sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Conversando com crianças, evite respostas curtas.




Recebi essa postagem no face e logo identifiquei que seria um ótimo assunto para post. Já falei no assunto em outras postagens, mas creio que para estabelecer um bom diálogo com suas crianças sempre vale reforçar. Bjs 😍


domingo, 5 de agosto de 2018

O que nos conta o vento.


Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/veleiro-navio-mar-barco-oceano-312417/

O vento é tão alegre como uma criança. Já o viram correr, pelos campos, movendo o trigo, como as ondas do mar? É isto a dança do vento; mas ele não só dança, também canta. Vão ouvir como ele canta.
- Zum!... Zu!... Zê, ss... Ss... Ss!... - está ele dizendo.
Se não houvesse uns senhores muito graves, que usam chapéus que rodam pelas ruas, a vida na cidade seria para mim grande aborrecimento. Todas as distrações fugiram das cidades. Há cem anos não havia nada de que eu mais gostasse do que ir soprando pelas ruas abaixo. Mas, então, as ruas eram uma exposição de quadros divertidos, mais que lugares de comércio.
Todas as casas tinham sua vitrina ou tabuleta. Havia a vitrina do alfaiate, cheia de figurinos de várias cores, querendo mostrar que o alfaiate era capaz de transformar o homem mais esfarrapado num elegante senhor.
O barbeiro tinha por cima da porta um grande pau com uma navalha de madeira pendurada; peixes, chapéus, queijos, bolas, enfim, todas as coisas que se vendiam na cidade, eram representadas nas tabuletas; e quando eu as fazia oscilar e as punha a bater umas contra as outras, produziam um barulho ensurdecedor.
Que momentos tão alegres e divertidos passei eu numa noite em que me meti pelos mostradores! Tinha jurado que me havia de divertir.
O vento calou-se, dando em seguida um grito que estremeceu a casa.
- Oh! Como me lembro bem! - continuou ele a gritar pela varanda. - Era num dia em que os sapateiros se mudavam do antigo estabelecimento para o novo, levando consigo todas as tabuletas. Naqueles tempos, que já vão bem longe, os sapateiros eram ricos e poderosos e valia a pena ver a procissão que eles formavam. Havia um palhaço que abria a marcha, uma figura grotesca com a cara negra e uma roupa feita de retalhos. Todos riam. Hoje já não se divertem desta maneira. Atrás do palhaço ia a música, seguida dos homens que levavam os estandartes, e a grande bandeira de seda do grêmio dos sapateiros, enfeitada com uma grande bota preta. Subiu a um andaime, no qual tinha que fixar uma tabuleta, o sapateiro que presidia a associação e começou a discursar; mas o palhaço, que subiu atrás dele, fazia rir às gargalhadas o público, com os seus trejeitos. Eu quis também tomar parte na brincadeira e comecei a bater com as tabuletas umas nas outras e o orador desceu dizendo:
"Não é possível fazer-me ouvir por causa do vento, mas vamos fixar a tabuleta."
Mas eu havia resolvido - continuou o vento - que a tabuleta não se fixasse. Soprei até que o avental do sapateiro lhe tapasse os olhos; fiz cair a escada e levei-lhe o chapéu e a cabeleira. Por fim cansaram-se de lutar comigo e foram-se todos para a sua nova casa para celebrarem o banquete.
O vento deu um salto e prosseguiu:
- Eu estava naquele dia disposto a fazer mal. Tenho conseguido divertir-me com os sapateiros, andava pelas ruas tentando novas proezas. Comecei a tirar os tetos das casas velhas, mas ainda sentia vontade de fazer pior. Continuei a fazer cirandar tudo com muita habilidade. Quando a gente da cidade despertou, no dia seguinte, encontrou a tabuleta do Instituto Histórico num salão de bilhares e o Instituto tinha lá, em troca, a tabuleta arrancada de um asilo para crianças... Havia criadas e mamadeiras... Um peleiro tinha pintado na tabuleta uma raposa. Mudei a tabuleta para o outro lado da rua, para a casa de um conselheiro avarento, que pretendia passar por excelente pessoa. Toda a população se riu, sobretudo quando viu a tabuleta que eu tinha posto na casa de um juiz: era um pau com uma navalha de madeira. A mulher do juiz tinha o apelido de "A Navalha", por sua má língua.
Mas a partida mais original - continuou o vento com voz baixa - foi a que preguei a uma rica mulher que inventava grandes histórias contra os seus vizinhos. Pus na casa dela um letreiro que havia num solar abandonado e que dizia: "Aqui precisa-me de estrume."
Foram dias alegres - suspirou o vento - mas que já não voltam. Depois do que eu fiz nunca mais usaram aquelas tabuletas; por minha causa muitos se envergonharam do seu comportamento e muitos homens nem queriam ouvir falar de mim e nas minhas travessuras. O vento acabou de falar na varanda e, dando um grito muito agudo, foi-se embora.


Conto de Hans Christian Andersen.


Conversando sobre a historinha.


O vento como um fenômeno da Natureza. 


O que fazer para evitar os desastres naturais? - Não podem ser evitados, levar as crianças a pensar como o homem pode conviver em harmonia com a natureza.


Na nossa historinha, o nosso amigo vento de divertia fazendo suas travessuras? Por quê?


Mesmo que em alguns casos ele tivesse razão e quisesse se vingar dos homens, você acha essa atitude correta?  - Não fazer justiça por sua conta.

Deve ficar claro para a criança a diferença do vento como fenômeno natural e na nossa historinha o vento transformado em personagem que pensa e age inteligentemente para pregar peças nos humanos.


Você acha que o vento se arrependeu de suas travessuras? Por quê?


Atividade: 

Levar palavras edificantes com as letras recortadas. EX: Respeito, Educação, Boa vontade, amor ao próximo, e outras de acordo com o momento das crianças.

As palavras serão montadas e depois as crianças assopram imitando o vento para na sequência refazê-las novamente.

Na vida temos que ter persistência, seja pela ação do vento, do tempo, das dificuldades, muitas vezes teremos que reiniciar as tarefas com o mesmo amor dedicado na primeira vez, porque tudo o que merece ser feito, merece ser bem feito.

                                        Imagem google


Atividade:


Ou você pode fazer os cataventos simples de papel como sempre fiz com as crianças e elas adoram brinquedos antigos. Vamos resgatar? Veja AQUI como fazer.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

A PORTA.

Imagem google.


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava- os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam- se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar- se em círculo e dizia- lhes, então:
"Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta, e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei, dirigiu- se ao soberano:
- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga soldado!
- O que havia por detrás da assustadora porta?
- Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente...
E finalmente ele descobre surpreso que...
A porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE!
O soldado, admirado, apenas olha seu rei, que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiam morrer a arriscar- se a abrir esta porta!

Para os maiores de 11 anos.

O medo – Vencendo o medo.
Você acha que por parecer assustadora, e mostrar gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue, significa que encontrariam a morte do outro lado da porta?

Qual situação representava um perigo concreto, a morte certa pelos arqueiros do Rei, ou enfrentar a porta que parecia tão assustadora, mas ninguém podia afirmar o que tinha do outro lado?
Na sua vida, você sabe distinguir os perigos reais dos imaginários?

Atividade: 

de acordo com o número de crianças, dividir em grupos onde serão discutidas as perguntas acima. Cada um poderá citar alguma experiência de sua vida, e todos sugerirão as soluções.
Ao final, o orientador deverá dirigir as respostas e juntos concluir como enfrentar as situações difíceis vencendo o medo e buscando novas maneiras de resolver os problemas.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Quando eu me sinto triste. Falando das emoções. Triste/Alegre.

Quando eu me sinto triste.


Fonte da imagem:

https://pixabay.com/pt/boneca-palha%C3%A7o-triste-banco-1636124/




Quando me sinto alegre.




Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/menina-m%C3%A3e-filha-pessoas-fam%C3%ADlia-2480361/


  1. 1. EMOÇÕES
  2. 2. TRISTE QUANDO ME SINTO
  3. 3. TRISTE FELIZ QUANDO ME SINTO

  4. 4. Quando estou triste sinto-me como se alguém tivesse tirado todas as cores às coisas que me rodeiam… Como se tudo fosse cinzento, triste, desolado
  5. 5. Quando estou triste, apetece-me chorar… e chorar…
  6. 6. …chorar tanto até fazer um rio!
  7. 7. Apetece-me ir para a cama e cobrir a cabeça com os cobertores… E ficar lá até a tristeza me passar.
  8. 8. Algumas coisas deixam-me mesmo muito triste: Quando ouço o pai e a mãe a discutirem…
  9. 9. Quando fico doente E não me sinto bem.
  10. 10. É natural sentirmo-nos tristes… Mas falar com alguém sobre a nossa tristeza pode fazer-nos bem. Partilhar os teus sentimentos pode fazer com que te sintas melhor
  11. 11. Quando me sinto triste, tento ser simpático e delicado comigo mesmo. Gosto de ficar num banho de espuma quentinho
  12. 12. Ou ouvir a minha música preferida
  13. 13. Por vezes basta-me estar com os amigos e com a família para me sentir melhor...mesmo que não me apeteça falar.
  14. 14. Mas o melhor de tudo é quando uma pessoa simpática me dá um grande abraço e diz: - Não te preocupes, tudo isso vai passar.
  15. 15. Quando me sinto feliz apetece-me PULAR de alegria.
  16. 16. Quando me sinto feliz, ando todo sorridente e tudo à minha volta parece especialmente maravilhoso…
  17. 17. Às vezes, rio tanto, tanto …que até me dói a barriga! Rir à gargalhada faz-me sentir tão bem!
  18. 18. São muitas as coisas que me fazem sentir feliz: Estar com os amigos…
  19. 19. Fazer bolachas com a avó…
  20. 20. Ou quando o meu pai me leva para acampar e nos sentamos perto da fogueira a comer. Costumamos falar e rir muito.
  21. 21. À noite, olhamos o céu cheio de estrelas… e tudo parece tão calmo.
  22. 22. Quando me sinto feliz tenho mais paciência e não me zango por causa de pequenos problemas…
  23. 23. e sinto-me mais simpático e amigo dos outros!
  24. 24. Quando me sinto feliz posso ajudar os outros, que se sentem tristes ou zangados, a sentirem-se melhor. Ajudar as outras pessoas a sentirem-se felizes, faz-me sentir mesmo muito bem!
  25. 25. A felicidade é um sentimento fantástico! Faz-me gostar de mim e sentir-me bem comigo mesmo. FIM

Na sequência dessa historinha, vem outra "Quando me sinto Zangado", para ver imagens, acesse o link: https://pt.slideshare.net/Alzira74/quando-eu-me-sinto-triste 


Atividades:

Escreva ou desenhe no livro na página à esquerda, o que te deixa triste, e na direita o que te deixa alegre:

Fonte da imagem: google


Outra atividade:

Reunir as crianças em dois grupos que vão criar em conjunto uma historinha em que um amigo está triste e o que fariam para ajudá-lo a ficar feliz. A historinha será ilustrada e com os balõezinhos de diálogo. Finalizada a tarefa, grampear as folhas como se fosse um gibi. Cada grupo apresenta para o outro, assim vão ver como podem ajudar os amigos.

A Bruxa e o Caldeirão.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/casa-da-bruxa-a-bruxa-halloween-836849/

Quando preparava uma sopa com uns olhinhos de couve para o jantar, a bruxa constatou que o caldeirão estava furado. Não era muito, não senhor. Um furo pequeníssimo, quase invisível. Mas era o suficiente para, pinga que pinga, ir vertendo os líquidos e ir apagando o fogo. 
Nunca tal lhe tinha sucedido.
Foi consultar o livro de feitiços, adquirido no tempo em que andara a tirar o curso superior de bruxaria por correspondência, folheou-o de ponta a ponta, confirmou no índice e nada encontrou sobre a forma de resolver o caso. Que haveria de fazer? Uma bruxa sem caldeirão era como padeiro sem forno. De que forma poderia ela agora preparar as horríveis poções? 
Para as coisas mais corriqueiras tinha a reserva dos frascos. Mas se lhe aparecia um daqueles casos em que era necessário preparar na hora uma mistela? Como o da filha de um aldeão que engolira uma nuvem e foi preciso fazer um vomitório especial com trovisco, rosmaninho, três dentes de alho, uma semente de abóbora seca, uma asa de morcego e cinco aparas de unhas de gato. Se a moça vomitou a nuvem? Pois não haveria de vomitar? Com a potência do remédio, além da nuvem, vomitou uma grande chuvada de granizo que furou os telhados das casas em redor.
Era muito aborrecido aquele furo no caldeirão. Nem a sopa do dia-a-dia podia cozinhar. Mantinha-se a pão e água, que remédio, enquanto não encontrasse uma forma de resolver o caso. Matutou dias seguidos no assunto e começou a desconfiar se o mercador que lhe vendera o caldeirão na feira há muitos anos atrás a não teria enganado com material de segunda categoria. A ela, bruxa inexperiente e a dar os primeiros passos nas artes mágicas, podia facilmente ter-lhe dado um caldeirão com defeito.
Decidiu então ir à próxima feira e levar o caldeirão ao mercador. Procurando na secção das vendas de apetrechos de cozinha, a bruxa verificou que o mercador já não era o mesmo. Era neto do outro e, claro, não se lembrava – nem podia – das tropelias comerciais do seu falecido avô. Ficou desapontada. Perguntou-lhe, todavia, o que podia fazer com o caldeirão furado. O mercador mirou-o, remirou-o, sopesou-o com ambas as mãos e disse:
 – Este está bom é para você pôr ao pé da porta a fazer de vaso. Com uns pés de sardinheiras ficava bem bonito. A bruxa irritou-se com a sugestão e, não fosse a gente toda ali na feira a comprar e a vender, transformava-o em onagro. Acabou por dizer: – A solução parece boa, sim senhor. Mas diga-me cá: Se ponho o caldeirão a fazer de vaso, onde cozinho eu depois? – Neste novo que aqui tenho e com um preço muito em conta... A bruxa olhou para o caldeirão que o mercador lhe apontava, sobressaindo num monte de muitos outros, de um brilhante avermelhado, mesmo a pedir que o levassem. A bruxa, que tinha os seus brios de mulher, ficou encantada.
O mercador aproveitou a ocasião para tecer os maiores elogios ao artigo, gabando a dureza e a grossura do cobre, os rendilhados da barriga, o feitio da asa em meia lua, a capacidade e o peso, tão leve como um bom caldeirão podia ser, fácil de carregar para qualquer lado. – Pois bem, levo-o. O mercador esfregou as mãos de contente. – Mas aviso-o – acrescentou a bruxa. – Se lhe acontecer o mesmo que ao outro, pode ter a certeza de que o transformarei em sapo. O mercador riu-se do disparate enquanto embrulhava o artigo.
Os anos foram passando e a bruxa continuou no seu labor. Até que um dia deu por um furo no novo e agora velho caldeirão. Rogou uma praga tamanha que o neto do segundo mercador que lho vendera, a essa hora, em vez de estar a comer o caldo na mesa com a família, estava num charco a apanhar moscas.

Fonte da imagem:amphibian-1298147_960_720


 José Leon Machado Ilustrações de Alexandre Bandeira Rodrigues - Domínio Público.

Atividades: 

Para colorir:





Faça a atividade e depois pinte o desenho.



Escreva  outro final em que a bruxa não faça um feitiço para o mercador e sejam todos felizes. Após faça um desenho livre.




A bruxa do bem
ajuda crianças,
só planta hortaliças,
e canta também.

Enfeita com flores
a casa limpinha
cultiva amores
não fica sozinha.

A bruxa do bem,
cuida de todos,
sem olhar a quem.

Jeanne Geyer

Estimular que as crianças criem poesias ou rimas com o assunto. 
Lembre-se: a criatividade é tudo, mostrar que para tudo existem muitas maneiras de ser e agir.

domingo, 22 de julho de 2018

Uma Joaninha Diferente - Inclusão

Imagem google.


Era uma vez uma joaninha que nasceu sem bolinhas... Por isso ela era diferente. As outras joaninhas não lhe ligavam nenhuma. Cada uma com as suas bolinhas, passavam a vida a dizer que ela não era uma joaninha. A joaninha ficava triste, pensando nas bolinhas e no que poderia fazer… Comprar uma capa de bolinhas? Ou, quem sabe, ir-se embora para longe, muito longe dali? Ela pensava e pensava… Sabia que não seriam as bolinhas que iriam dizer se ela era uma joaninha verdadeira ou não. Mas as outras joaninhas não pensavam assim. Então ela resolveu não dar mais importância ao que as outras joaninhas pensavam e continuou a sua vida de joaninha sem bolinhas… Até que um dia, as joaninhas reunidas resolveram expulsar do jardim aquela que para elas não era uma joaninha! Sabendo que era uma autêntica joaninha, mesmo sem bolinhas, teve uma ideia… Contou tudo ao besouro preto, que é parente distante das joaninhas. Decidiram ir a casa do pássaro pintor e contaram-lhe o que estava a acontecer. O pássaro pintor, então, teve uma ideia. Pintou tão bem o besouro, que ele ficou a parecer uma joaninha verdadeira… E lá foram os dois para o jardim: a joaninha sem bolinhas e o besouro disfarçado. No jardim, ninguém percebeu a diferença. E com festa receberam a nova joaninha. A joaninha sem bolinhas, que a tudo assistia de cima de uma folha, pediu um minuto de atenção e, limpando a pintura que disfarçava o besouro preto, perguntou:  - Afinal… quem é a verdadeira joaninha?

  1. Tema: Inclusão

  1. Fonte: https://pt.slideshare.net/bethinhapm/slides-joaninhadiferente?next_slideshow=1
Para colorir:

Pinte a nossa amiguinha sem as bolinhas e a outra com as bolinhas.



Para refletir:  somos todos diferentes uns dos outros, e cada um de nós deve ser amado e aceito assim como é. 
Então, vamos respeitar as diferenças e entender que o importante não é ser alto ou baixo, gordinho ou magro, ter cabelos lisos ou crespos, o que realmente importa para Deus é o amor que temos e como ajudamos os outros sendo solidários e amigos em todas as horas.