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domingo, 9 de outubro de 2016

O BURRO NO POÇO.

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas, o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.

- Autor desconhecido - 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A rosa e a borboleta. Linda fábula de Esopo.

Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php image=154634&picture=borboleta-prestes-a-voar

Uma vez uma borboleta se apaixonou por uma linda rosa. A rosa ficou comovida, pois o pó das asas da borboleta formava um maravilhoso desenho em ouro e prata. Assim, quando a borboleta se aproximou voando da rosa e disse que a amava, a rosa ficou coradinha e aceitou o namoro. Depois de um longo noivado e muitas promessas de fidelidade, a borboleta deixou sua amada rosa. Mas ó desgraça! A borboleta só voltou muito tempo depois.
- É isso que você chama fidelidade? – choramingou a rosa. – Faz séculos que você partiu, e além disso você passa o tempo de namoro com todos os tipos de flores. Vi quando você beijou dona Gerânio, vi quando você deu voltinhas na dona Margarida até que dona Abelha chegou e expulsou você... Pena que ela não lhe deu uma boa ferroada!
- Fidelidade!? – riu a borboleta. – Assim que me afastei, vi o senhor Vento beijando você. Depois você deu o maior escândalo com o senhor Zangão e ficou dando trela para todo besourinho que passava por aqui. E ainda vem me falar em fidelidade! 

Esopo.


Moral: 

Não espere fidelidade dos outros se não for fiel também.


Desenhar e colorir:

Desenhe rosas e borboletas nos espaços. 
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/papiros-borboletas-leon-1340044/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Literatura infantil lúdica: uma importante ferramenta para a formação de leitores.

O artigo de hoje ressalta a importância da contação de histórias na formação de futuros leitores. Sou incansável nessa busca. Pesquiso as mais lindas histórias infantis, fábulas, cantigas de roda, folclores, enfim, tudo que traz a criança para o mundo imaginário e fascinante da leitura. Bom proveito educadores e amigos queridos!



Raimunda Alves Melo*

A literatura infantil é objeto de muitas pesquisas nas últimas décadas. Alguns estudiosos tecem reflexões sobre a importância de estimular a leitura e a escrita e apontam alternativas para orientar os professores a realizar um trabalho mais sistemático e aprofundado com obras literárias voltadas às crianças. Outros discutem o papel da literatura infantil na formação de leitores. Neste texto, apresentamos algumas orientações metodológicas para garantir essa dupla função, pois queremos que a leitura na escola seja marcada por momentos lúdicos e prazerosos no contato das crianças com os textos literários, tendo como consequência o estímulo à alfabetização e ao letramento já nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

A literatura infantil sempre esteve e está presente em nossas vidas muito antes da leitura e da escrita, seja por meio das cantigas de ninar, das brincadeiras de roda ou das contações de histórias realizadas pelos familiares. Porém quando as crianças chegam à escola é que a literatura passa a ter o poder de construir uma ligação lúdica entre o mundo da imaginação, dos símbolos subjetivos, e o mundo da escrita, dos signos convencionais impostos pela cultura sistematizada.

Sabemos que a partir do momento em que a criança tem acesso ao mundo da leitura, ela passa a buscar novos textos literários, faz novas descobertas e consequentemente amplia a compreensão de si e do mundo que a cerca. Nesse cenário, professores e coordenadores pedagógicos devem atuar em sintonia, assegurando que o trabalho com a literatura infantil aconteça de forma dinâmica, por meio de práticas docentes geradoras de estímulos e capazes de influenciar de maneira significativa o desenvolvimento de habilidades orais, leitoras e escritoras. A contação diária de histórias é bastante significativa, porque proporciona um momento mágico de valor educativo sem igual na correlação destes três eixos: leitura, escrita e oralidade.

As atividades de leitura devem ocorrer desde os primeiros dias de aula, mesmo com crianças que ainda não conhecem nenhuma letra, pois, por meio da visão e da audição, elas realizam a leitura de ilustrações e acompanham a leitura do texto feita pelo professor. Nessa fase inicial, em contato com os livros, elas aprendem a manuseá-los, a reconhecer suas formas, a perceber a diagramação e iniciam suas experiências com os modos de composição textual.
Uma boa obra literária é aquela que apresenta a realidade de forma nova e criativa, deixando espaço para o leitor descobrir o que está nas entrelinhas do texto. A interação da criança com a literatura possibilita uma formação rica em aspectos lúdicos, imaginativos e simbólicos. O desenvolvimento dessa interação, com procedimentos pedagógicos adequados, leva a criança a compreender melhor o texto e seu contexto.

Com o intuito de formar leitores, a literatura especializada aconselha os professores e a escola a utilizar alguns procedimentos pedagógicos como: convívio contínuo com histórias, livros e leitores; valorização do momento da leitura; disponibilidade de um acervo variado; tempo para ler, sem interrupções; espaço físico agradável e estimulante; ambiente de segurança psicológica e de tolerância dos educadores em relação às singularidades e às dificuldades de aprendizagem de cada criança; oportunidades para que expressem, registrem e compartilhem interpretações e emoções vividas nas experiências de leitura; acesso à orientação qualificada sobre por que ler, o que ler, como ler e quando ler. Nessa perspectiva, é importante ressaltar a relevância do contato permanente das crianças com os livros, para que elas possam conviver com suas histórias desde cedo.

O trabalho com a literatura infantil deve ter como um dos pontos norteadores a preocupação em formar leitores autônomos e críticos. Isso exige dos professores um olhar atento e tenaz para as metodologias que devem ser empregadas, bem como para o material a ser utilizado (livros só com textos; livros com textos e imagens; livros só com imagens; livros com recursos audiovisuais, entre outros). É importante ressaltar que esses materiais, quando bem trabalhados, atraem bastante as crianças. Além disso, podem ser explorados em atividades de ordenação das narrativas e de (re)criação de histórias orais ou escritas.
Independentemente do tipo de livro que utilizem em sala de aula, orientamos que os professores destinem pelo menos 25 minutos diários das aulas para proporcionar a seus alunos um momento de leitura, que pode ser realizado de forma coletiva ou individual, sistematicamente, não deixando para trabalhar apenas no dia destinado a atividades de Língua Portuguesa.

Outra estratégia importante é incluir brinquedos e brincadeiras como parte da formação de alunos leitores. Ao misturar livros e brinquedos, livros e brincadeiras, a escola realiza um trabalho de sedução das crianças para a leitura, pois, à medida que o livro entra em sua vida, desde muito cedo e de forma prazerosa, desperta seu imaginário e, consequentemente, o desejo de ler. Partindo desse princípio, acreditamos que as atividades lúdicas envolvendo a leitura, realizadas diariamente pelos professores, bem como a disponibilização de livros de literatura infantil e brinquedos fazem com que os primeiros contatos com a leitura sejam agradáveis e divertidos. Dessa forma, quanto mais lúdico for o trabalho com a literatura infantil, melhor será seu impacto na formação de leitores e na aprendizagem da leitura e da escrita.

Ler histórias para as crianças é incitar o imaginário, provocar perguntas e buscar respostas, é despertar grandes e pequenas emoções como rir, chorar, sentir medo e raiva, emoções estas que vêm das histórias ouvidas e lidas. Juntos, livros, brinquedos e brincadeiras fortalecem ainda mais a construção de novos conhecimentos, favorecendo o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças.

* Mestranda em Educação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e consultora do Programa Palavra de Criança em 25 municípios piauienses.





Para saber mais sobre contação de  histórias, estudar e estar apto para essa tarefa gratificante, clique AQUI

sábado, 31 de outubro de 2015

A "Sabe-Tudo" Fábula com atividades.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/tartaruga-engra%C3%A7ado-verde-1021521/

Sabe-tudo era o apelido pelo qual todos os habitantes do bosque conheciam a tartaruga. Quem tivesse algum problema a resolver ou dúvida para esclarecer era só ir à casinha da Sabe-tudo, para ver seu caso resolvido.
Para dizer a verdade, a tartaruga passava as suas horas livres consultando livros e enciclopédias. Interessava-se por todos os temas existentes e por existir. Que curiosidade insaciável tinha ela!
- Desculpe-me, tartaruga, mas eu estava interessada em conhecer a ilha de Ceilão e... Diz timidamente a raposa.
Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/raposa-floresta-animal-natureza-1055490/

- ... E não consegue encontrar a resposta, não é verdade? Bem, não se preocupe que já lhe explico, querida amiga, responde a tartaruga, com sua tradicional amabilidade. Vejamos. A ilha de Ceilão está situada no Oceano Índico, ao sul da Península Indostânica ou da atual Índia. Esclarecida a dúvida?
- Oh, obrigada, obrigada, Sabe... Quer dizer, amiga tartaruga! Responde embaraçada a raposa.
A Sabe-tudo sorri compreensiva. É claro que conhece a alcunha que os seus vizinhos lhe puseram. Isso não a incomoda, pois adivinha o sentimento de admiração que se esconde por trás dela.
Os anos passam e os conhecimentos da tartaruga tornam-se imensos, a tal ponto que ela começa a tornar-se exigente e crítica com os seus vizinhos. Com mania de perfeição, torna insuportável a vida dos outros. De uma amiga brilhante e admirada por todos converte-se em uma criatura amarga e insatisfeita que, além disso, recebe a hostilidade de quem a rodeia.


Moral da história:


A modéstia é uma virtude muito necessária, sobretudo para aqueles superdotados, que se destacam pelo seu próprio brilho. Sem a modéstia, o conhecimento é inútil, pois não será repartido com os outros que o têm em menor quantidade.

Para colorir:

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/tartaruga-livro-para-colorir-780946/


Atividade:

Tartaruga com garrafa pet passo a passo clique: AQUI

domingo, 11 de outubro de 2015

“Tudo que temos é emprestado.”

Fonte da imagem:https://pixabay.com/pt/vintage-antigo-foto-rose-flor-1314057/

História. 

Jóias Devolvidas. 

Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos. Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias. No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe vinha á mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos.,. Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços. Alguns minutos depois estavam ambos sentados á mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave. o marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus. - Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! - o problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz? - Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora? - É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas! - Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las. - Mas eu não consigo aceitar a ideia de perdê-las! E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! - Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo. - Pois bem, meu querido, seja falta a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. - As jóias preciosas eram nossos filhos. - Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram. O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero. As lições dessa história são: - Que ,tudo na nossa vida , pessoas ,coisas, trabalho, perna ,braço etc é emprestado,e como tudo que é emprestado, vai chegar o dia da devolução,e cabe a nós dizer aqui está senhor. - Pois a morte de um ente querido não deve ser vista, como uma perda ,e sim como uma devolução .0 que nos é emprestado não nos pertence. - Deus não nos toma nada ,nem ninguém, nós é que não aceitamos,que o que temos não nos é dado e sim emprestado. - os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se. - Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolve-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas. 

Música. 

Só Hoje. 

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito. 
Nem que seja só pra te levar pra casa depois de um dia normal. 
Olhar teus olhos de promessas fáceis 
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir. 
Hoje eu preciso te abraçar 
Sentir teu cheiro de roupa limpa 
Para esquecer os meus anseios e dormir em paz. 
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua 
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café ouvindo você suspirar 
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia 
Que eu faço tudo errado sempre. 
Hoje, eu preciso de você com qualquer humor, 
Com qualquer sorriso. 
Hoje só tua presença vai me deixar feliz, 
Só hoje 



Música.

Compartilhar é cuidar 
Sempre dar, sempre perdoar 
E realmente viver em amor 
“Eu” e “meu” são palavras muito possessivas 
E se prender ao que possui não faz ninguém feliz 
Amor, sorrisos, simpatias são para se dar 
Pois a sua razão de ser é compartilhar.


 Atividade Integrada.


Caixa de Correspondência. 

Uma caixa de papelão especialmente pintada serve de caixa de coleta do correio, para a qual os educandos são incentivados a depositar por escrito suas queixas e problemas, para que toda a classe os discuta e reflita sobre as diversas formas de lidar com eles.

Fonte: http://www.projetovaloreshumanos.com.br/?secao=planos_de_aula 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Faça a diferença.

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.
Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.
“Você não vê”! --explicou o jovem-- A maré está baixa e o sol está brilhando.
“Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia”.
O escritor espantou-se.
“Meu jovem existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia”.
Que diferença faz?
Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
"Para essa aqui eu fiz a diferença".
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.

Sejamos a diferença!

(autor desconhecido)

Parábola motivacional que deve ser usada de preferência para crianças na pré adolescência, mas pode ser usada para maiores de sete anos, com uma explicação e pedindo exemplos da vida deles, como exemplo, perguntar se ajudam colegas em dificuldade, se cuidam da natureza não jogando lixo no chão etc. São imensas as possibilidades de exemplos que podemos citar para que a criança entenda que pode fazer a diferença com pequenos gestos na sua vida.
Explicar que o planeta terra é como uma nave espacial que nos transporta no universo, portanto é a nossa casa, e todos os habitantes do mundo nossa família universal.
Somos todos responsáveis por termos um mundo melhor.

Dinâmica para os maiores:

Estudo do Meio

Objetivos

1- Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada e positiva.
2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de presquisa e reflexão.
3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.
4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.
5- Incentivar o exercício da cidadania responsável.

Passos:

   Planejamento:
    
- Como conhecer nossa comunidade?

a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os recursos que a comunidade oferece, etc...
b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas, dialogar, levantar dados.

Observação:

- Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos.
- Formar grupos
- Fazer cronograma para realização das tarefas.
- Distribuir as tarefas.
2- Execução/VER
- Realização das tarefas pelos grupos.

3- Apresentação

 Análise/Julgar

a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo. (para ser usado por evangelizadores ou quem segue o Cristianismo)
b) Verificar o que não está de acordo.

   Ação
      
a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos disponíveis
c) Projetar a ação ou ações necessárias.
6- Celebrar
- Preparar para iniciar a ação.
7- Realizar o projeto
8- Avaliar e celebrar os resultados.

Dinâmica para os pequenos:

Dinâmica do nó humano

OBJETIVOS: 

Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinadoproblema. Fazer com que o grupo aprenda a trabalhar em grupo, e aprenda a importância disso. Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema ficamais fácil encontrar uma solução.

PROCESSO:

Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. Cada um tem que memorizar a pessoa que está do seu lado esquerdo e do seu lado direito. Após estaobservação, o grupo terá que caminhar dentro do círculo. A um sinal todos tem que parar no lugar que estão e procurar as pessoas que estavam no seu lado direito e no lado esquerdo e darem as mãos (comono início). As pessoas não podem mudar de lugar e nem trocar quem estava do seu lado. Depois disso, o grupo tem que voltar a posição original do círculo feito no começo. Enfim, partilha-se aexperiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, no momento do nó e ao final, após desatá-lo.
Apliquei essa dinâmica com os pequenos e deu super certo.
As crianças entenderam bem que todos precisamos uns dos outros.


Fiz com uma variação usando um carretel de barbante, onde um participante começava segurando uma ponta e jogando para outro até que todos estivessem com o barbante na mão segurando firmemente. A seguir corta-se o barbante e as crianças devem desatar o nó formado.

Temas abordados: cooperação, fazer a diferença para um mundo melhor, ajudar o próximo, cuidados com a natureza.