"Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens." Pitagoras
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terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Atividades divertidas para as férias escolares.
No link tem muito mais, vale conferir: https://www.tempojunto.com/2015/09/18/10-ideias-de-atividades-criativas-para-criancas-usando-papel/
domingo, 6 de novembro de 2016
PIADOS DO PASSARINHO.
Imagem do google.
O passarinho piou,
piou numa boa.
O passarinho piou,
piou lá na lagoa.
O passarinho piou,
piou, é bom sinal.
O passarinho piou,
piou lá no quintal.
O passarinho piou,
piou e olhou pra mim.
O passarinho piou,
piou lá no jardim.
O passarinho piou,
piou lá na avenida.
Todo o mundo escutou,
ficou melhor a vida.
Domínio Público.
Imagem do google
Ideia de pássaro para fazer com recortes e colar em cartolina.
Imagem do google
Atividade para pintar ou utilizar para recortes e depois pintar e colar em cartolina.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
O Rato e a Rã. Lindo conto de Esopo.
Um Rato
desejava atravessar um rio, mas o temia, pois não sabia nadar. Pediu ajuda a
uma Rã que concordou desde que o Rato fosse amarrado a uma das patas. O Rato
consentiu e encontrando um pedaço de fio, ligou uma de suas pernas à Rã. Assim
que entraram no rio, porém, a Rã mergulhou, levando junto o Rato que sentia
afogar-se. Por isso debatia-se com a Rã que, por sua vez, lutava para nadar;
tudo isso causando muito cansaço e estardalhaços. Estavam nessa luta quando, por
cima passava um Falcão que, percebendo o Rato sobre a água, baixou sobre ele e
levou-o nas garras juntamente com a Rã que estava atada. Ainda no ar, os devorou.
Moral da História:
Só podemos
melhorar e dar certo com acordos que sejam em benefício de todos, senão
acontece como na história, a rã e o sapo não se acertaram e com isso acabaram
devorados pelo Falcão.
Esopo - Domínio Público.
Para pintar:
Outras atividades:
Recontar a história de modo que o sapo e a rã entrem em um acordo bom para os dois para atravessar o rio.
Utilizar recortes dos personagem em cartolina para serem pintados e depois colocar em papel pardo com o fundo da história desenhado e pintado.
Origamis dos personagens ou massinha de modelar.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Os sete corvos. Um conto de fadas dos Irmãos Grimm.
Fonte da imagem: http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=16218&picture=crianca-e-da-lua
Um conto de
fadas dos Irmãos Grimm.
Um homem
tinha sete filhos e nunca tinha uma filha, por mais que desejasse. Até que,
finalmente, sua mulher lhe deu esperanças de novo e, quando a criança veio ao
mundo, era uma menina. A alegria foi enorme, mas a criança era franzina e miúda
e, por causa dessa fraqueza, foi preciso que lhe dessem logo os sacramentos. O
pai mandou um dos filhos ir correndo até a fonte, buscar água para o batismo.
Os outros seis foram atrás do irmão e, como cada um queria ser o primeiro a
puxar a água para cima, acabaram deixando o balde cair no fundo do poço. Aí
eles ficaram assustados, sem saber o que deviam fazer, e nenhum dos sete tinha
coragem de voltar para casa. Foram ficando por lá, sem sair do lugar.
Como estavam
demorando muito, o pai foi ficando cada vez mais impaciente e disse: - Na certa
ficaram brincando e se esqueceram de voltar, aqueles moleques levados...
Começou a
ficar com medo de que a menininha morresse sem ser batizada e, com raiva,
gritou:
- Tomara que
eles todos virem corvos!
Mal o pai
acabou de dizer essas palavras, ouviu um barulho de asas batendo no ar, por
cima da cabeça. Levantou os olhos e viu sete corvos negros como carvão voando
de um lado para outro.
Os pais
ficaram tristíssimos, mas não conseguiram fazer nada para quebrar o encanto.
Felizmente,
puderam se consolar um pouco com sua filhinha querida, que logo recuperou as
forças e cada dia ia ficando mais bonita. Durante muito tempo, ela ficou sem
saber que tinha tido irmãos, porque os pais tinham o maior cuidado de nunca
falar nisso. Mas um dia, ela ouviu por acaso umas pessoas comentando que era
uma pena que uma menina assim tão bonita como ela fosse a responsável pela
infelicidade dos irmãos.
A menina
ficou muito aflita e foi logo perguntar aos pais se era verdade que ela já
tinha tido irmãos, e o que tinha acontecido com eles. Os pais não puderam
continuar guardando segredo. Mas explicaram que o que aconteceu tinha sido um
desígnio do céu, e que o nascimento dela não tinha culpa de nada. Só que a
menina começou a ter remorsos todos os dias e resolveu que precisava dar um
jeito de livrar os irmãos do encanto. Não sossegou enquanto não saiu escondida,
tentando encontrar algum sinal deles em algum lugar, custasse o que custasse.
Não levou quase nada: só um anelzinho como lembrança dos pais, uma garrafinha
d'água para matar a sede e uma cadeirinha para descansar.
Andou,
andou, andou, cada vez para mais longe, até o fim do mundo. Aí, ela chegou junto
do sol. Mas ele era quente demais e muito terrível, porque comia os próprios
filhos. Ela saiu correndo, fugindo, para bem longe, até que chegou junto da
lua. Mas a lua era fria demais e muito malvada e cruel. Assim que viu a menina,
disse:
- Huuummm
sinto cheiro de carne humana...
A menina
saiu correndo bem depressa, fugindo para bem longe, até que chegou junto das
estrelas.
As estrelas
foram muito amáveis e boazinhas com ela, cada uma sentada em uma cadeirinha
separada. Então, a estrela da manhã se levantou, deu um ossinho de galinha à
menina e disse:
- Sem este
ossinho, você não vai conseguir abrir a montanha de vidro. E é na montanha de
vidro que estão os seus irmãos.
A menina
pegou no ossinho, embrulhou-o com todo cuidado num lenço e continuou seu caminho,
até que chegou à montanha de vidro. A porta estava bem fechada, trancada com
chave, e ela resolveu pegar o ossinho de galinha que estava guardado no lenço.
Mas quando desembrulhou, viu que não tinha nada dentro do pano e que ela tinha
perdido o presente que as boas estrelas tinham dado. Ficou sem saber o que
fazer. Queria muito salvar os irmãos, mas não tinha mais a chave da montanha de
vidro. Então, a boa irmãzinha pegou uma faca, cortou um dedo mindinho, enfiou
na fechadura
e deu um jeito de abrir a porta. Assim que entrou, um gnomo veio ao seu
encontro e lhe perguntou:
- Minha
filha, o que é que você está procurando?
- Procuro
meus irmãos, os sete corvos - respondeu ela. O gnomo então disse:
- Os
senhores Corvos não estão em casa, mas se quiser esperar até que eles cheguem,
entre e fique à vontade.
Lá em cima,
o gnomo pôs a mesa para o jantar dos corvos, com sete pratinhos e sete
copinhos. A irmã então comeu um pouco da comida de cada prato e bebeu um gole
de cada copo. Mas no último, deixou cair o anelzinho que tinha trazido.
De repente,
ouviu-se nos ares um barulho de gritos e batidas de asas. Então o gnomo disse:
- São os
senhores Corvos que estão chegando.
Eram eles
mesmos, com fome e com sede. Foram logo em direção aos pratos e copos. E, um
por um, foram gritando:
- Quem comeu
no meu prato? Quem bebeu no meu copo? Foi boca de gente, foi boca de gente...
Mas quando o
sétimo corvo acabou de esvaziar seu copo, o anel caiu lá de dentro. Ele olhou
bem e reconheceu que era um anel do pai e da mãe deles, e disse:
- Quem dera
que fosse a nossa irmãzinha, porque aí a gente ficava livre.
Quando a
menina, que estava escondida atrás da porta, ouviu esse desejo, apareceu de
repente e todos os corvos viraram gente outra vez. Começaram todos a se abraçar
e se beijar e a se fazer mil carinhos e depois voltaram para casa muito
felizes.
Moral da
história:
Não julgar e
condenar sem saber o motivo. Na hora da raiva devemos esperar que fiquemos
calmos para tomar qualquer decisão.
O pai dos
meninos agiu certo rogando uma praga sem saber o que tinha acontecido com eles?
O que os
corvos mais desejavam que acontecesse depois que viraram corvos? Por quê?
Trabalho com recortes:
Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=59357&picture=passaro-corvo-clipart
Desenhar em cartolina a montanha de vidro e colar os sete corvos recortados.
Pode-se recortar também sete pratos e sete copos em preto e pedir que façam o desenho bem colorido.
domingo, 27 de março de 2016
Voa Voa Passarinho.
Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=150714&picture=os-passaros-do-amor-amp-girassois
Voa, voa, passarinho voa
Corta os ares deste céu azul anil
O sol te aquece as costas
Enquanto plana em pleno vento norte
Repousa num fio a assoviar
À tardinha ainda há quem voe
Perfurando as nuvens feitas de algodão
Sobrevoar as casas, subir, descer, girar, dar piruetas
Voltar para o ninho e descansar
Voa, voa, vai lá no céu, que nem avião de papel
Sobe, sobe feito um balão, a vida é pura diversão
Recortes:
Para os pequenos você pode levar o molde e as crianças fazem o recorte do passarinho para depois pintar. Podem fazer um céu azul em cartolina e depois colar seus trabalhos.
Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=125793&picture=dois-passaros-pequenos
terça-feira, 15 de setembro de 2015
A Abóbora Menina.
Fonte da imagem:
http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=9674&picture=decoracao-colheita-halloween
Para a Inês,
que também um dia voará.
Brotara do
solo fecundo de um quintal enorme, de uma semente
que mestre
Crisolindo comprara na venda. Despontava por entre uns pés de couve e mais
algumas abóboras, umas suas irmãs, outras suas parentes mais afastadas.
Tratada com
o devido esmero, adubada à maneira, depressa cresceu e se tornou em bela
moçoila, roliça e corada.
Os dias
corriam serenos. Enquanto o sol brilhava, tudo era calma
naquele
quintal. Sombra dos pés de couve, rega a horas devidas, nada parecia faltar
para que todos fossem felizes.
As suas
conversas eram banais: falavam do tempo, de mestre
Crisolindo e
nunca, mas nunca, do futuro que os aguardava.
Mas Abóbora
Menina, em vez de se dar por satisfeita com a vida
que lhe
havia sido reservada, vivia entristecida e os seus dias e as suas noites eram
passados a suspirar.
Desde muito
cedo que a sua atenção se virara para as borboletas de cores mil que bailavam
sobre o quintal. E sempre que alguma pousava perto de si, a conversa não era
outra se não esta:
―Dizei-me,
menina borboleta, como fazeis para voar?
―Ora, menina
abóbora, que quereis que vos diga? Primeiro fui ovo quase invisível, depois fui
crisálida e depois, olhe, depois alguém me pôs estas asas e assim voei.
―Como eu
queria ser como vós e poder sair daqui, ver outros
quintais.
―Que me
conste, vós fostes semente e vosso berço jaz debaixo desta terra negra e quente.
Nunca por aí andámos, minhas irmãs e eu.
A borboleta
levantava voo e Abóbora Menina suspirava. E suspirava. E de nada serviam os
consolos de suas irmãs, nem o consolo dos pés de couve, nem o consolo dos pés
de alface que cresciam ali perto e que todas as conversas ouviam.
Certo dia
passou por aqueles lados uma borboleta mais viajada e foi pousar mesmo em cima
da abóbora. De novo a mesma conversa, os mesmos suspiros.
Tanta pena
causou a abóbora à borboleta, que esta acabou por lhe confessar:
―Já que
tamanho é vosso desejo de voar e dado que asas nunca podereis vir a ter, só vos
resta uma solução: deixai-vos levar pelo vento sul, que não tarda nada aí
estará.
―Mas como?
Não vedes que sou roliça? Não vedes que tenho
engordado
desde que deixei de ser semente?
E a
borboleta explicou à Abóbora Menina o que ela devia fazer.
A única
solução seria cortar com o forte laço que a ligava àquela
terra-mãe e
deixar-se levar pelo vento.
Ele não
tardaria, pois umas nuvens suas conhecidas assim lhe haviam garantido. Mais
adiantou a borboleta que daria uma palavrinha ao tal vento, por sinal seu amigo
e aconselhou todos os outros habitantes do quintal a segurarem-se bem quando
ele chegasse.
Ninguém
gostou da ideia à exceção da nossa menina.
―Vamos
perder-te! ― lamentavam-se as irmãs.
―Nunca mais
te veremos. ― sussurravam os pés de alface.
―Acabarás
por mirrar se te desprendes do solo que te deu sustento.
Mas a
abóbora nada mais queria ouvir. E logo nessa noite, quando todos dormiam,
Abóbora Menina tanto se rebolou no chão, tantos esticões deu ao cordão que lhe dera
vida, que acabou por se soltar e assim permaneceu, liberta, aguardando o vento
sul com todos os sonhos que uma abóbora ainda menina pode ter na sua cabeça.
Não esperou
muito, a Abóbora Menina. Dois dias passados, logo
pela
manhãzinha, o vento chegou. E com tal força, que a todos
surpreendeu.
Mestre
Crisolindo pegou na enxada e resguardou-se em casa. As
flores e as
hortaliças, já prevenidas, agarraram-se ainda mais à terra.
Só a abóbora
se alegrou e, peito rosado aberto à tempestade,
aguardou
paciente a sorte que a esperava.
Quando um
remoinho de vento pegou nela e a ergueu nos ares,
qual balão
liberto das mãos de um menino, não sentiu nem medo, nem pena de partir.
―Adeus,
minhas irmãs!... Adeus, meus companheiros!...
―Até...
um... dia!...
E voou
direitinha ao céu sem fim!...
Para onde
seguiu? Ninguém sabe.
Onde foi
parar? Ninguém imagina.
Mas todos
sabem, naquele quintal, que dali partiu, numa bela tarde de vento, a abóbora
menina mais feliz que algum dia poderá haver.
Livro: Histórias
Que Acabam Aqui - Teresa Lopes.
Comentários e
perguntas sobre a história:
Quantas vezes
vivemos presos aos hábitos adquiridos sem questionamentos se poderíamos mudar.
Ninguém pode
viver sem pensar em outras formas de viver e conviver, sem perseguir seus
sonhos.
Os personagens
da historia tinham conversas banais, apenas avaliavam seu cotidiano.
Você tem o
hábito de agir assim?
Você não tem
curiosidade de imaginar um futuro melhor para você e para a humanidade?
Você acha
que vale a pena viver preso à terra sem conhecer outros lugares, sem poder
voar?
O voo na
historinha tem o significado da tua libertação de tudo o que você faz no
automático, sem pensar, apenas porque sempre foi assim e alguém lhe disse que
sempre será assim, que tentar mudar pode ser perigoso.
Você acha
que pode ser perigoso?
Você tem um
sonho? Quer dizer qual o teu sonho?
Acha que
vale a pena lutar por ele?
Dinâmica:
Reunir a
turma em dois grupos.
Dar um tempo
para que conversem sobre seus sonhos e desejos.
Depois o líder
de cada grupo com a concordância dos demais, vai escolher um dos sonhos
manifestados, e todos darão ideias de como realizar.
Ao término
do trabalho, o líder vai expor ao outro grupo o que debateram e as conclusões
que chegaram.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Dança, Dança, Bonequinha. Lindo conto de Hans Christian Andersen.
— Oh, não
passa de uma cantiguinha idiota para criancinhas pequeninas — declarou a tia
Malle. — Por muito boa vontade que tenha, não vejo qualquer significado na
Dança, dança, bonequinha. É uma palermice, um disparate!
Mas a
pequena Amália via grande significado na cantiga. Ela tinha só três anos, mas
já sabia brincar às bonecas e estava a educar as suas para serem tão
inteligentes como a tia Malle.
Costumava ir
lá à casa um estudante, que ajudava os irmãos da Amália a fazer os trabalhos de
casa e conversava muito com ela e com as suas bonecas. Ele fazia-a rir, porque
era muito engraçado e brincalhão, mas nunca fazia troça dela e falava de coisas
importantes que ambos compreendiam.
A tia Malle
insistia em que ele não sabia lidar com crianças e que as cabecinhas delas não
podiam entender todos os seus disparates ridículos. Mas a da pequena Amália
podia. Na realidade, ela aprendeu a cantiga do estudante toda de cor e
costumava cantá-la às suas três bonecas. Duas delas eram novas, uma menina e um
menino, e a terceira já tinha um ano e chamava-se Lisa. Lisa ouvia a cantiga —
e até entrava nela!
Dança,
dança, bonequinha!
Como ela é
bonitinha!
Bonito
também é o seu noivo, Raul,
De calças
brancas e casaco azul,
Com um
chapéu alto, encantador,
E sapatos
novos que lhe fazem dor!
Ele é belo,
ela uma estrelinha,
Dança,
dança, bonequinha.
A Lisa do
ano passado
Dança com ar
engraçado.
Louro é o
cabelo que tem
E o seu
rosto brilha também.
Parece ser a
mais nova,
A velha
Lisa, que canta a trova.
Roda e salta
ainda uma vez,
Dancem lá
todas as três!
Dancem leves
como o ar,
Não há nada
que enganar.
É preciso
que não esqueçam
As piruetas
quando dançam.
Com vénia à
esquerda e à direita
A dança será
perfeita!
Alegrias,
meu tesouro,
Bonequinhas,
petiz d'ouro.
Bem, as
bonecas compreendiam a canção, a pequena Amália compreendia-a e o estudante
também. Afinal, ele é que a tinha escrito e ele dizia que era excelente. Só a
tia Malle é que não a percebia — mas a verdade é que ela já tinha saído do
mundo da infância há tanto tempo que não admirava. A tia Malle podia dizer que
a cantiga era um disparate, mas a Amália não achava. E continuava a cantá-la.
- Hans Christian Andersen
Tudo tem seu
tempo. A infância é um tempo de encantamento e fantasia.
Que a
criança entenda que seus sentimentos são importantes ainda que muitas vezes os
adultos não percebam.
Seguir o seu
coração. Obedecer aos mais velhos porque têm experiência de vida, contudo,
somos diferentes na maneira de ser e pensar. Os pais não são perfeitos, mas é
com amor que farão o melhor por você.
Obedeça e
siga os conselhos dos pais, mas não deixe se seguir o seu coração, é ali que
está tudo que fará de você uma pessoa única.
domingo, 6 de setembro de 2015
Atividades com Parlendas - Folclore.2
Fonte: http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20com%20Parlenda
Para visualizar melhor clique nas imagens.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Atividades com Parlendas - Folclore.
Fonte: http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20com%20Parlenda
Idade sugerida: sete/oito anos.
Atividades:
Dividir a turma em cinco grupos. Sortear uma parlenda para cada grupo.
Dar o tempo para que leiam a parlenda e depois apresentem para os outros dividindo as falas de modo que todos do grupo leiam uma parte.
O momento anterior à apresentação, que será de leitura de entendimento, será também para que aqueles que ainda apresentem alguma dificuldade de leitura possam acompanhar o grupo.
O educador deverá atender a todos os grupos durante a preparação para a apresentação.
Podem também durante a leitura fazer um desenho da parte que gostaram mais da parlenda, e durante a apresentação podem utilizar o quadro com desenhos enquanto é feita a leitura, enfim, que a criatividade seja explorada ao máximo.
Outra coisa bem legal que já fiz, foi uma vez que as crianças criaram uma historinha em grupo e depois prepararam a apresentação de teatro. Para os pequenos vale ler suas falas em tirinhas de papel, mas os meus decoraram facilmente.
Na época eu estava evangelizando os 7/8 e combinei com a evangelizadora dos 5/6 um dia para irmos na turma dela para que os meus se apresentassem.
Os meus ganharam em autoestima e capacidade de enfrentar desafios e os pequenos em ver crianças pouco maiores que eles fazendo uma atividade bem feita e de qualidade. Tenho certeza que aprenderam mais do que em uma aula normal.
Outras atividades:
Para a parlenda borboletinha, recortar borboletas e colar a base em cartolina exatamente como na imagem.
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