segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O Carneiro Grande e os Carneiros Jovens.

Andavam passeando três Carneiros Jovens e um Carneiro maior. De repente, o mais velho saiu correndo em fuga.
Os outros ficaram parados e rindo da disparada do experiente Carneiro, o qual ao longe, vendo-os zombar, disse: - Estão loucos e ignorantes, porque vem vindo o açougueiro que sempre mata primeiro os maiores. Por isso fujo, mas quando ele se aproximar, com certeza matará os que estiverem mais perto.


Esopo.

Moral da história: 

aprender a ouvir os mais velhos, pais, professores, e avós principalmente, porque já viveram mais e têm mais experiência.


Atividades:







domingo, 6 de novembro de 2016

O RATO DO MATO E O RATO DA CIDADE.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=71647&picture=rato-dos-desenhos-animados-clipe

Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele:
— Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse. — Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais fácil.
Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita.
Foram logo à despensa e estavam muito bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
— Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo passou. — Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto.

Moral da  história:

Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato.


Jean de La Fontaine – Domínio Público

Atividades clique AQUI

Para colorir:

PIADOS DO PASSARINHO.

Imagem do google.

Elias José

O passarinho piou,
piou numa boa.
O passarinho piou,
piou lá na lagoa.

O passarinho piou,
piou, é bom sinal.
O passarinho piou,
piou lá no quintal.

O passarinho piou,
piou e olhou pra mim.
O passarinho piou,
piou lá no jardim.

O passarinho piou,
piou lá na avenida.
Todo o mundo escutou,
ficou melhor a vida.

Domínio Público. 

Imagem do google

Ideia de pássaro para fazer com recortes e colar em cartolina.

Imagem do google


Atividade para pintar ou utilizar para recortes e depois pintar e colar em cartolina.

 Imagem do google.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

PANDORA. Mitologia grega

Imagem do google

Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.
Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.
Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.
A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa "todas as dádivas".
No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.
Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.
Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.
Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.
Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.
Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos...
Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espirito, a Esperança.
Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.

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Conversando sobre a história: 

O mal existe, é preciso estar atento e manter sob controle todos os defeitos e erros que costumamos ter, não permitindo que saiam de nossa mente para atingir os outros. Tudo que acontece de ruim no mundo, fome, guerras, doenças, violência, são frutos do próprio homem que não sabe transformar as suas maldades em bondade, mudando a si mesmo, tendo mais amor ao próximo, respeitando e exigindo respeito. Só agindo assim construiremos um mundo melhor.

Alfabetização: Livro do aluno
Volume 2
©2000 Projeto Nordeste/Fundescola/Secretaria de Ensino Fundamental

Domínio Público.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

NARCISO. Mitologia grega.

Autor: Caravaggio

Há muito tempo, na floresta, passeava Narciso, o filho do sagrado rio Kiphissos. Era lindo, porém, tinha um modo frio e egoísta de ser, era muito convencido de sua beleza e sabia que não havia no mundo ninguém mais bonito que ele.
Vaidoso, a todos dizia que seu coração jamais seria ferido pelas flechas de Eros, filho de Afrodite, pois não se apaixonava por ninguém.
As coisas foram assim até o dia em que a ninfa Eco o viu e imediatamente se apaixonou por ele.
Ela era linda, mas não falava, o máximo que conseguia era repetir as ultimas sílabas das palavras que ouvia.
Narciso, fingindo-se desentendido, perguntou:
— Quem está se escondendo aqui perto de mim?
—... de mim — repetiu a ninfa assustada.
— Vamos, apareça! — ordenou — Quero ver você!
—... ver você! — repetiu a mesma voz em tom alegre.
Assim, Eco aproximou-se do rapaz. Mas nem a beleza e nem o misterioso brilho nos olhos da ninfa conseguiram amolecer o coração de Narciso.
— Dê o fora! — gritou, de repente — Por acaso pensa que eu nasci para ser um da sua espécie? Sua tola!
— Tola! — repetiu Eco, fugindo de vergonha.
A deusa do amor não poderia deixar Narciso impune depois de fazer uma coisa daquelas. Resolveu, pois, que ele deveria ser castigado pelo mal que havia feito.
Um dia, quando estava passeando pela floresta, Narciso sentiu sede e quis tomar água.
Ao debruçar-se num lago, viu seu próprio rosto refletido na água. Foi naquele momento que Eros atirou uma flecha coração.
Sem saber que o reflexo era de seu próprio rosto, Narciso imediatamente se apaixonou pela imagem.
Quando se abaixou para beijá-la, seus lábios se encostaram na água e a imagem se desfez. A cada nova tentativa, Narciso ia ficando cada vez mais desapontado e recusando-se a sair de perto da lagoa. Passou dias e dias sem comer nem beber, ficando cada vez mais fraco.
Assim, acabou morrendo ali mesmo, com o rosto pálido voltado para as águas serenas do lago.
Esse foi o castigo do belo Narciso, cujo destino foi amar a si próprio.

Eco ficou chorando ao lado do corpo dele, até que a noite a envolveu. Ao despertar, Eco viu que Narciso não estava mais ali, mas em seu lugar havia uma bela flor perfumada. Hoje, ela é conhecida pelo nome de "narciso", a flor da noite.

Para ler a Lenda de Eco, clique AQUI

Alfabetização: Livro do aluno
Volume 2
©2000 Projeto Nordeste/Fundescola/Secretaria de Ensino Fundamental

Domínio Público


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O Rato e a Rã. Lindo conto de Esopo.

Um Rato desejava atravessar um rio, mas o temia, pois não sabia nadar. Pediu ajuda a uma Rã que concordou desde que o Rato fosse amarrado a uma das patas. O Rato consentiu e encontrando um pedaço de fio, ligou uma de suas pernas à Rã. Assim que entraram no rio, porém, a Rã mergulhou, levando junto o Rato que sentia afogar-se. Por isso debatia-se com a Rã que, por sua vez, lutava para nadar; tudo isso causando muito cansaço e estardalhaços. Estavam nessa luta quando, por cima passava um Falcão que, percebendo o Rato sobre a água, baixou sobre ele e levou-o nas garras juntamente com a Rã que estava atada. Ainda no ar, os devorou.



Moral da História:

Só podemos melhorar e dar certo com acordos que sejam em benefício de todos, senão acontece como na história, a rã e o sapo não se acertaram e com isso acabaram devorados pelo Falcão.


Esopo - Domínio Público.


Para pintar:




Outras atividades:

Recontar a história de modo que o sapo e a rã entrem em um acordo bom para os dois para atravessar o rio.

Utilizar recortes dos personagem em cartolina para serem pintados e depois colocar em papel pardo com o fundo da história desenhado e pintado.

Origamis dos personagens ou massinha de modelar.