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sábado, 13 de julho de 2019

A Lenda dos Ovos de Páscoa. Lenda com atividades.



Coelhinho da Páscoa, podes ajudar-me ?
Claro que ajudo, se puder…
Gostava de fazer uma prenda de Páscoa para dar aos meus pais!
E o que lhes queres oferecer ?
Pois… isso é que eu ainda não sei. Mas gostava de lhes oferecer uma coisa que eles gostassem muito…
Qual é a cor que eles preferem ?
O vermelho.
Então oferece-lhes alguma coisa vermelha ! Porque não?
Mas ovos vermelhos não existem !
Mas é claro que existem! A minha amiga põe todos os dias ! Vou pedir-lhe se me dá alguns para a tua prenda.
Que bom, os meus pais vão ficar contentes ! Mas eu ainda gostava de lhes oferecer mais alguma coisa…
E o que seria ?
Eles também gostam de cor-de-rosa.
Então oferece-lhes qualquer coisa cor-de-rosa ! Porque não?
Mas ovos rosas não existem!
Mas é claro que existem ! A minha amiga põe todos os dias ! Vou pedir-lhe se me dá alguns para a tua prenda.
Magnífico, então. Mas eu ainda gostava de lhes oferecer mais alguma coisa…
O que é que eles gostam mais, diz lá…
Também gostam de verde…
Então oferece-lhes ! Mas ovos verdes não existem!
Mas é claro que existem! A minha amiga põe todos os dias ! Vou pedir-lhe se me dá alguns para a tua prenda.
Mas eu ainda gostava de lhes oferecer mais alguma coisa…
De que cores gostam mais os teus pais ? Talvez de azul…
Então oferece-lhes também !
Os azuis não existem!
Mas é claro que existem! A minha amiga põe ovos azuis todos os dias ! Vou pedir-lhe se me dá alguns para a tua prenda.
Muito bem, agora acho que já tenho ovos de Páscoa de muitas cores. Os meus pais vão ficar contentes…
Que belo presente.
Agora só tens de arranjar onde colocar os ovos. Vou arranjar um cestinho para os pôr todos! Vês como conseguiste fazer uma bonita prenda? Parabéns!
Agradeço-te muito por me teres ajudado. Sem ti não seria possível conseguir uma prenda tão bonita.
Não precisas de agradecer, foi com muito prazer que te ajudei! Então adeus. Adeus e uma boa Páscoa para ti e para os teus pais…
E a menina partiu com o seu cestinho cheio de ovos de Páscoa de todas as cores em direção a sua casa.
Mas, pelo caminho, tropeçou num ramo de árvore e caiu. Os ovos caíram todos do cesto e espalharam-se por todo o lado.
A menina só conseguiu apanhar um ou dois de cada cor ! Mas, mesmo assim, dirigiu-se a casa para oferecer aos seus pais a sua cestinha de ovos de Páscoa, que tinha preparado com tanto carinho e com a ajuda do seu amigo Coelhinho da Páscoa.
Desde esse dia, pelos campos, pelas florestas, pelos jardins, ovos de Páscoa de todas as cores aparecem escondidos atrás das árvores, debaixo dos arbustos ou ao lado das flores.
São os ovos de chocolate que as crianças costumam encontrar quando brincam à caça dos ovos de Páscoa.
Agora se vocês os encontrarem, segurem-nos com cuidado para não os deixarem cair como aconteceu com a menina desta lenda!


Para colorir:






sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A lenda do Saci-Pererê.


Imagem Google

Saci é um dos símbolos mais famosos do Folclore brasileiro. O personagem já apareceu em diversos livros, filmes e peças teatrais.
O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil. O saci possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca.
Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico. Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo, e ganhou da mitologia europeia um gorrinho vermelho.
A principal característica do saci é a travessura. Ele é muito brincalhão, diverte-se com os animais e com as pessoas. Por ser muito moleque ele acaba causando transtornos, como: fazer o feijão queimar, esconder objetos, jogar os dedais das costureiras em buracos e etc.
Segundo a lenda, o Saci está nos redemoinhos de vento e pode ser capturado jogando uma peneira sobre os redemoinhos. Após a captura, deve-se retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência e prendê-lo em uma garrafa.
Diz também a lenda que os Sacis nascem em brotos de bambus, onde vivem sete anos e, após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais, depois morrem e viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.

Fonte: https://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/folclore.htm



Para colorir:


Imagem google.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

O pássaro da sorte. Uirapuru - Lendas Brasileiras.

Trata-se do uirapuru, pássaro encantado da sorte e que tem como moradia as ricas florestas da Amazônia.
A história é um pouco triste. Mas o canto dessa ave é tão plangente e mavioso que vale a pena contar.
Começa com um índio tocando flauta na selva. E as índias jovens ouviam-no. Daí para procurar ver quem era o guapo índio que a tocava foi um só passo.
O segundo passo foi encontrar o músico e cair para trás com uma bruta decepção. Elas, tolinhas, achavam que coisa bonita só pode vir de gente bonita. E caprichosas, malcriadas, empurraram o índio feio para fora da clareira. Humilhado, ele então fugiu.
Na mesma hora as índias ouviram uma outra flauta tocada com delicadeza e doçura. E pensaram com esperança que talvez o tocador dessa nova flauta fosse um índio bonito. Seguiram pelas sendas da floresta, guiadas pelo cântico que cada vez parecia mais próximo. E não é que depararam, não com um índio, mas com um passarinho pousado num galho de árvore frondosa? Era o pássaro uirapuru. Uma das índias, a mais formosa e esguia, era também a melhor caçadora. E, como as outras, quis ferir o pássaro para que ele não fugisse e só cantasse para ela. Com arco e flecha, preparou-se. E, é claro, a ave caiu do galho.
Agora vem uma surpresa, tanto para as índias como para nós: uma vez por terra, o pássaro transformou-se num rapaz belíssimo.
Este índio, com um sorriso manso, dirigiu-se para a sua caçadora, enquanto todas as outras índias rezavam pela sua atenção e amor.
Estava tudo bem. Mas a primeira flauta começou a soar novamente: era a do índio feio.
As moças sabiam que ele queria se vingar dos maus tratos e procuraram rodear o índio bonito para escondê-lo. Mas o índio feio mandou rápido sua flecha, em direção do peito varonil do rival, só para assustá-lo.
E não é que aconteceu um encantamento milagroso?
Aconteceu, sim: o rapaz bonito se transformou num pássaro invisível, mas presente pelo seu canto. E as índias passaram, mesmo sem ver, a ouvir o trinado feliz.
Como é que se espalhou que o uirapuru dá sorte?
Ah, isso não sei, mas que dá, dá!


COMO NASCERAM AS ESTRELAS - DOZE LENDAS BRASILEIRAS - Clarice Lispector




Comentando a lenda: 

explicar que as lendas são antigas e muitas têm origem desconhecida, mas que não devemos maltratar os animais, ao contrário, cabe ao homem cuidar e preservar a natureza e os animais.

Serve como tema para o dia do Índio ou cuidados com a natureza, ecologia.

Atividade:

Pinte e reconte a história com tuas palavras:

Fonte da imagem: http://www.lipitipi.org/2012/04/producao-de-texto-dia-do-indio-lenda-do.html

segunda-feira, 18 de abril de 2016

AS LENDAS DO BRASIL. Mula sem cabeça.

Essa lenda conta a história de mulheres que fizeram maldades e foram transformadas em uma mula, que no lugar da cabeça tem uma chama de fogo.

Dizem que a lenda se originou com os povos da Península Ibérica, e veio para a América através dos portugueses, nossos colonizadores, e pelos espanhóis.

Aqui, nas regiões nordeste e sudeste, a lenda é preservada até os dias de hoje.

Sabemos que as lendas são histórias inventadas pelo homem, e por isso elas apresentam elementos que não são verdadeiros.

A Mula sem Cabeça é uma mulher que mora nas proximidades de uma igreja, que se apaixona pelo padre, sendo castigada com um corpo de mula e cabeça de fogo.


Mula sem Cabeça corre desenfreada pelas florestas.

Conta a lenda que a transformação acontece entre quinta e sexta-feira, pela madrugada, onde a Mula sai desesperada, correndo pelos campos. Quando se cansa volta a ser mulher, mas aparece cheia de arranhões e machucados.

Essa lenda folclórica também existe na Argentina, tendo o nome de Mula Anima, e no México, como Malora.

Da mesma forma, lá a história conta que a Mula sem Cabeça destrói tudo que vê pela frente, pisoteando até pessoas com suas patas, em ferraduras de aço ou prata. Durante a sua fuga, relincha muito alto, misturando os gritos de mulher com o rincho de uma mula brava.

As outras lendas você encontra AQUI

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A Lenda da Vitória Régia. Com atividades pedagógicas.

Há muitos anos, em uma tribo indígena, contava-se que a lua era uma deusa que ao despontar a noite, beijava e enchia de luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia, Sempre que ela se escondia atrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformava em estrelas no firmamento.
Uma linda jovem virgem da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com este encontro e mal podia esperar pelo grande dia em que seria chamada pela lua.
Um dia, tendo parado para descansar à beira de um lago, viu em sua superfície a imagem do deusa amada: a lua refletida em suas águas. Cega pelo seu sonho, lançou-se ao fundo e se afogou. A lua, compadecida, quis recompensar o sacrifício da bela jovem índia, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", única e perfeita, que é a planta vitória-régia.

Assim, nasceu uma linda planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.

Fonte: http://www.smartkids.com.br/especiais/folclore-vitoria.html 


Uma atividade legal para fazer com essa lenda é uma dramatização. Você sorteia os personagens entre as crianças e elas interpretam sem falar. É bem bacana e exige mais que um teatro falado. Se tiver mais crianças que personagens, elas podem sugerir animais, árvores, plantas, flores.

Confeccionar máscaras de papel que serão coladas em um palito para churrasco e cada criança segura a sua. - para os maiores de sete anos.