! Como aconteceu isto?? Eu hoje tenho 70
anos, mas há poucos dias, numa pontinha de tristeza por estar quase velhinha
(kkk) fiz uma oração e pedi a nossa Mãe Celeste, como presente, viver só mais
um dia como uma doce garotinha!! Não esqueça NUNCA que a criança que tem dentro
de você, NUNCA MORRE!"
Alba Maria
Filipi, 70 anos, aposentada.
****
****
Aos sete
anos nos anos 50, e numa cidade de 30.000 habitantes, sem televisão - havia o
cinema - com os desenhos animados, mas estava descobrindo também as Histórias
dos Irmãos Grimm, Andersen, Perrault, e Monteiro Lobato- dá-lhe, imaginação!-
enquanto quebrava a cabeça com as tabuadas! Aguardava as férias para vir
passear em Porto Alegre, a capital, e a praia! Brincava de bonecas e de rodas
na rua com as outras crianças e sonhava com os 15 anos: usar saltos altos e
poder se pintar, não havia nada mais maravilhoso!
Haveria,
mais, muitas lembranças mais, mas resumiria essa época com apenas duas
palavras: doces sonhos!
Maria da
Graça Silveira, 66 anos, aposentada.
****
****
Se eu
pudesse falar com aquela menina de sete anos diria para ela nunca deixar o
piano e o balé, perseverar nos estudos e insistir para fazer faculdade na
capital. Depois voltar para Alegrete e não sair mais de lá. E não casar cedo!
Ah, e cuidar muito do seu irmãozinho para evitar a tragédia que o levou.
Estaria na
rua, com meu pai, indo pra pracinha próximo da minha casa, e minha mãe estaria
na escola.
Diria: cuidado
quando você for brincar na gangorra. Ela pode acabar subindo muito alto, e você
pode acabar se soltando, e batendo com a cara no ferro que segura a gangorra no
chão, e pode se machucar feio.
Vívian
Melyssa, Designer Gráfico, 21 anos. Página web:https://www.facebook.com/familydolls
****
****
Com sete
anos de idade eu andava nas ruas, jogando bola de gude com os meninos, correndo
de bicicleta, pulando sapata. Às vezes me reunia com as meninas para passear.
Andávamos à toa pelas ruas.
Se pudesse
voltar no tempo eu diria apenas: Não tenho pressa.
Gladis
Berriel, escritora, 64 anos.
****
Estou na cidade de Três Passos, RGS no quintal da casa. Vejo-a com sete anos, pálida, séria, agachada na grama alta brincando com formigas. Toco delicadamente no ombro magro e ela levanta o olhar triste, de um azul profundo e límpido.
- Nunca
tenha medo, digo. Você vai revolucionar. O sorriso rápido revela a falta dos
dentes dianteiros.
Jeanne
Geyer, blogueira, 64 anos.
****
****
Olha Ela,
Feliz/Feliz, leve e solta, e suas primeiras pedaladas, na sua tão sonhada
bicicleta. Vai firme Criança,
vai firme! Equilíbrio, muito Equilíbrio é o que a vida vai necessitar sempre de
ti!
Amigos queridos, estou aqui emocionada ao final do post.
Lidia Maria
Lacombe Klingelfus, 63 anos bancária aposentada.
****
Para
comemorar a festa de 1 ano de Coisas de criança, a Jeanne propôs que
entrássemos em uma cápsula do tempo e nos encontrássemos com nós mesmos aos 7
anos, respondendo três perguntinhas:
1- Onde você
estaria e fazendo o que?
R. Na rua
brincando.
2- O que
você diria para você criança?
R. Sabe esse
céu imenso que gostas tanto? Deus te ama para além desse céu e jamais irá te
abandonar.
****
Se você
entrasse em uma cápsula do tempo e encontrasse você aos sete anos:
- Onde
estaria e fazendo o que?
- Brincando
de boneca, de casinha e de ser professora...
- O que você diria para você criança?
- Brinque
muito, enquanto pode...
- Roselia
Bezerra, professora aposentada, 62 neste mês...
"Benditas
recordações que me cercam como em um abraço e me levam até um lugar radiante
chamado saudade. Lá, o que eu fui segue intacto, livre dos arranhões do tempo,
conservado por cada momento em que fui genuinamente feliz.”
(Fernanda
Gaona) Blog:ESPIRITUAL-AMIZADE
****
Aos sete
anos comecei a alfabetização e lembro-me que tive que fazer muitas caligrafias,
pois a minha letra ficava incompreensível. Nesta cena, em minha casa, a figura
da minha avó paterna, que morava conosco, é muito presente; ela acompanhava os
meus deveres escolares. Não é uma recordação boa, não gostava de fazer
caligrafia e, na realidade, não mudou muito meu formato de letras.
O que posso
dizer a minha menina é que a amo e que quero manter acesa a sua chama de
peraltices dentro de mim.
Norma,
psicóloga, terapeuta de casal e família, 67 anos.
“Uma das
coisas melhores que pode acontecer para alguém na vida é ter uma infância
feliz”. Agatha Christie Blog: Pensando em Família
****
Se você
entrasse em uma cápsula do tempo e encontrasse você aos sete anos:
Certamente
estaria brincando de bonecas, coisa que sempre muito fiz.
- O que você diria para você criança? –
Isso mesmo chica!
Brinca e faz isso pela vida inteira!
Meu nome: Rejane
Profissão:
advogada que abandonou tudo e foi ser apenas mãe, avó, dona de casa com muito
amor e idade? Ainda 67!
Bjs, Chica Blog Lugares Coloridos
****
****
Aos sete
anos eu morava no campo. Lembro do alvorecer e eu me preparando para ir à
cidade com meu pai. Lembro da sensação de felicidade, eu escolhendo um
vestidinho, lembro das cores do céu ao amanhecer. Um misto de expectativa e
importância me dominava.
Eu diria a
essa menina: Aninha, nunca perca a capacidade de se encantar, de acreditar e
ver a beleza.
Ana Souza, 59
anos, aposentada.
****
Se eu me encontrasse aos sete anos... Obviamente estaria brincando com as minhas bonecas!!O que eu diria? Não tenha medo, sei que algumas coisas e pessoas parecem grandes e assustadoras, mas geralmente elas não são tão horripilantes quanto parecem, acredite: você é corajosa, tem muitos dons que ainda não sabe e não se esforce tanto para que as pessoas gostem de você. Seja Feliz!! Carine Peres F. Cardoso, 42 anos, Psicóloga.
****
****
Aos 7
anos:
- Onde
estaria e fazendo o que? Provavelmente em P. Alegre, brincando no pátio da casa
que morávamos na nossa infância, junto com meu irmão Joao Gilberto que teria 5
anos. Provavelmente brincando com terrinha como a gente falava.
- O que você
diria para você criança? –Aproveite para brincar porque a coisa vai ficar feia
kkkkkk
Simone T T
Pinho, procuradora institucional, 48 anos.
****
****
Saindo da
cápsula: 1-Estaria no ano de 1963 por burocracia escolar da época, não pude
entrar para o grupo escolar por não ter sete anos completos e era de
Março,imagina só, pois as aulas começavam em Fevereiro. Assim tive que viver
este 7 anos numa aula particular com uma professora de nome Glória que me
ensinava escrever e matemática.Assim meu tempo era de muita folga e vivi
intensamente a infância de uma cidadezinha de interior de Minas Gerais. 2- Vá
nadar mais no rio, vá jogar mais bola,catar frutas no pomar da casa de Drummond
e fazer as tarefas da professora Gloria para ter mais tempo para brincar.
Toninho-60
anos-Engenheiro Eletricista. Blog: Momentos e inspirações
Agradeço a presença de cada um e de todos que embora não tenham participado hoje, acompanharam esse trabalho desde o início.
Esse blog é um sonho e um desejo profundo.
Que Deus me permita deixar sementes em corações fecundos.
****
“Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos.... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”
Os amigos que não puderam participar, podem ir deixando sua participação nos comentários durante o dia de hoje que vou acrescentando, bjs
segunda-feira, 11 de julho de 2016
A Raposa e o Leão. Linda fábula de Esopo.
Fingindo-se
enfermo, o Leão passou a receber visita de outros animais, os quais entravam na
cova e o Leão os comia um a um. Por fim, chegou à porta da cova a Raposa, que
desconfiada, perguntou-lhe de longe como estava. O Leão respondendo
perguntou-lhe porque não entrava para vê-lo. Respondeu a Raposa: - Me parece
que a tua casa está cheia, já que vi muitas pegadas de animais entrando e
nenhuma de algum que tenha saído. Por isso, vou indo.
Fabula de
Esopo.
Moral da
história:
Não existe ninguém tão esperto que consiga enganar a todos.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
CANTIGA DE ADEUS.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/s%C3%A3o-jo%C3%A3o-festa-junina-comemora%C3%A7%C3%A3o-831834/
Mês de Junho
foi se embora
Pintadinho
de balão
Rodopiando
na fogueira
Cantando
para São João!
Crianças
vestindo chita
Dançando
xote e modão
Bochechas
cor de pitanga
Cheirando a
manjericão!
Adeus,
adeus, mês de junho!
Até o ano
que vem!
São João já
está dormindo,
Enquanto
floresce o bem,
Os anjos já
estão cantando
Amém...amém...amém!
Jossara Bes.
Para conhecer o trabalho da Jossara clique AQUIsuper recomendo, já é a segunda poesia que ela gentilmente cede para esse espaço. :))))
Assinar:
Postagens (Atom)











