quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O Cervo e o Leão.

Fonte da imagem google.

Bebia um Cervo em um riacho quando viu seu reflexo na água. Observou suas pernas finas e achou-as muito feias, enquanto que considerou a galhada de seus chifres muito bonita e formosa. Quando saía dali, surgiu um Leão que começou a persegui-lo. Com os pés, que havia desprezado, ganhava velocidade e com isso distância de seu perseguidor. Com os chifres, entretanto, se enroscava nos ramos das árvores, o que diminuía sua vantagem. Enquanto corria, pensava: - Como fui bobo, desprezando o que me é mais importante e elogiando o que pra mim tem menos valor.

Esopo.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Pai Nosso que estais no céu.

Fonte da imagem: 
https://pixabay.com/pt/al%C3%A9m-morte-f%C3%A9-c%C3%A9u-deus-religi%C3%A3o-3265854/


Tema: Deus. Pai Nosso que estais no céu
 
Pedrinho, pensando naquela prece que Jesus havia ensinado, ficou imaginando como era difícil chegar até o lugar onde está o ‘Pai do céu’.
Será que lá do alto do Edifício Itália, que ele sabia que era o prédio mais alto da cidade, ele conseguiria alcançar o céu? E pediu ao papai:
– Você me leva lá no Edifício Itália, bem lá no alto, no último andar?
Papai achou engraçado o pedido de Pedrinho, mas prometeu que assim que pudesse o levaria até lá.
Num sábado de manhã, a família toda foi ao Edifício Itália. Pedrinho, Anita e o papai entraram no elevador. Pedrinho disse ao ascensorista: “último andar”. E lá se foram, cada vez mais alto, mais alto.
“Devemos estar pertinho do céu”, pensou o garoto satisfeito. Mas, ao chegarem lá em cima, viu que o céu estava ainda mais alto.
 “Não deu certo”, pensou ele. “É, não consegui chegar até o lugar onde fica o ‘Pai do céu’.”
Mas quando Pedrinho queria alguma coisa, não desistia facilmente. Ele queria dar um jeito. Já tinha ouvido o papai contar que o Pico do Jaraguá era um morro muito alto, perto da entrada da cidade, mais alto que qualquer edifício. As pessoas podiam ir até lá, passear e admirar a vista. Devia ser lá que estava o ‘Pai do céu’.
Falou com a mamãe e ela achou boa a ideia de fazerem um piquenique no Pico do Jaraguá. Preparou um lanche gostoso. O domingo era bonito e lá se foi toda a família para o Pico do Jaraguá: Pedro, Anita, o nenê e o papai. No caminho viram lindas flores, os pássaros cantando, uma aguinha fresca correndo e o sol brilhando, a iluminar tudo. Pedrinho queria ir alto, muito alto, cada vez mais para cima, até onde a nuvem parecia encostar no alto do morro. Subiram, subiram, mas ao chegar lá no alto o céu parecia estar mais longe...
Como era difícil alcançar o ‘Pai do céu’.
Chegou um dia em que Pedrinho pulou mesmo de tão contente: papai chegou em casa e avisou que iriam visitar tia Dorotéia, que morava em Brasília. Mas o mais importante e mais gostoso é que iriam de avião. Sim senhor, de avião.
Além da beleza da viagem, Pedro tinha outro motivo para tamanha alegria. Agora sim, iria até o céu... onde morava o ‘Pai do Céu’.
 O avião decolou. Suas rodas não encostavam mais no chão e ele começou a voar como um pássaro. Mais alto, sempre mais alto. Tão alto, que as nuvens ficavam abaixo dele. Pareciam um colchão branco, bem fofo e macio. Agora sim, estavam chegando ao céu, na casa do ‘Pai do céu’. Mas, quando Pedro olhou para cima, o céu ainda estava muito longe...
 Agora sim, nem de avião conseguiu chegar no céu... E os astronautas, iriam até o céu? Resolveu perguntar ao pai:
– Não meu filho, os astronautas não chegaram ao céu porque o céu não tem fim, está sempre mais alto.
– Mas então, papai, onde mora o ‘Pai do céu’?
 Foi aí que o pai compreendeu por que o Pedrinho tinha querido ir ao alto do edifício Itália, por que tinha pedido para subir no Pico da Jaraguá e por que ficara tão entusiasmado com a viagem de avião. Pedrinho estava procurando o ‘Pai do céu’.
 Papai sorriu, passou a mão pela cabeça de Pedro e lá do alto em cima das nuvens, voando como pássaro, explicou:
– Deus, nosso Pai, está em todas as coisas que Ele cria, naquilo que Ele faz. Está nas plantinhas, nas flores, nos pássaros e, principalmente, em nossos corações. O céu, Pedrinho, é o coração das pessoas, quando fazem as coisas que Jesus ensinou, quando conversam com o ‘Pai do céu’, na prece.
Deus é como o sol que nos aquece, nos dá luz e vida. Quando fechamos a porta de nosso coração e ele não pode entrar, tudo fica escuro e feio por dentro de nós, mas quando abrimos o nosso coração, o ‘Pai do céu’ entra, de mansinho, como este raio de sol que você está vendo lá no alto, e nós sentimos o céu dentro de nós, dentro do nosso coração, onde mora o ‘Pai do Céu’.

Texto de Cândida Chirello. 

Atividade: AQUI

Fonte: http://www.oconsolador.com.br/ano12/584/criancas.html

domingo, 9 de setembro de 2018

Caipora lenda do folclore brasileiro.


A Caipora, também chamada de “Caipora do Mato”, é uma figura do folclore brasileiro, considerada a protetora dos animais e guardiã das florestas.
Note que ela pode ser representada por um homem ou uma mulher. Isso vai variar de acordo com a região em que a lenda é relatada.
Sua origem está na mitologia indígena Tupi-guarani. Do tupi, a palavra “caipora” (caapora) significa “habitante do mato”.
Quando sente que algum caçador entra na floresta com intenções de abater animais, ela solta altos uivos e gritos assustando esses homens.
Sua intenção é cuidar desses animais e proteger o ambiente. Reza a lenda que sua força é maior nos dias santos e nos finais de semana.
Você Sabia?
No norte e no nordeste do país, onde essa lenda tem maior representatividade, eles usam esse termo para dizer que alguém é azarado e infeliz.
Caipora é uma índia anã, com cabelos vermelhos e orelhas pontiagudas. Existem versões em que seu corpo é todo vermelho e noutras, verde.
Ela vive nua nas florestas e tem o poder de dominar e ressuscitar os animais. Seu intuito principal é defender o ecossistema e, portanto, faz armadilhas e confunde os caçadores.
Mediante diversos ruídos, ela distrai os caçadores oferecendo pistas falsas até que eles se perdem na floresta.
Além disso, ela tem o poder de controlar os animais e, por isso, os espanta quando sente que algo de mal pode acontecer.
Por outro lado, há relatos distintos para designar essa personagem folclórica. Noutras versões, a caipora é descrita como sendo um homem baixo, de pele escura e muito peludo. Ele surge montado num porco do mato e sempre tem uma vara consigo.

Lenda da caipora.


Representação da Caipora.

Fonte da imagem: https://www.todamateria.com.br/caipora/



Ainda existem versões em que a Caipora tem semelhança com o Saci-Pererê e anda numa perna só. Em outras, ela tem os pés voltados para trás igual ao Curupira. Por isso, em alguns locais do Brasil, ela é confundida com o Curupira.
Curioso notar que a Caipora fuma. Assim, com o objetivo de agradá-la e poderem caçar tranquilamente nas florestas, alguns caçadores levam fumo de corda para ela. Na lenda, eles devem deixar o fumo próximo ao tronco de uma árvore.
Embora ela permita que eles cacem naquele dia, fica proibido abater fêmeas que estão prenhas.

Caipora e Curupira

Alguns estudiosos afirmam que a Caipora surgiu da lenda do Curupira. Ou seja, para eles ela é uma derivação dessa personagem folclórica.
Quanto a isso, podemos notar aspectos similares entre as duas figuras, como por exemplo, serem protetores da floresta.
Ambos lutam pela preservação do ambiente e costumam assustar ou mesmo pregar peças nos caçadores, madeireiros, exploradores, etc.
Na versão em que Caipora é um homem, ele é considerado primo do Curupira.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/caipora/

sábado, 8 de setembro de 2018

Tucumim, o indiozinho.





         Tucumim era um pequeno índio muito estimado em toda a floresta. Gostava de correr, brincar com os animais, pescar. Caçar só quando estava com muita fome, pois evitava provocar sofrimento em outros seres da Criação.

         Alimentava-se geralmente de raízes, ervas ou frutos silvestres que colhia no meio do mato.

         Amava o sol, a lua, o vento, a chuva e, principalmente, as outras criaturas. Quando encontrava um animalzinho ferido, não descansava enquanto não o visse curado.

         Certa vez, voltando de um passeio pela floresta, Tucumim viu um passarinho preso numa arapuca, com a asinha quebrada. Retirou a ave da arapuca e colocou uma pequena tala, que amarrou com fibra vegetal, para imobilizar a asa. Em poucos dias a avezinha, já curada, partiu, agradecendo ao amigo com lindos trinados pela alegria de poder voar novamente.

         Nesse mesmo dia, andando à procura de raízes comestíveis, Tucumim topou com um coelhinho, seu amigo, que estava numa armadilha com a pata machucada. O indiozinho colocou sobre o ferimento uma pasta feita com ervas, conforme lhe ensinara seu avô, e, em pouco tempo, o coelhinho saiu pulando. Antes de internar-se na floresta, ele se virou como a dizer:

         — Obrigado, Tucumim. Você é um amigão!

         Na manhã seguinte, quando foi pescar, Tucumim ouviu gemidos de dor. Era uma oncinha caída num buraco preparado como armadilha e que, na queda, tinha se machucado. Incansável, Tucumim fez um curativo na ferida e logo a oncinha corria feliz pela floresta, muito agradecida pela ajuda.

         Tucumim, porém, estava preocupado.

         Quem estaria colocando aquelas armadilhas na floresta e tirando a paz de seus habitantes? Sentiu medo.

         Seu avô sempre dissera que ele deveria ter muito cuidado com o homem branco, que era mau e matava sem piedade, pelo prazer de matar.

         Por isso, Tucumim tinha muito medo dos homens brancos.

         Na verdade, nunca tinha visto um homem branco. Imaginava-os gigantescos e de fisionomia terrível e assustadora.

         Assim, ao encontrar pegadas diferentes no chão, concluiu que só poderiam ser de homem branco, e ficou apavorado.

         Contou na aldeia o que estava acontecendo e todos os índios ficaram assustados também. Resolveram sair e procurar essa criatura malvada que estava colocando em pânico os moradores da mata.

         Procuraram... procuraram... procuraram...

         Estavam cansados de andar quando ouviram uma voz que gritava:

         — Socorro! Socorro! Tirem-me daqui!...

         Seguindo o som da voz, chegaram até a beira de um grande buraco, no fundo do qual um homem gemia de dor.

         Apesar de assustados, de arco e flechas em punho, os índios gritavam satisfeitos:

         — Nós o apanhamos! Nós o apanhamos! Vamos acabar com ele!

         Porém, Tucumim, que possuía um coração bondoso e sensível, ao ver aquela criatura gemendo de dor, condoído pensou:

         “Mas ele não tem a aparência terrível e assustadora que eu imaginava. É igualzinho a nós. Só a roupa é diferente.”

         Virando-se para seus irmãos de raça, falou:

         — Não podemos matá-lo. Não percebem que ele é uma criatura como nós, que sofre e chora? Vamos, ajudem-me a tirá-lo do buraco. Está ferido e precisando de ajuda.

         Com o auxílio de um cipó, os índios retiraram o caçador com todo o cuidado, colocando-o sobre a relva, à sombra de uma árvore.

         Emocionado, o caçador não parava de agradecer:

         — Se não fossem vocês, provavelmente eu morreria dentro daquele buraco. Não sei como lhes agradecer. Percebo agora o mal que fiz colocando todas aquelas armadilhas na floresta. Acabei caindo numa delas e agradeço a Deus por vocês terem me salvado. Como posso retribuir o bem que me fizeram?

         Tucumim, porta-voz de toda a tribo, respondeu:

         — É fácil. Não coloque mais armadilhas na floresta. Deixe os animais em paz.

         O caçador, envergonhado, concordou:

         — Nunca mais farei isso, prometo. Agora sei que tive o que merecia. Cada um é responsável por tudo o que faz, e eu mereci essa lição. Perdoem-me. Quero que sejamos amigos.

         Percebendo a sinceridade do homem, os índios estenderam-lhe as mãos em sinal de amizade e depois o levaram para a taba.

         Nesse dia prepararam uma grande festa para comemorar o acontecimento.

         Afinal, todos somos irmãos!
Tia Célia


Célia Xavier Camargo

Fonte: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita


Atividades:

Para pintar:







Outra atividade:


Fazer índio com as mãos das crianças.
Fonte: https://www.mundodastribos.com/dia-do-indio-na-educacao-infantil.html

Dia do Índio não pode passar em branco na educação infantil, pois é desde cedo que as pessoas devem aprender a respeitar os índios, que habitavam esse país muito antes de nós.
Tema:  Educação. respeito aos semelhantes e a todos os seres da natureza, ajudar a quem precisa,

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A Senhora Holle (Dona Flocos de Neve).

Uma viúva tinha duas filhas, das quais uma era bela e inteligente, a outra feia e preguiçosa. Mas ela gostava muito mais da feia , porque era a sua própria filha , e a outra tinha de fazer o trabalho da casa e ser a criada da casa. A pobre moça era obrigada a ir todos os dias para a rua, sentar-se na beira de um poço e fiar até que seus dedos sangrassem.Aconteceu, certo dia , que a bobina ficou ensanguentada, e, por isso, ela se debruçou sobre o poço para lavá-la, quando a bobina lhe escapou da mão e caiu dentro do poço. A moça correu chorando para a madrasta e contou-lhe sua desgraça. Esta, porém, lhe passou uma descompostura tão violenta, e foi tão impiedosa, que disse:
- Se deixaste a bobina cair no poço, agora vai e traze-a de volta!
A pobre moça voltou para o poço, sem saber o que fazer. E, na sua grande aflição, pulou para dentro, para buscar a bobina. Ela perdeu os sentidos, e quando acordou e voltou a si, viu-se num lindo campo inundado de sol e coberto de flores. A moça foi andando por esse campo , até chegar a um forno que estava cheio de pão. E o pão gritava: - Ai, tira-me, tira-me, senão eu queimo , já estou assado há muito tempo. Então ela se aproximou e com a pá tirou os filões de dentro do forno.
Continuou o caminho , e chegou a uma árvore que estava coberta de maçãs, que gritava: - Ai, sacode-me , sacode-me, nós, maçãs, já estamos maduras. Então ela sacudiu a árvore até as maçãs caírem e não ficar nenhuma na árvore. E, depois de arrumar todas as maçãs num monte, continuou o caminho.
Finalmente, ela chegou até uma casa pequenina, da qual espiava uma velha, que tinha dentes muito grandes e a moça ficou com medo e quis fugir, mas a velha gritou-lhe: - De que tens medo minha filha? Fica comigo. Se fizeres os trabalhos da casa direito estarás muito bem. Só precisas prestar muita atenção ao arrumar minha cama, sacudindo o acolchoado com vontade, até que as penas voem, então cai neve no mundo. Eu sou a Senhora Holle, no mundo: Senhora Flocos de Neve.
Como a velha lhe falava mansamente, a moça criou coragem e entrou na casa para o serviço. Ela cuidava de tudo a contento da velha, e sacudia o acolchoado com vontade, até que as penas voassem como flocos de neve. Por isso tinha uma vida boa junto da velha , comia bem todos os dias.
Depois de viver com Senhora Holle por um tempo a menina começou a entristecer.
No começo, nem ela mesma sabia o que lhe faltava, mas finalmente percebeu que sentia saudades, embora aqui passasse mil vezes melhor que na sua própria casa, mas mesmo assim ela sentia saudades.
Finalmente ela disse à velha:
- A saudade me pegou e mesmo que eu passe aqui embaixo tão bem , não posso continuar. Tenho que subir e voltar para os meus.
A Senhora Holle lhe disse:
- Agrada-me saber que tu queres voltar para casa, e como tu me servistes tão fielmente , eu mesma vou te levar para cima. Ela tomou a mão da moça e levou-a para um grande portão. O portão se abriu e, quando ela estava bem debaixo dele, caiu uma forte chuva de ouro, e o ouro ficou pendurado nela, e ela ficou toda coberta de ouro.
- Isto é para ti, porque foste tão diligente , disse a velha e devolveu-lhe também a bobina que caíra no poço. Então o portão se fechou e a moça chegou novamente na superfície da terra e quando chegou ao pátio da casa, o galo que estava pousado no poço gritou:
"Cocoricó, cocoricó,
A donzela de ouro está aqui!"
Então a moça entrou em casa, foi bem recebida pela irmã e pela madrasta por estar coberta de ouro.
A moça contou tudo o que lhe acontecera , e quando a madrasta soube como ela chegara a tanta riqueza, quis arranjar a mesma sorte para a sua filha feia. Ela deveria sentar-se na beira do poço e fiar, para que a bobina caísse ela precisaria picar seu dedo, mas ela meteu o dedo no espinheiro para ensanguentá-lo, aí jogou a bobina e pulou atrás.
Ela chegou, no lindo campo e continuou a caminhar. Chegou perto do forno e o pão gritou para ser retirado do forno pois já estava muito assado. Mas a preguiçosa respondeu:
- Não tenho vontade de me sujar, e foi embora.
Logo chegou perto da macieira que pediu que ela a sacudisse para as maçãs caírem porque estavam maduras. Mas ela respondeu:
- Não faço isso, pois pode cair uma na minha cabeça, e continuou no caminho.
Quando chegou à casa de Senhora Holle, não ficou com medo porque já ouvira falar dos seus dentes , e logo se engajou no serviço dela. No primeiro dia foi diligente e fez tudo direito pensando no que ia ganhar.
Porém, no segundo dia ela começou a ficar preguiçosa e no terceiro ela nem queria se levantar da cama e nem arrumar a cama de Senhora Holle como devia e as penas não voaram. Aí Senhora Holle cansou-se dela e a despediu. A preguiçosa ficou contente e pensou que agora viria a chuva de ouro .
Senhora Holle levou-a até o portão, a moça ficou embaixo dele, mas em vez de ouro foi despejado um grande pote de piche em cima dela.
- Isto é a recompensa pelos teus serviços, disse Senhora Holle e trancou o portão.
Ela voltou para casa , mas toda coberta de piche e o galo cantou:
"Cocoricó, cocoricó,
A donzela suja está aqui!"
Mas o piche ficou grudado nela e não saiu por toda a sua vida!

Um conto de fadas dos Irmãos Grimm

fonte: https://www.grimmstories.com/pt/grimm_contos/dona_ola