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domingo, 6 de novembro de 2016

PIADOS DO PASSARINHO.

Imagem do google.

Elias José

O passarinho piou,
piou numa boa.
O passarinho piou,
piou lá na lagoa.

O passarinho piou,
piou, é bom sinal.
O passarinho piou,
piou lá no quintal.

O passarinho piou,
piou e olhou pra mim.
O passarinho piou,
piou lá no jardim.

O passarinho piou,
piou lá na avenida.
Todo o mundo escutou,
ficou melhor a vida.

Domínio Público. 

Imagem do google

Ideia de pássaro para fazer com recortes e colar em cartolina.

Imagem do google


Atividade para pintar ou utilizar para recortes e depois pintar e colar em cartolina.

 Imagem do google.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O Rato e a Rã. Lindo conto de Esopo.

Um Rato desejava atravessar um rio, mas o temia, pois não sabia nadar. Pediu ajuda a uma Rã que concordou desde que o Rato fosse amarrado a uma das patas. O Rato consentiu e encontrando um pedaço de fio, ligou uma de suas pernas à Rã. Assim que entraram no rio, porém, a Rã mergulhou, levando junto o Rato que sentia afogar-se. Por isso debatia-se com a Rã que, por sua vez, lutava para nadar; tudo isso causando muito cansaço e estardalhaços. Estavam nessa luta quando, por cima passava um Falcão que, percebendo o Rato sobre a água, baixou sobre ele e levou-o nas garras juntamente com a Rã que estava atada. Ainda no ar, os devorou.



Moral da História:

Só podemos melhorar e dar certo com acordos que sejam em benefício de todos, senão acontece como na história, a rã e o sapo não se acertaram e com isso acabaram devorados pelo Falcão.


Esopo - Domínio Público.


Para pintar:




Outras atividades:

Recontar a história de modo que o sapo e a rã entrem em um acordo bom para os dois para atravessar o rio.

Utilizar recortes dos personagem em cartolina para serem pintados e depois colocar em papel pardo com o fundo da história desenhado e pintado.

Origamis dos personagens ou massinha de modelar.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Os sete corvos. Um conto de fadas dos Irmãos Grimm.

Fonte da imagem: http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=16218&picture=crianca-e-da-lua

Um conto de fadas dos Irmãos Grimm.

Um homem tinha sete filhos e nunca tinha uma filha, por mais que desejasse. Até que, finalmente, sua mulher lhe deu esperanças de novo e, quando a criança veio ao mundo, era uma menina. A alegria foi enorme, mas a criança era franzina e miúda e, por causa dessa fraqueza, foi preciso que lhe dessem logo os sacramentos. O pai mandou um dos filhos ir correndo até a fonte, buscar água para o batismo. Os outros seis foram atrás do irmão e, como cada um queria ser o primeiro a puxar a água para cima, acabaram deixando o balde cair no fundo do poço. Aí eles ficaram assustados, sem saber o que deviam fazer, e nenhum dos sete tinha coragem de voltar para casa. Foram ficando por lá, sem sair do lugar.
Como estavam demorando muito, o pai foi ficando cada vez mais impaciente e disse: - Na certa ficaram brincando e se esqueceram de voltar, aqueles moleques levados...
Começou a ficar com medo de que a menininha morresse sem ser batizada e, com raiva, gritou:
- Tomara que eles todos virem corvos!
Mal o pai acabou de dizer essas palavras, ouviu um barulho de asas batendo no ar, por cima da cabeça. Levantou os olhos e viu sete corvos negros como carvão voando de um lado para outro.
Os pais ficaram tristíssimos, mas não conseguiram fazer nada para quebrar o encanto.
Felizmente, puderam se consolar um pouco com sua filhinha querida, que logo recuperou as forças e cada dia ia ficando mais bonita. Durante muito tempo, ela ficou sem saber que tinha tido irmãos, porque os pais tinham o maior cuidado de nunca falar nisso. Mas um dia, ela ouviu por acaso umas pessoas comentando que era uma pena que uma menina assim tão bonita como ela fosse a responsável pela infelicidade dos irmãos.
A menina ficou muito aflita e foi logo perguntar aos pais se era verdade que ela já tinha tido irmãos, e o que tinha acontecido com eles. Os pais não puderam continuar guardando segredo. Mas explicaram que o que aconteceu tinha sido um desígnio do céu, e que o nascimento dela não tinha culpa de nada. Só que a menina começou a ter remorsos todos os dias e resolveu que precisava dar um jeito de livrar os irmãos do encanto. Não sossegou enquanto não saiu escondida, tentando encontrar algum sinal deles em algum lugar, custasse o que custasse. Não levou quase nada: só um anelzinho como lembrança dos pais, uma garrafinha d'água para matar a sede e uma cadeirinha para descansar.
Andou, andou, andou, cada vez para mais longe, até o fim do mundo. Aí, ela chegou junto do sol. Mas ele era quente demais e muito terrível, porque comia os próprios filhos. Ela saiu correndo, fugindo, para bem longe, até que chegou junto da lua. Mas a lua era fria demais e muito malvada e cruel. Assim que viu a menina, disse:
- Huuummm sinto cheiro de carne humana...
A menina saiu correndo bem depressa, fugindo para bem longe, até que chegou junto das estrelas.
As estrelas foram muito amáveis e boazinhas com ela, cada uma sentada em uma cadeirinha separada. Então, a estrela da manhã se levantou, deu um ossinho de galinha à menina e disse:
- Sem este ossinho, você não vai conseguir abrir a montanha de vidro. E é na montanha de vidro que estão os seus irmãos.
A menina pegou no ossinho, embrulhou-o com todo cuidado num lenço e continuou seu caminho, até que chegou à montanha de vidro. A porta estava bem fechada, trancada com chave, e ela resolveu pegar o ossinho de galinha que estava guardado no lenço. Mas quando desembrulhou, viu que não tinha nada dentro do pano e que ela tinha perdido o presente que as boas estrelas tinham dado. Ficou sem saber o que fazer. Queria muito salvar os irmãos, mas não tinha mais a chave da montanha de vidro. Então, a boa irmãzinha pegou uma faca, cortou um dedo mindinho, enfiou
na fechadura e deu um jeito de abrir a porta. Assim que entrou, um gnomo veio ao seu encontro e lhe perguntou:
- Minha filha, o que é que você está procurando?
- Procuro meus irmãos, os sete corvos - respondeu ela. O gnomo então disse:
- Os senhores Corvos não estão em casa, mas se quiser esperar até que eles cheguem, entre e fique à vontade.
Lá em cima, o gnomo pôs a mesa para o jantar dos corvos, com sete pratinhos e sete copinhos. A irmã então comeu um pouco da comida de cada prato e bebeu um gole de cada copo. Mas no último, deixou cair o anelzinho que tinha trazido.
De repente, ouviu-se nos ares um barulho de gritos e batidas de asas. Então o gnomo disse:
- São os senhores Corvos que estão chegando.
Eram eles mesmos, com fome e com sede. Foram logo em direção aos pratos e copos. E, um por um, foram gritando:
- Quem comeu no meu prato? Quem bebeu no meu copo? Foi boca de gente, foi boca de gente...
Mas quando o sétimo corvo acabou de esvaziar seu copo, o anel caiu lá de dentro. Ele olhou bem e reconheceu que era um anel do pai e da mãe deles, e disse:
- Quem dera que fosse a nossa irmãzinha, porque aí a gente ficava livre.
Quando a menina, que estava escondida atrás da porta, ouviu esse desejo, apareceu de repente e todos os corvos viraram gente outra vez. Começaram todos a se abraçar e se beijar e a se fazer mil carinhos e depois voltaram para casa muito felizes.

Moral da história:

Não julgar e condenar sem saber o motivo. Na hora da raiva devemos esperar que fiquemos calmos para tomar qualquer decisão.

O pai dos meninos agiu certo rogando uma praga sem saber o que tinha acontecido com eles?

O que os corvos mais desejavam que acontecesse depois que viraram corvos? Por quê?


Trabalho com recortes:

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=59357&picture=passaro-corvo-clipart

Desenhar em cartolina a montanha de vidro e colar os sete corvos recortados.

Pode-se recortar também sete pratos e sete copos em preto e pedir que façam o desenho bem colorido.

domingo, 27 de março de 2016

Voa Voa Passarinho.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=150714&picture=os-passaros-do-amor-amp-girassois

Voa, voa, passarinho voa
Corta os ares deste céu azul anil
O sol te aquece as costas
Enquanto plana em pleno vento norte
Repousa num fio a assoviar

À tardinha ainda há quem voe
Perfurando as nuvens feitas de algodão
Sobrevoar as casas, subir, descer, girar, dar piruetas
Voltar para o ninho e descansar

Voa, voa, vai lá no céu, que nem avião de papel
Sobe, sobe feito um balão, a vida é pura diversão




Recortes: 

Para os pequenos você pode levar o molde e as crianças fazem o recorte do passarinho para depois pintar. Podem fazer um céu azul em cartolina e depois colar seus trabalhos.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=125793&picture=dois-passaros-pequenos

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A Abóbora Menina.

Fonte da imagem:
http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=9674&picture=decoracao-colheita-halloween

Para a Inês, que também um dia voará.

Brotara do solo fecundo de um quintal enorme, de uma semente
que mestre Crisolindo comprara na venda. Despontava por entre uns pés de couve e mais algumas abóboras, umas suas irmãs, outras suas parentes mais afastadas.
Tratada com o devido esmero, adubada à maneira, depressa cresceu e se tornou em bela moçoila, roliça e corada.
Os dias corriam serenos. Enquanto o sol brilhava, tudo era calma
naquele quintal. Sombra dos pés de couve, rega a horas devidas, nada parecia faltar para que todos fossem felizes.
As suas conversas eram banais: falavam do tempo, de mestre
Crisolindo e nunca, mas nunca, do futuro que os aguardava.
Mas Abóbora Menina, em vez de se dar por satisfeita com a vida
que lhe havia sido reservada, vivia entristecida e os seus dias e as suas noites eram passados a suspirar.
Desde muito cedo que a sua atenção se virara para as borboletas de cores mil que bailavam sobre o quintal. E sempre que alguma pousava perto de si, a conversa não era outra se não esta:
―Dizei-me, menina borboleta, como fazeis para voar?
―Ora, menina abóbora, que quereis que vos diga? Primeiro fui ovo quase invisível, depois fui crisálida e depois, olhe, depois alguém me pôs estas asas e assim voei.
―Como eu queria ser como vós e poder sair daqui, ver outros
quintais.
―Que me conste, vós fostes semente e vosso berço jaz debaixo desta terra negra e quente. Nunca por aí andámos, minhas irmãs e eu.
A borboleta levantava voo e Abóbora Menina suspirava. E suspirava. E de nada serviam os consolos de suas irmãs, nem o consolo dos pés de couve, nem o consolo dos pés de alface que cresciam ali perto e que todas as conversas ouviam.
Certo dia passou por aqueles lados uma borboleta mais viajada e foi pousar mesmo em cima da abóbora. De novo a mesma conversa, os mesmos suspiros.
Tanta pena causou a abóbora à borboleta, que esta acabou por lhe confessar:
―Já que tamanho é vosso desejo de voar e dado que asas nunca podereis vir a ter, só vos resta uma solução: deixai-vos levar pelo vento sul, que não tarda nada aí estará.
―Mas como? Não vedes que sou roliça? Não vedes que tenho
engordado desde que deixei de ser semente?
E a borboleta explicou à Abóbora Menina o que ela devia fazer.
A única solução seria cortar com o forte laço que a ligava àquela
terra-mãe e deixar-se levar pelo vento.
Ele não tardaria, pois umas nuvens suas conhecidas assim lhe haviam garantido. Mais adiantou a borboleta que daria uma palavrinha ao tal vento, por sinal seu amigo e aconselhou todos os outros habitantes do quintal a segurarem-se bem quando ele chegasse.
Ninguém gostou da ideia à exceção da nossa menina.
―Vamos perder-te! ― lamentavam-se as irmãs.
―Nunca mais te veremos. ― sussurravam os pés de alface.
―Acabarás por mirrar se te desprendes do solo que te deu sustento.
Mas a abóbora nada mais queria ouvir. E logo nessa noite, quando todos dormiam, Abóbora Menina tanto se rebolou no chão, tantos esticões deu ao cordão que lhe dera vida, que acabou por se soltar e assim permaneceu, liberta, aguardando o vento sul com todos os sonhos que uma abóbora ainda menina pode ter na sua cabeça.
Não esperou muito, a Abóbora Menina. Dois dias passados, logo
pela manhãzinha, o vento chegou. E com tal força, que a todos
surpreendeu.
Mestre Crisolindo pegou na enxada e resguardou-se em casa. As
flores e as hortaliças, já prevenidas, agarraram-se ainda mais à terra.
Só a abóbora se alegrou e, peito rosado aberto à tempestade,
aguardou paciente a sorte que a esperava.
Quando um remoinho de vento pegou nela e a ergueu nos ares,
qual balão liberto das mãos de um menino, não sentiu nem medo, nem pena de partir.
―Adeus, minhas irmãs!... Adeus, meus companheiros!...
―Até... um... dia!...
E voou direitinha ao céu sem fim!...
Para onde seguiu? Ninguém sabe.
Onde foi parar? Ninguém imagina.
Mas todos sabem, naquele quintal, que dali partiu, numa bela tarde de vento, a abóbora menina mais feliz que algum dia poderá haver.

Livro: Histórias Que Acabam Aqui - Teresa Lopes.


Comentários e perguntas sobre a história:


Quantas vezes vivemos presos aos hábitos adquiridos sem questionamentos se poderíamos mudar.
Ninguém pode viver sem pensar em outras formas de viver e conviver, sem perseguir seus sonhos.
Os personagens da historia tinham conversas banais, apenas avaliavam seu cotidiano.
Você tem o hábito de agir assim?
Você não tem curiosidade de imaginar um futuro melhor para você e para a humanidade?
Você acha que vale a pena viver preso à terra sem conhecer outros lugares, sem poder voar?
O voo na historinha tem o significado da tua libertação de tudo o que você faz no automático, sem pensar, apenas porque sempre foi assim e alguém lhe disse que sempre será assim, que tentar mudar pode ser perigoso.
Você acha que pode ser perigoso?
Você tem um sonho? Quer dizer qual o teu sonho?
Acha que vale a pena lutar por ele?

Dinâmica:

Reunir a turma em dois grupos.
Dar um tempo para que conversem sobre seus sonhos e desejos.
Depois o líder de cada grupo com a concordância dos demais, vai escolher um dos sonhos manifestados, e todos darão ideias de como realizar.
Ao término do trabalho, o líder vai expor ao outro grupo o que debateram e as conclusões que chegaram.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Dança, Dança, Bonequinha. Lindo conto de Hans Christian Andersen.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=25005&picture=evangeline

— Oh, não passa de uma cantiguinha idiota para criancinhas pequeninas — declarou a tia Malle. — Por muito boa vontade que tenha, não vejo qualquer significado na Dança, dança, bonequinha. É uma palermice, um disparate!

Mas a pequena Amália via grande significado na cantiga. Ela tinha só três anos, mas já sabia brincar às bonecas e estava a educar as suas para serem tão inteligentes como a tia Malle.

Costumava ir lá à casa um estudante, que ajudava os irmãos da Amália a fazer os trabalhos de casa e conversava muito com ela e com as suas bonecas. Ele fazia-a rir, porque era muito engraçado e brincalhão, mas nunca fazia troça dela e falava de coisas importantes que ambos compreendiam.

A tia Malle insistia em que ele não sabia lidar com crianças e que as cabecinhas delas não podiam entender todos os seus disparates ridículos. Mas a da pequena Amália podia. Na realidade, ela aprendeu a cantiga do estudante toda de cor e costumava cantá-la às suas três bonecas. Duas delas eram novas, uma menina e um menino, e a terceira já tinha um ano e chamava-se Lisa. Lisa ouvia a cantiga — e até entrava nela!

Dança, dança, bonequinha!

Como ela é bonitinha!

Bonito também é o seu noivo, Raul,

De calças brancas e casaco azul,

Com um chapéu alto, encantador,

E sapatos novos que lhe fazem dor!

Ele é belo, ela uma estrelinha,

Dança, dança, bonequinha.

A Lisa do ano passado

Dança com ar engraçado.

Louro é o cabelo que tem

E o seu rosto brilha também.

Parece ser a mais nova,

A velha Lisa, que canta a trova.

Roda e salta ainda uma vez,

Dancem lá todas as três!

Dancem leves como o ar,

Não há nada que enganar.

É preciso que não esqueçam

As piruetas quando dançam.

Com vénia à esquerda e à direita

A dança será perfeita!

Alegrias, meu tesouro,

Bonequinhas, petiz d'ouro.

Bem, as bonecas compreendiam a canção, a pequena Amália compreendia-a e o estudante também. Afinal, ele é que a tinha escrito e ele dizia que era excelente. Só a tia Malle é que não a percebia — mas a verdade é que ela já tinha saído do mundo da infância há tanto tempo que não admirava. A tia Malle podia dizer que a cantiga era um disparate, mas a Amália não achava. E continuava a cantá-la.

    Hans Christian Andersen

Tudo tem seu tempo. A infância é um tempo de encantamento e fantasia.
Que a criança entenda que seus sentimentos são importantes ainda que muitas vezes os adultos não percebam.
Seguir o seu coração. Obedecer aos mais velhos porque têm experiência de vida, contudo, somos diferentes na maneira de ser e pensar. Os pais não são perfeitos, mas é com amor que farão o melhor por você.

Obedeça e siga os conselhos dos pais, mas não deixe se seguir o seu coração, é ali que está tudo que fará de você uma pessoa única.

domingo, 6 de setembro de 2015

Atividades com Parlendas - Folclore.2





Fonte: http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20com%20Parlenda

Para visualizar melhor clique nas imagens.




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Atividades com Parlendas - Folclore.






Fonte: http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20com%20Parlenda

Idade sugerida: sete/oito anos.

Atividades: 

Dividir a turma em cinco grupos. Sortear uma parlenda para cada grupo. 
Dar o tempo para que leiam a parlenda e depois apresentem para os outros dividindo as falas de modo que todos do grupo leiam uma parte. 
O momento anterior à apresentação, que será de leitura de entendimento, será também para que aqueles que ainda apresentem alguma dificuldade de leitura possam acompanhar o grupo. 
O educador deverá atender a todos os grupos durante a preparação para a apresentação.
Podem também durante a leitura fazer um desenho da parte que gostaram mais da parlenda, e durante a apresentação podem utilizar o quadro com desenhos enquanto é feita a leitura, enfim, que a criatividade seja explorada ao máximo.

Outra coisa bem  legal que já fiz, foi uma vez que as crianças criaram uma historinha em grupo e depois prepararam a apresentação de teatro. Para os pequenos vale ler suas falas em tirinhas de papel, mas os meus decoraram facilmente. 
Na época eu estava evangelizando os 7/8 e combinei com a evangelizadora dos 5/6 um dia para irmos na turma dela para que os meus se apresentassem. 
Os meus ganharam em autoestima e capacidade de enfrentar desafios e os pequenos em ver crianças pouco maiores que eles fazendo uma atividade bem feita e de qualidade. Tenho certeza que aprenderam mais do que em uma aula normal.

Outras atividades:


Para a parlenda borboletinha, recortar borboletas e colar a base em cartolina exatamente como na imagem.