A lição da borboleta.


"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas
O homem continuou a observá-la,  porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual a Natureza fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.

Só com muito trabalho e perseverança conseguimos as coisas. Pedir exemplos de situações da vida da criança em que ela teve que ter paciência e esperar o tempo certo para conseguir o que queria e se valeu a pena o trabalho.
Sugestão de atividade: desenho livre de uma borboleta, ou solicitar que a criança desenhe o que mais achou interessante na história.

Perguntas interessantes:

O homem queria ajudar ou prejudicar a borboleta?

O que aconteceu depois que ele cortou o casulo? Por que?

Se ele tivesse deixado a borboleta fazer o esforço que precisava ela poderia voar normalmente?

E você, o que faria no lugar do homem?



O DESENHO.

O desenho pode ser definido como a interpretação de uma realidade, visual, emocional, intelectual, etc., através da representação gráfica.
Entretanto, o desenho, como toda arte, não é apenas uma forma de expressão, mas também uma atividade altamente criativa. E quanto mais se pratica, mais crescem as possibilidade de criação.

Todos nós somos seres que pensam, sente e agem.

  Desenhar, para a criança, constitui uma atividade integradora dos domínios perceptivo, cognitivo, afetivo e motor.

  Toda criança desenha. Ela sempre encontra uma maneira de deixar, nas superfícies, o registro de seus gestos.
Se não tiver papel, pode ser na terra, na areia, ou até mesmo na parede de casa. Se não tiver lápis, serve um pedaço de tijolo, um caco de telha, ou uma lasca de carvão.
"A criança desenha, entre outras tantas coisas, para se divertir. Um jogo que não exige companheiros, onde a criança é dona de suas próprias regras. Nesse jogo solitário, ela vai aprender a estar só, "aprender a só ser". O desenho é o palco de suas encenações, a construção do seu universo particular" (DERDYK, 1989, p. 50).

A responsabilidade do professor ou educador é muito grande. Nossa atitude tanto pode estimular a sua criatividade e o "gosto pelo desenho", como pode inibir ou bloquear.
Uma aluno do antigo curso do Magistério (hoje Normal Superior) contou sua experiência na primeira série, onde a professora, com uma atitude critica, muito severa, praticamente bloqueou sua vontade de desenhar. A garota, hoje professora, nunca mais desenhou.


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