A PARÁBOLA DAS LONGAS COLHERES.

Conta-se que, na Idade Média, um monarca excêntrico divertiu seus convidados num jantar com jogos, danças e mágicas até chegar a um ponto em que a fome de todos era insuportável. Finalmente, quando a a fome tornou-se incontrolável, o rei convidou seus hóspedes a passarem para uma sala especial, onde uma refeição os aguardava.
Abriu-se então a porta para a sala em que se via um grande caldeirão, do qual exalava um cheiro maravilhoso de sopa. Os convidados queriam servir-se, mas surpreenderam-se quando perceberam no caldeirão enormes e pesadas colheres de metal, com mais de um metro de comprimento.

Devido o peso e tamanho, não se podia segurar as colheres quentes a não ser com as duas mãos e por uma pequena haste de madeira em suas extremidades. Desesperados todos tentavam comer sem resultado.
Um dos convidados segurou a sua colher pela haste e levou-a a boca de um convidado que estava ao seu lado. Todos o imitaram e se saciaram.
Essa parábola ressalta a importância da cooperação e da empatia.
Devemos ter a consciência da importância da nossa participação na sociedade como um todo, sabendo que ninguém vive sozinho, que precisamos uns dos outros em todas as situações da vida e que só com a união poderemos sobreviver.
Quem age de forma egoísta não percebe que será o maior prejudicado não participando das atividades coletivas, não se envolvendo com os demais.
Somos habitantes de um lindo planetinha, a nossa casa, assim como uma família, sejamos os transformadores de nosso condomínio, escola, amigos porque se cada um fizer a sua parte teremos um mundo melhor.


Tema: cooperação, empatia.


Dinâmica do nó humano.

OBJETIVOS: 

Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinado problema. Fazer com que o grupo aprenda a trabalhar em grupo, e aprenda a importância disso. Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema fica mais fácil encontrar uma solução.

PROCESSO:

Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. Cada um tem que memorizar a pessoa que está do seu lado esquerdo e do seu lado direito. Após esta observação, o grupo terá que caminhar dentro do círculo. A um sinal todos tem que parar no lugar que estão e procurar as pessoas que estavam no seu lado direito e no lado esquerdo e darem as mãos (como no início). As pessoas não podem mudar de lugar e nem trocar quem estava do seu lado. Depois disso, o grupo tem que voltar a posição original do círculo feito no começo. Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, no momento do nó e ao final, após desatá-lo.
Apliquei essa dinâmica com os pequenos e deu super certo.
As crianças entenderam bem que todos precisamos uns dos outros.



Fiz com uma variação usando um carretel de barbante, onde um participante começava segurando uma ponta e jogando para outro até que todos estivessem com o barbante na mão segurando firmemente. A seguir corta-se o barbante e as crianças devem desatar o nó formado.



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